Categoria: Faça Você Mesmo

Silicone sem Manchas – Dica Fácil

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Hoje o post é sobre juntas de azulejos.

Pode parecer um assunto aborrecido para quem não tem de se preocupar com os assuntos da manutenção da casa, mas para as restantes pessoas posso estar aqui a falar de algo importante.

Juntas horrorosas, encardidas, com manchas de humidade que nem a lixívia removeu.

Quem nunca? Quando mudei de casa, apesar de não ser tudo novinho por estrear, posso dizer que a casa de banho até nem estava em más condições. Estava suja (tratava-se de uma casa desabitada), mas as loiças e azulejos até nem são dos piores comparando com outros que tenho visto.

Tivemos sorte, que com uma boa limpeza ficou tudo impecável e nem sequer havia silicone – nem em bom nem em mau estado – para remover das juntas. Foi só aplicar em tudo o que necessitava e o trabalho ficou feito.

Posso dizer que sou cuidadosa com a limpeza, mas passado um ano, mesmo com boa ventilação, lixívia e boas esfregas, o silicone da banheira ganhou algumas manchas. É o que vêem na foto do Antes e já era o suficiente para eu ponderar arrancar tudo e reaplicar.

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Num destes dias, tomei conhecimento da existência dumas bisnagas que prometiam milagres – o produto chama-se Re-New Special Silicone e é da Pattex.

Estava céptica, mas por que não? O pior que podia acontecer (e que já estava mentalizada para fazer) era ter de remover mesmo o silicone. Assim, resolvi dar o benefício da dúvida.

Fiz como diz na embalagem:

  • Limpei tudo bem limpinho e deixei secar.
  • Depois, é só aplicar o produto, sem necessidade de remover o silicone antigo.

É só isto.

É mesmo muito fácil, até porque a ponta da cânula tem um formato amigável que impossibilita que a coisa dê asneira.

E a verdade é esta: funciona mesmo e o resultado está à vista. Assim se poupa tempo e dinheiro a resolver uma chatice comum de todas as casas.

A Minha Banqueta – DIY

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A maior parte da minha mobília é antiga.

Tem décadas em cima, é velha e na perspectiva de algumas pessoas é feia.

Estou-me pouco nas tintas para opiniões alheias, que eu cá vejo muito potencial em supostos monos mal amados que se mantêm (nem sempre) íntegros e tenho o maior gosto em estimá-los e dar-lhes o carinho que tanto merecem.

Aos poucos, devagar, o que outrora foi enfadonho pode vir a ter mais pinta que as modernices que se vendem hoje em dia. Sabem daquelas pessoas que andam sempre atentas quando passam perto de um caixote do lixo? Sou eu. Sem vergonha.

Lixo de uns, luxo de outros.

É um lema que me diz muito e que tem mostrado resultados muito bons. Há uns tempos, num lugar de (des)arrumação pouco digno para relíquias, saltou-me à vista a banqueta com rodinhas, que ali havia sido esquecida à mercê de intempéries e bicharada clandestina.

Exclamei o meu interesse pela peça. Fui autorizada a ficar com ela. Não sei quem é que teve a triste ideia de negligenciá-la, mas trouxe-a comigo para ter o amor que merecia. Agora, mora cá em casa.

Dei-lhe uma boa limpeza. Tratei o assento com graxa castanha e spray cockpit, tratei as rodas e pintei o pé com tinta acobreada.

Assim, sim!

Não dá gosto ver esta peça especial com a cara lavada e de volta à vida?

Por favor, antes de se desfazerem de mobiliário antigo de qualquer espécie, vejam bem se não há mesmo mais nada a fazer. Nem que seja doar a quem quer/necessita.

Tudo se transforma. Do velho, faz-se novo.

É Carnaval, ninguém leva a mal!

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Tinha mesmo de mostrar a minha Minnie.

Porque eu nem era eu se não mostrasse à minha filha, logo de pequenina, o que é o Carnaval. Porque ela pode ser 7 meses de gente, mas já alinha nas minhas macacadas. É uma vaidosa, é a minha princesa!

Para quem diz ah e tal, que é difícil encontrar disfarces de Carnaval para bebés: ilustres, do pouco se faz muito!

Encontrámos um vestido com saia de tule a 3.99€ na H&M (há-de servir para outras trapalhadas), as orelhinhas com laçarote comprámos no chinês – vinham numa bandolete, mas a minha mãe retirou-as e coseu numa fita de cabelo.

O casaco (feito pela minha mãe para mim, já tem quase 30 anos!) e os collants (e os sapatos, aqui estava descalça mas usa sempre sapatos tal e qual gente crescida) são da roupa que veste normalmente.

Ficou ou não ficou a Minnie mais amorosa de todas?

E agora, vá, vamos tod@s limpar a baba e seguir com as nossas vidas.

Guida guarda-tudo a investir na descendência

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A caixa da Teresa, obra da Kandandus da Avó Filó.

Filho de peixe, sabe nadar.

Posso dizer, com orgulho, que muitos dos meus brinquedos e colecções estão guardados e em boas condições para que a Teresa possa divertir-se como eu me diverti. Quem diz brinquedos, diz roupas e bugigangas.

Da mesma forma que a Teresa herda o que é meu, eu também herdei coisas da mãe, das avós, das primas e das tias. Se está nas minhas mãos, é garantido que vai ser bem estimado. Se está em bom estado ou tem remédio, gosto de guardar.

Disse algo novo até agora?

Deixem-me acrescentar que adoro que os meus pais tenham guardado muitas recordações da minha infância (há álbuns fotográficos intermináveis, o cordão umbilical, a primeira madeixa de cabelo cortada, o primeiro desenho) e lamento pelas que se perderam.

Dá para imaginar que, há coisa de 20 anos, quando nos assaltaram a casa levaram os meus dentes de leite?

Dêem-me o desafio de completar colecções, que eu aceito sem pestanejar. Especialmente se for para a minha Teresocas, e espero que ela dê o devido valor um dia e lhe ganhe o gosto.

Havia coisas que queria guardar e que não são compatíveis com os típicos álbuns de bebé, e longe estava eu de imaginar que há caixas destinadas a este fim.

É certo que não cheguei a investigar muito, porque fui surpreendida pela minha vizinha e amiga Filó com a caixa que vos mostro na foto.

Não é amorosa? E tem espaço para as coisinhas bonitas que queria guardar da minha menina: no interior, tem 4 caixinhas com bonequinhos em biscuit nas respectivas tampas para guardar:

  • A pulseira da maternidade
  • O cordão umbilical
  • A primeira madeixa de cabelo
  • E os dentinhos de leite

É um projecto a longo prazo daqueles que vai ser delicioso rever daqui a muitos anos.

A caixa exterior é personalizável e adorei a aproximação às características físicas. Será que vai ser mesmo assim? Foi uma surpresa e pêras ♥♥♥

Achei a ideia giríssima e é uma óptima sugestão para aquelas pessoas próximas que vão ter bebés e não sabemos o que oferecer.

Aliás, se espreitarem a página Kandandus da Avó Filó, o que não falta são ideias e projectos giríssimos que merecem mesmo uma visita. E eu sou da opinião que os presentes feitos à mão são muito mais bonitos!

Cola em Caneta – Tombow

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Querem uma espécie de off topic que não é off topic, que aqui fala-se de tudo e mais alguma coisa?

Sei que não sou a única fanática por tudo o que é mariquice de papelaria por estas bandas, por isso tenho de partilhar convosco algo que aposto que é uma novidade para muit@s de vós.

Já conheciam o conceito de cola em caneta?

Bom, para mim esta bugiganga não é nova. Há coisa de 10 anos, a UHU tinha uma caneta de cola na sua gama de produtos disponíveis. Devem existir mais produtos semelhantes de outras marcas, mas esta era tão boa ou tão má que desapareceu.

Há uns dias, algures num blog português (não consegui encontrar o artigo que vi, mas se a pessoa que o escreveu estiver a ler, que se acuse), li que havia uma caneta semelhante na Fnac. Tive de comprar, claro!

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É da Tombow, uma marca japonesa que tem uma série de outros artigos de papelaria bastante interessantes (adoro as esferográficas muito esguias e as borrachas de ponta finíssima) e é tal e qual uma caneta de gel, só que em vez de estar carregada com tinta, tem cola líquida.

Antes que duvidem da funcionalidade da coisa, deixem-me que vos diga que dá um jeitaço e é coisa que passou a ser essencial no meu estojo (que é pequeno, não pensem que carrego a papelaria às costas).

Cola mesmo, é fácil de usar e não fica entupida. Portanto, aficionad@s da tralha de escritório, aqui fica mais uma ferramenta para adicionarem às vossas colecções.

Workshop de Iniciação à Costura

Costura Companhia das Agulhas workshop diy faça você mesmo aprender a coser

Há duas semanas, recebi um convite da Companhia das Agulhas para ir a um workshop de iniciação à costura.

Calhou que nem ginjas: agora que estou em mudanças, estava à procura de algo semelhante porque, já que tenho máquina de costura, convém saber utilizá-la.

É claro que a mamã sabe e ajuda. Ela tem todos os conhecimentos e, por isso mesmo, pensa que há coisas que são tão básicas que toda a gente as sabe empiricamente.

Consequentemente, não tem a paciência necessária e a simples tarefa de montar a máquina é uma odisseia neste domicílio.

Costura Companhia das Agulhas workshop diy faça você mesmo aprender a coser
Bloggers a aprender a costurar. Fotografia retirada do Facebook da Companhia das Agulhas.

Quero poder ser eu a arranjar as roupas na minha casa e, quem sabe, fazer projectos lindos completamente de raiz.

Assim sendo, adorei a proposta e não podia dizer que não. Rumei à Companhia para, numa tarde, aprender os básicos da costura à máquina.

Há coisas básicas (não sei como é que, hoje em dia, há quem não as saiba fazer!) das quais sei tratar à mão, como coser botões e bainhas, mas no demais não sei fazer nada.

No total, éramos 5 bloggers sem grande experiência no assunto, e posso garantir que nos portámos todas muito bem.

Com a ajuda da Ju e da Sofia, conseguimos preparar e confeccionar um individual com espacinhos para os talheres bem giro e que, falo por mim, tem feito muito sucesso!

Mas nem só de costura para nabiças é feita a Companhia: há cursos e workshops para todos os fins e dificuldades, aulas livres, cursos de malha…

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Em jeito de conclusão: adorei a tarde e saí do workshop bastante motivada para aprender a trabalhar com a minha máquina. Há esperança. E posso dizer-vos que se eu consigo, vocês também conseguem!

Com mais ou menos persistência, é preciso é ter vontade de aprender. Para saberem mais sobre a Companhia das Agulhas, é só consultarem o site que está lá tudo (modalidades, preços, morada e tudo o que possam imaginar).

Presente de Aniversário – Agenda para Blogs

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Antes de mais nada, peço desculpa pela ausência em pleno mês de aniversário!

Se estão a ler este post, tenho a certeza que já repararam num dos motivos que levaram a este súbito desaparecimento: lavámos a cara.

Pelo meio, houve umas quantas chatices com o servidor. Gostam do novo look? Quero que me contem tudo. Continuamos com os mesmos cabeçalhos, que carregam aleatoriamente de cada vez que abrem o blog.

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Numa tentativa de me organizar e não falhar mais connosco, acabei por produzir algo que sei que vai dar jeito a quem tem blogs. E eu sei que tenho muit@s leitor@s que também têm blogs!

Depois de ler sobre o assunto pela Internet fora, decidi compor uma agenda perpétua à minha medida, com tudo aquilo de que necessito para manter o blog em ordem (espero eu, mas se surgirem actualizações, logo partilho).

Inclui calendários, folhas de estatísticas, planeamento de posts, tudo e mais alguma coisa.

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O melhor é que quando mostrei o documento à Ana Rita, ela disponibilizou-se para alindar a coisa. E puff: sai uma agenda catita para tod@s vós poderem descarregar neste link. Não é um bom presente?

Para o montarem é muito simples, e sugiro que imprimam 4 páginas por folha (que ficam com páginas em tamanho A5), que assim poupa-se papel e há espaço para tudo.

  • Imprimam as páginas de planificação e preenchimento quantas vezes necessitarem.
  • Reorganizem como vos apetecer.

Creio que a forma mais prática de utilizar a agenda é colocá-la num dossier, que assim também não precisam de imprimir logo as folhas todas para um ano e conseguem perceber se se adaptam a este sistema ou não.

Por que não imprimir páginas para um mês e experimentar?

Para vos facilitar a vida, aqui fica um guia das páginas:

  • Página 1 – Folha de Identificação
  • Páginas 2 a 13 – Calendário Perpétuo (cada mês tem um padrão diferente)
  • Página 14 – Estatísticas
  • Páginas 15 e 16 – Tops (Posts mais vistos, palavras chave, backlinks, pesquisas, posts mais comentados)
  • Páginas 17 e 18 – Objectivos do blog (a curto e longo prazo)
  • Página 19 – Registo de Passwords
  • Página 20 – Contactos
  • Página 21 – Anúncios e Patrocínios
  • Página 22 – Lucros e Despesas
  • Página 23 – Organização de posts (sugiro a utilização de postits, de forma mudar os conteúdos de sítio à medida que forem concretizados)
  • Páginas 24 a 30 – Planificação semanal de posts
  • Página 31 – Brainstorming
  • Página 32 – Passatempos
  • Página 33 – Checklist Semanal
  • Página 34 – Notas e Ideias

Se alguma coisa não vos fizer sentido, é só perguntar, que eu explico. Acredito que, para muita gente, haja aqui pelo meio uma série de dicas nas quais nunca pensaram, sequer. Não têm de quê!

No demais, só vos pedimos que sejam fofinh@s e se ainda não seguem A Guida É que Sabe e a Let’s Talk About Beauty, por favor, mostrem o vosso carinho pelos blogs e sigam-nos nas diferentes redes sociais.

Ah, e sintam-se à vontade para comentar e mandar emails com dúvidas ou sugestões. Está claro que este foi um trabalho feito com muito amor e carinho e não é para desatarem a ser copiões ou tirarem lucro com isto, sim?

Esperamos que gostem!

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Cachecol em 30 Minutos

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À prova de aselhas!

Gostava de ter partilhado umas poucas ideias destas convosco antes do Natal e não vim a tempo, mas há preciosidades que são bem vindas a qualquer altura.

Logo após o Verão, comecei a ver imensas referências nas redes sociais sobre um suposto cachecol infinito em tricô que seria feito com os braços, em coisa de meia hora.

Fiquei intrigada, está claro, e deixei o assunto em stand by porque aguardava encontrar uma lã gorducha e bonita para utilizar neste feito.

Pela altura do Natal, ao passear por um shopping da minha zona, encontrei a lã de que necessitava (se quiserem a referência e a marca, avisem, que logo procuro os papelitos dos novelos) e meti mãos e braços à obra.

Olhem, não podia ser mais simples!

É tal e qual como explicam no vídeo do Handimania. Não é preciso fugirem se não souberem tricotar, porque está mesmo tudo muito bem explicado e é muito simples, tão simples que até as crianças podem fazer.

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Aqui fica uma ideia para presentes rápidos que agradam a toda a gente, para terem o cachecol/gola mais giro de todos, ou quiçá para aplicar a ideia a outras peças de vestuário. Já conheciam esta ideia? Já alguém experimentou?

Francesa Inversa

unhas manicure francesa inversa ao contrário vintage pinup orly

Após os estágios desde ano, fiquei com vontade de fazer uma série de experiências nas minhas unhas.

A de hoje, está na fotografia: manicure francesa ao contrário.

Penso que é este o nome!

Já há algum tempo que queria tentar fazer algo do género, mas faltavam-me os recursos (leia-se umas quantas “bolinhas” autocolantes de remendar folhas de dossier).

Ontem, quando fui às compras, lembrei-me de passar pela secção de papelaria e trouxe o que precisava. As tais “bolinhas” permitem-nos deixar as meias-luas das unhas por pintar com muita facilidade.

Como quero que as minhas unhas permaneçam com a pintura intacta por uns dias, utilizei os produtos de qualidade do costume, todos da Orly:

  • O primer Primetime
  • A base Bonder
  • topcoat Sec’nDry
  • O verniz vermelho é o Colorstay da Revlon na cor Delicious

As pessoas com quem lido no dia-a-dia têm-me perguntado o que é que fiz às unhas para estarem tão crescidas (costumo tê-las rentes), especialmente depois de ter utilizado verniz gel.

É muito simples: em primeiro lugar, não é suposto o verniz gel danificar as unhas. Depois, não fiz nada de especial.

Não apliquei nenhum produto (não tive paciência para tal) e só tenho o cuidado de limar as unhas semanalmente e manter as mãos e cutículas hidratadas.

Ainda não sei qual vai ser a próxima fase: se me mantenho com unhas naturais ou se experimento acrílico; que cores/efeitos utilizo.

Aceitam-se sugestões!

Hunter Esbranquiçadas – Como Resolver

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Pela altura da Páscoa, adquiri umas galochas Hunter glossy pretas, lindas.

São caras, eu sei, mas mesmo assim decidi que precisava de ter umas dado que as galochas pretas que tinha estavam a meter água. Galochas inúteis!

Pensei que era preferível ponderar um investimento superior mas ter umas galochas que durassem para todo o sempre, visto que as Hunter tem óptima reputação neste aspecto.

Mal sonhava eu que, por serem mesmo de borracha, daí a pouco tempo iriam ficar todas esbranquiçadas.

Foi uma grande desilusão, mas como não precisei de as calçar mais porque entretanto chegou o Verão, não voltei a ligar ao assunto até à semana passada, quando chegou a chuva.

Não podia ser a única pessoa a passar por isto! Fui em busca de soluções, mas só me apresentavam produtos caros para tratar das galochas. E soluções caseiras?

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Descobri que a melhor opção era passar um algodão embebido em azeite pelas botas. Sim, azeite! Limpei as galochas com um pano húmido (não adiantou grande coisa) e depois tratei da parte do azeite.

O problema não ficou totalmente resolvido na primeira passagem, mas da vez seguinte já fiquei satisfeita e desde então as botas estão quase como novas.

Quase, porque onde há reentrâncias ainda há pequenas partes esbranquiçadas. Já averiguei como é que posso resolver o problema de vez e dizem que vinagre diluido em água resolve o problema.

Não tenham medo de deixar as botas todas oleosas. Isso não acontece, garanto!

Temperar as botas? pelos vistos, neste caso, é mesmo a melhor solução.

P.S. Melhor ainda que o azeite, são os sprays Cockpit.

Experimentei por sugestão vossa nos comentários e fiquei fascinada: galochas brilhantes e sem vestígios de esbranquiçado por muito tempo!

Não sejam esquisitos com as marcas, procurem na secção dos automóveis no supermercado e vão ver que há muitas opções. Até os sprays Cockpit de marca branca servem.