Categoria: Desafios

Quem não tem quando pode, não vai poder quando quiser.

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Dei por mim a escrever, rescrever e riscar este texto muitas vezes. Porque é pessoal e porque é delicado. Apesar de não ter nada de mal e de ser algo em que penso muitas vezes, todos os dias, várias vezes, é a minha opinião sobre um assunto importante e que me é muito querido porque tem tudo a ver com a fase em que me encontro na vida: a parentalidade/maternidade.

A verdade é que cheguei à conclusão que, não sendo nenhum crime (muito pelo contrário!), partilhar o que tenho a dizer até pode ser útil e ajudar quem esteja a passar pelo que me aconteceu, de certa forma. Afinal, é para isto que serve um blog, não é? É isto que faço sempre: partilho conteúdos com os quais me identifico de uma forma ou de outra. Senti que era bom partilhar um bocadinho desta questão que é tão pessoal.

O melhor que aconteceu na minha vida foi o nascimento da minha filha Teresa. Tenho a certeza que a maior parte de vós que me lê neste momento e tem descendência irá concordar que ter filhos é a melhor coisa do mundo. Compreendo, porém, que haja quem pense de forma diferente e respeito muito as decisões dos outros. Só assim é que posso pedir que compreendam e respeitem as minhas.

Acredito que tenham uma ideia, no geral, da minha história, mas cá vai uma partilha que pode ajudar a compreender o rumo inesperado (mas bom) que a minha vida tomou. Porque há fofocas e mimimis. Porque é desconfortável enfrentar juízos alheios quando não os pedimos. Porque devemos partir do pressuposto que uma pessoa adulta assume a responsabilidade dos seus actos e sabe o que é melhor para si e para os seus.

Porque não temos de ser todos carreiristas nem viver sob o domínio de trabalhos e dinheiros, na angústia de pensar que o futuro nos trará as condições que queremos dar aos nossos filhos. Porque é muito feio ouvir os “oh, tão nova?” que as pessoas que não conheço de lado nenhum e que, face à minha intervenção, respondem que não me dariam mais que 16 anos. Mesmo que só tivesse 16 anos, ou que tivesse 50 anos, cada um sabe o que é melhor para si e para os seus e se, ainda por cima, os estranhos não estão sequer na disposição se está tudo bem ou como podem ajudar, mais vale não dar nenhum palpite.

Acima de tudo, se há sempre histórias más e desfechos maus, quero passar um testemunho de que também se constroem finais felizes mesmo quando, no início da jornada, o futuro parece negro e complicado. Acima de tudo, devemos fazer o que nos parece melhor para ficarmos de consciência tranquila e manter a nossa integridade. Nossa. O que os outros dizem não deve ser o nosso foco e não podem ser eles a decidir o que fazer da nossa vida.

A minha gravidez não foi planeada. É irónico, no mínimo. Como é que, em pleno século XXI, com métodos contraceptivos (quase) infalíveis, uma estudante de enfermagem no fim da licenciatura se mete numa embrulhada destas? Não foi por desinformação. Não foi por descuido.

Apercebi-me muito cedo. Senti-me diferente e quis logo saber o que estava a acontecer no meu corpo. Confirmou-se: pelas contas, estaria grávida de 5 semanas. Apesar de estar num relacionamento recente, decidimos que queríamos muito um futuro em comum e com filhos. A Teresa não foi planeada mas foi muito desejada por nós, desde sempre.

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Inicialmente, houve muita pressão e muitas decisões difíceis para tomar. É nestas alturas que conhecemos devidamente a nossa família e os nossos amigos. Acreditem: virão forças de onde não imaginavam, mas também vão descobrir que muitas pessoas que, até aqui, pareciam próximas irão desaparecer. Deixem-nas ir, porque não precisam delas. Foquem-se em vós, repito. É nestas alturas que é mais importante olharmos para nós e não dispersar.

Se há clichés pessimistas (e se passam/passaram por algo semelhante, têm conhecimento de muitos destes), deixem-me destacar um cliché muito positivo e optimista: as condições criam-se. Isto aplica-se a qualquer decisão que tomem e é mesmo verdade. Podem crer que quando queremos muito algo, é meio caminho andado para que o objectivo seja cumprido. E nós estávamos decididos a ser bem sucedidos na missão de trazer a Teresa ao mundo.

Não foi nada fácil, mas pegámos no que a vida nos deu e lutámos pelo que é nosso. Imaginem: um casal jovem sem poupanças e a ter de construir tudo do zero numa questão de meses. Se conseguíamos dar conta de tudo sozinhos, os dois? Não sei. Tivemos muita ajuda, é um facto. Tivemos muita sorte e considero que foi uma bênção ter quem se preocupasse connosco e pudesse dar a mão. Mas também temos muito mérito pela nossa determinação, empenho e trabalho. Faço aqui um aparte para as mães solteiras deste mundo: vocês valem por mil mulheres numa só! Sozinha, então, eu não conseguiria dar conta do recado.

Um ano depois do início desta aventura, ainda há arestas para limar (quem não as tem em início de vida de adulto?), mas posso dizer-vos que cumprimos os nossos objectivos. Conseguimos! Temos a nossa família linda, temos a nossa casa, temos as nossas coisas, estamos organizados, somos autónomos e felizes. Temos muito mais do que muita gente que se massacra a matutar no tal futuro melhor e propício à família. Eu não me imagino mais feliz do que sou agora!

Tenho cá para mim que a Natureza se encarrega de equilibrar tudo à sua maneira. A taxa de natalidade estava a descer a pique nos últimos anos e, de repente, há bebés em todo o lado. Sem dúvida, ter um filho é uma decisão muito importante e de muita responsabilidade. Não condeno quem não os quer ter e dá prioridade a outras decisões, mas nesta questão da maternidade eu considero que não sou eu quem deve decidir sobre outra vida que não a minha. Felizmente, não fiquei sozinha.

Tudo acontece por um motivo. Para mim, ter filhos é uma bênção e, sem dúvida, um grande marco na realização pessoal. Se era agora o momento ideal? Se há coisas que gostava de ter feito e não fiz? Ser mãe não faz com que outros objectivos caiam por terra e, como referi antes, as condições são algo que se cria e as oportunidades são para agarrar quando surgem.

Quem não quer quando pode, não vai poder quando quiser. Pensem em quantas pessoas adiam o sonho da maternidade, pelos mais variados motivos. Pensem nas pessoas (muitas delas até podem estar dentro dos nossos círculos de amigos) que tentam ter filhos e não conseguem. Pesquisem sobre as estatísticas relacionadas com a reprodução e vejam para onde caminhamos com tantas preocupações. Temos filhos cada vez mais tarde e, muitas vezes, já nem os conseguimos fazer como antigamente. Vejam os números relativos às consultas de reprodução assistida em hospitais e clínicas privadas.

Deste lado, optámos por ser muito felizes com a sorte que nos calhou. Como devem calcular, o último ano foi uma (boa) montanha russa e é por causa de tudo o que há de novo que tenho estado ausente. Optámos por mudar um bocadinho os nossos caminhos, as nossas vidas deram uma volta de 180º, mas eu não poderia estar mais realizada. Ser mãe é mesmo, mesmo a melhor coisa do mundo!

Sem Assunto – Meia Dúzia de Dicas que Geram Ideias

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É sexta-feira à noite, não há vontade de sair e a lontrice doméstica deu para actualizar o blog. Mas há um problema: sobre o que escrever?

Sim, este é um post para os meus leitores e leitoras que também gostam de escrever e partilhar online.


Estão com falta de inspiração? Eu também.


E assim decidi aproveitar um não-assunto e transformá-lo num assunto. Porque, com jeitinho, tudo o que vos possa passar pela cabeça pode dar um post daqueles. A sério, é um grande desafio à criatividade e pode parecer estranho debitar umas linhas sobre, hipoteticamente, a maçaneta da porta, mas desde que haja vontade e algum brain storming, tudo é possível.

Quem sabe, a partir daqui, ficam com um montão de ideias de posts. Eu explico!


Peguem no computador, num caderno, post its e numa caneta. Ou lápis.


O que se pretende não é desatar a encher chouriços como se não houvesse amanhã. É dar uma ajudinha a quem gosta de escrever mas não tem uma gaveta de ideias. O que aqui partilho é o que funciona comigo e que fui aprendendo por conta própria e através da observação de outros blogs. Sigam as dicas:

  1. Léxico. Peguem numa palavra ou tema, preferencialmente dentro do que costumam abordar habitualmente. Agora, tentem lembrar-se de outras palavras relacionadas e o que poderiam dizer sobre elas.
  2. Recombinar. Já se perguntaram se disseram tudo o que havia a dizer, ou tudo o que tinham para partilhar sobre um determinado assunto? Existem imensas abordagens e interpretações diferentes para o mesmo foco.
  3. Perguntar. Se têm um blog, têm audiência. O mais provável é terem presença nas redes sociais. Criam interacção (que é óptima para o crescimento do vosso projecto!) e ao mesmo tempo têm a ajuda dos leitores. Mesmo que não queiram perguntar directamente, consultem as estatísticas relativas à vossa audiência e aposto que vão descobrir dados interessantes que vos darão novas ideias.
  4. Tags. Sem exagero! Sabem aquelas “correntes” em que fulano nomeia beltrano para responder a uma série de perguntas de ordens diversas? Há algumas engraçadas e dão pano para mangas.
  5. “Bengalas” online. Não subestimem o poder do Google Trends, e se não conhecem o Gerador de Ideias da Portent (um bocadinho como o que vos disse no ponto 2, mas mais eficiente!) e o Gerador de Assuntos do Hubspot, está mais que na hora de darem uma vista de olhos.
  6. Inspiração espontânea. Aqui a conversa é outra: tragam sempre papel e caneta convosco. Durmam com papel e caneta ao vosso lado. É quando menos esperamos que surgem algumas das nossas melhores ideias, e se não as registamos logo, muitas vezes vamos esquecer-nos. Não pode ser!

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Experimentem fazer como sugeri e depois contem-me se teve ou não resultado. Aqui, há uma pasta cheia de papelinhos e rascunhos com ideias que nunca mais acabam. Por vezes, o difícil é gerir o tempo e escolher no que pegar.

Boa escrita!

Os Meus Segredos de Beleza

Hoje partilho convosco alguns dos meus segredos de beleza. A convite da La Femme d’Argent, respondi a umas poucas questões sobre os meus hábitos e rotinas no que toca aos assuntos da vaidade. O resultado está a vista no vídeo acima. O vídeo é curtinho e creio que fui objectiva.

O batom é um dos que mostro neste post e prometo que em breve partilho convosco as máscaras de que falei. Agora que as hormonas andam aos saltos e a minha pele ficou seca e ainda mais desidratada, têm feito milagres!

Para quem ainda não conhecia, espero que gostem e que sigam o canal, tenho a certeza que encontram por lá dicas preciosas de beleza e maquilhagem.

Do Ano Velho e do Ano Novo

Playmobil Reyes
Pacote Playmobil alusivo aos Reis Magos

Está a chegar ao fim o Dia dos Reis e, consequentemente, está mais que na hora de pôr fim ao ócio blogosférico. A verdade é que tenho certa aversão a grandes mudanças e transições. Tem de ser tudo feito com calma, porque as novidades são muitas ultimamente e ainda não consegui assimilá-las todas. O bom disto é que, a partir de agora, tenho muito mais tempo para dedicar ao blog e irei fazê-lo. Porque quero e porque tem de ser, com muita honra!

Ainda venho a tempo de falar do Natal e da passagem para o novo ano? Sei que sim. Sou tão ou mais cusca que vocês que por aqui passam para ler o que escrevo. Adoro saber o que as pessoas recebem nos anos e no Natal, bem como os seus objectivos globais e reflexões. Não devo ser a única, e parece-me mais que justo partilhar convosco um bocadinho do que é meu.

Começando pela ordem natural dos eventos, há que regredir ao Natal. Fiquei surpreendida por ter recebido presentes para moi même. Amigos e família, vocês são fantásticos! Como vem aí um bebé e, em simultâneo, há as mudanças, pensei que os (poucos) presentes que viessem não seriam para mim. É claro que recebi muitas coisas boas para apetrechar a casa e para o enxoval da ervilha (que, a avaliar pela minha barriga, deve ser uma melancia), mas também fui muito mimada. E adorei tudo, tudo, tudo!

Para além do dinheirinho habitual, que dá muito jeito, recebi cosméticos de toda a espécie, roupa e acessórios. A ervilhinha teve direito a uma manta bem gira, muitas roupinhas, um saco de pano muito giro e um peluche em forma de elefante (tinha de ser). Para a casa, apesar de já termos quase todos os apetrechos de cozinha, ganhei um serviço de talheres de uso quotidiano, uma chaleira de assobio (sim, dou-lhe uso e considero-a essencial, chamem-me velhota se quiserem!), um serviço de café e um tabuleiro, ambos de uma colecção que já tínha visto e adorado. Também recebi velas giríssimas. Resumindo e concluindo: não vejo o chão ao meu quarto, que começa a ficar apinhado de caixas com tralhedo de toda a espécie. Foi um óptimo Natal no seu verdadeiro sentido e encheram-me de mimos.

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Imagem de fonte desconhecida.

Seguindo com a procissão, passemos aos clichés da transição do ano do calendário. 2015 foi uma montanha russa autêntica e 2016 há-de passar-se no mesmo modo. Trocando por miúdos, vai ser muito bom e espero estar à altura de todos os desafios.

O ano que começou há uns dias vai ter de ser o ano em que cresço e me transformo numa pessoa muuuito disciplinada. Vai ser duro, mas não estou sozinha.

  • Vou adoptar hábitos mais saudáveis, a sério. Já comecei há algum tempo, agora vai ser com rigor. Tenho de estabelecer boas rotinas de sono e comer convenientemente (em quantidade e qualidade).
  • Vou ter de gerir a casa de forma a ter sempre tudo organizado e não deixar faltar nada.
  • Não vou estoirar dinheiro em coisas supérfluas. Vou poupar tudo o que puder.
  • Vou cuidar de mim, da ervilha e da família.
  • Vou dedicar-me aos meus projectos pessoais, aqueles que vão sendo magicados e rascunhados ao longo dos anos nos cadernos.
  • Vou fazer por ter sempre o blog em dia.

É simples e é isto. Espero estar sempre por aqui para partilhar convosco as minhas peripécias, e que vocês continuem a acompanhar-me. Feliz 2016!

Testado – Kérastase Résistance Thérapiste

resistancetherapiste

Através do Youzz, tive a oportunidade de experimentar a nova linha de cuidados capilares da Kérastase, a linha Résistance Thérapiste. Tenho muitas coisas para vos contar sobre cabelos e nem estava bem nos meus planos experimentar novos produtos para já, que estava muito satisfeita com a rotina que mantinha. Só que convites destes não se recusam e, assim sendo, estou há um mês a experimentar esta novidade, em conjunto com a minha mãe.

Esta linha destina-se a cabelos muito danificados e submetidos a processos químicos. Tanto eu como a minha mãe (ela mais que eu), temos cabelos super ruins. Espessos, muito secos, rebeldes, sujeitos a colorações frequentes, muito calor e, no meu caso, um alisamento (melhor tomada de decisão de sempre!). Recebi três produtos para testar: o Bain Thérapiste, que é o “champô”; a Masque Thérapiste; o Sérum Thérapiste. Recebi, também, um montão de amostras de cada produto para distribuir.

O champô tem uma textura inovadora para o que estava habituada: assemelha-se mais a um condicionador consistente e quase não produz espuma (ainda menos que os champôs sem sulfatos habituais, sim!). Não deixa o cabelo ressequido. A máscara é super consistente e hidratante, mas não tanto como a que utilizava anteriormente. O sérum é eficaz, ajuda a texturizar o cabelo deixando-o solto mas domado, sem pesar, mas não considero que traga algo de novo. Toda a linha tem uma fragrância intensa e característica, que fica no cabelo por dias. Agrada-me ter o cabelo super bem cheiroso, mas não sei até que ponto a fragrância não poderá ser responsável por eventuais irritações do couro cabeludo.

Posso dizer que esperava mais desta linha. Não é má, de todo, mas face à rotina que já tinha adoptado antes de conhecer a Résistance Thérapiste, ficou abaixo das minhas expectativas. Sinto que, a nível de hidratação, não cumpre todas as necessidades do meu cabelo, e ainda menos as do cabelo da minha mãe. Sou eu que penteio o cabelo dela e bem noto a diferença! O cabelo não está tão maleável como antes, parece mais áspero. Das pessoas a quem distribuí as amostras, obtive dois tipos de opiniões (ah, é de salientar que os pacotinhos tinham tamanhos generosos e cada amostra deu para duas utilizações, no geral): as semelhantes à nossa cá de casa; as das amigas com cabelos mais “normais” mas ainda assim secos, que adoraram os produtos e que os apresentavam visivelmente mais brilhantes, macios e domados. 

Neste momento, só sobra o champô para contar a história. Este é um dos dramas de quem tem cabelos complicados e que as marcas ainda não entenderam: gastamos máscaras e produtos complementares à velocidade da luz. Adorava que pensassem nisto e concebessem embalagens maiores.

Resumindo e concluindo, é uma linha boa mas não creio que justifique o valor que lhe está associado. Ainda assim, caso estejam interessadas em experimentar (recomendo o champô, o champô!), podem encontrar tudo em salões de cabeleireiro. Em breve, sim, contem com um post com a rotina que deixa o meu cabelo super feliz!

Argent Makeup para as Newbies

Já foi há algum tempo que chegou o pincel nº 202 da Argent Makeup, e eu ainda não vos tinha falado dele. Como a marca já tem uns aninhos e, entretanto, muitas pessoas novas chegaram aqui ao burgo, melhor do que falar só do pincel, achei que poderia ser interessante dar um lamiré a todos os modelos que já existem e falar um bocadinho sobre a marca com a quem a sonhou e concretizou, a Tânia do La Femme d’Argent. Já sabem que tenho muito jeito para os vídeos (não, não, não!), mas melhor do que escrever é falar e, por isso, resolvemos gravar o vídeo acima.

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Caso queiram dar uma espreitadela no que já foi dito por mim sobre a marca, podem sempre fazê-lo clicando aqui. Com tudo o que já foi dito, não é necessário alongar-me muito mais, já que poderão ver a apresentação do pincel mais recente e até já falo da minha experiência. A questão do tamanho, que é uma espécie de “intermédio” do que é habitual encontrar num pencil brush, para mim é fulcral!

Como complemento, deixo-vos um outro vídeo que gravámos quase em simultâneo para o canal da Tânia, com as nossas respostas à tag Espelho Meu, que anda a circular por muitos blogs e canais.

Trio Maravilha

Há uns dias, a Ana do Mais Feminices desafiou-me a mostrar três produtos essenciais na minha necessaire, a propósito do terceiro aniversário do blog. O convite estendeu-se a mais bloggers, pelo que se passarem por lá verão como tem estado a correr o desafio.

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Para mim, é canjinha: a minha necessaire resume-se mesmo a três produtos que, por norma, são aplicados no autocarro a caminho do local de estágio. Dêem o desconto, às sete da manhã já estou fora de casa e se posso tratar da beleza no caminho, para quê sair mais cedo da cama?

São três produtos que me ajudam a não parecer um bicho: máscara (They’re Real, Benefit), blush (Luminizing Satin Face Color OR308-Starfish, Shiseido) e bálsamo labial (Soin des Lèvres, Caudalíe). O resto são detalhes. Não devo utilizar cores txanã, pelo que na melhor das hipóteses sou capaz de escolher quase aleatoriamente um batom discreto, consoante o humor matinal.

E vocês, que itens de maquilhagem essenciais trazem na vossa bolsa?

Calavera

De ano para ano, a adesão à celebração da Noite das Bruxas tem aumentado em Portugal. Conflitos culturais à parte, sou da opinião que qualquer pretexto para haver festa e máscaras é bom.

calavera

Este ano decidi ficar por casa, mas nem por isso deixei de fazer uma maquilhagem à altura da ocasião. Eu até ia ficar quietinha e vestir o pijama, mas para além de a Black Rose me ter desafiado a mostrar a minha maquilhagem de Halloween (e eu não consegui dar resposta atempadamente mas quis muito partilhar algo bonito com ela e convosco! Já agora, espreitem as maquilhagens das outras bloggers que ela convidou.), nunca se sabe quando aparece a miudagem à porta a pedir o Pão por Deus. No meu tempo, era coisa que só se pedia no dia 1 de Novembro, mas adiante…

Espero que não esteja ninguém a ler este post na noite de 31 para 1, que o ideal seria estar toda a gente a divertir-se fora de casa. Já que eu não fiz nada (a não ser a bela da calavera) para celebrar, aproveitem e divirtam-se por mim.

Têm o hábito de celebrar o Halloween? Qual foi a vossa máscara deste ano?

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Ah, a título de curiosidade, fiz isto num ápice e sem grandes recursos: utilizei um lápis branco, um kajal preto, a paleta Acid da Sleek e uma sombra azul da Stargazer. Os brilhantes foram comprados numa loja chinesa há muito tempo e apliquei-os com cola de pestanas. Simples, não?

Top 5 da Princesa Anna (Frozen)

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Fui desafiada pelo Body Shop Mania a escolher uma princesa Disney e a indicar quais seriam, na minha opinião, os produtos ideais para ela. A escolha era muito grande, e eu tive certas dúvidas, mas acabei por optar por uma das princesas mais recentes, a princesa Anna do filme Frozen. Se ainda não o viram, tratem de remediar esse assunto rapidamente, porque é excelente.

Costumo preferir vilões, mas não vieram a jogo e, em boa verdade, duvido que as bruxas da Disney cuidem da beleza – que, aliás, é um atributo que não têm. Quem me conhece, há-de perceber por que é que escolhi a princesa Anna.

Passando às escolhas e justificações, considero que, apesar de ser feminina, a princesa Anna é uma donzela pragmática. Para além disso, já é linda naturalmente. Não me parece que seja adepta de grandes maquilhagens, e o cabelo é longo e está sempre bem tratado, entre múltiplos penteados.

Assim sendo, escolhi os produtos que apresento na imagem. O 1. é a Big and Curvy Mascara, que os pestanões da Anna são um dos pontos a destacar e só se consegue um efeito destes com uma máscara à maneira. O 2. Lip & Cheek Stain é o outro essencial de maquilhagem da princesa, que tem um arzinho de saúde mas sem grandes cores e alaridos. Como disse, ela é muito pragmática e a sua maquilhagem é muito simples. O truque para o cabelo brilhante e sedoso, bem tratado e resistente às mudanças de penteado é o 3. Rainforest Radiance Detangling Spray, que ajuda a proteger a cor arruivada do sol e de outras adversidades enquanto desembaraça eficazmente. O melhor é que cheira a mirtilos, e a princesa Anna adora, com toda a certeza, as fragrâncias dos frutos do bosque. Por isso mesmo, o seu perfume de eleição é o 4. Early-harvest Rasperry EDT. O nome fala por si! Como em Arendelle pode fazer muito frio, e o frio tende a deixar-nos com a pele do rosto com aparência estranha e pouco saudável no que toca à cor, tenho a certeza que a princesa utiliza o item 5. Vitamin E Cool BB Cream para assegurar a hidratação da pele ao mesmo tempo que uniformiza a sua tonalidade.

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Concordam com as minhas escolhas? Qual é a vossa princesa Disney preferida?