Categoria: Cultura

ÉTER (Passatempo Flash)

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Na semana passada, perguntei-vos se queriam ir ao teatro. Hoje, digo-vos que vamos ao Teatro. Isto é, a Guida e o UmColetivo têm um bilhete duplo para oferecer, para a estreia de ÉTER no Teatro Turim no próximo dia 4 de Abril. Para se habilitarem a receber o convite, só preciso que me digam quem interpreta a peça. Caso estejam interessados, leiam a sinopse e a ficha técnica e preencham o formulário.

O passatempo estará no ar até às doze horas do dia três de Abril e será divulgado o vencedor no próprio dia.

Sinopse

Éter constrói-se sob o signo da espera: das palavras de uma atriz e um dramaturgo

nasce um texto que reflete sobre as paisagens e desencontros onde esperamos, porque

esperamos, com quem esperamos. Esboça-se uma pátria do amanhã e das esperanças num

diálogo íntimo com a lenda de D. Sebastião e a poesia de Fernando Pessoa. Éter faz uma

releitura do mito e coloca questões seculares portuguesas na contemporaneidade. Seremos

nós aqueles por quem esperamos?

Ficha Artística/Técnica

Texto original | Cátia Terrinca e Ricardo Boléo

Coordenação dramatúrgica | Ricardo Boléo

Criação de espaço cénico | Cátia Terrinca, Miguel Rebelo e Ricardo Boléo

Interpretação | Cátia Terrinca e Miguel Rebelo

Voz Off | Ricardo Boléo

Imagem | Sara Vicente

Comunicação | Sónia Salvador

Produção | UmColetivo

Co-produção | Teatro Turim

Apoios | Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Odivelas, CP – Comboios de

Portugal, Coolaudio, NESCAFÉ Dolce Gusto, Domani Store, Tropitur, SOU, Teatro de

Carnide, Escola Superior de Teatro e Cinema

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Dia do Pai Achocolatado

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Defendo a teoria de que pequenos detalhes fazem toda a diferença. Para as pessoas de quem mais gosto e que me acarinham e cuidam de mim diariamente, gosto de oferecer este mundo e o outro, mas também gosto dos presentes mais simples, dos mimos e das guloseimas que adoçam a boca.

Neste Dia do Pai, decidi presentear o melhor pai do mundo com uma caixa de chocolates da Magia Pura a condizer com a ocasião. A Magia Pura é cá das minhas, que sabe perfeitamente que os olhos também comem e que os pormenores são muito importantes para que mais tarde, depois da gula, sobrem boas memórias do presente que oferecemos.

O Dia do Pai já era, mas a Páscoa já está bem perto de acontecer e, de qualquer forma, qualquer ocasião é boa para celebrar com artigos únicos feitos com muito amor e carinho. Não há só caixas de chocolates personalizadas: na Magia Pura há mesmo magia e projectos originais que se encontram a um clique de distância de nós.

De todas as pessoas cá de casa, o papá é o que menos chocolates pode comer. Mas não faz mal, ele conhece bem o dom da partilha e, vendo bem as coisas, um dia não são dias e as datas especiais são para ser comemoradas!

Leiam, por favor!

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Se há coisa que me aflige relativamente ao futuro da nossa sociedade, é o desinteresse pela leitura. Compreendo que as pessoas têm gostos e interesses diferentes, mas fico sem esperança quando oiço coisas do tipo “Eu nunca li um livro!”, como se fosse motivo de orgulho. Parece que, hoje em dia, ser estúpido é motivo de orgulho. A cultura geral das pessoas é má. Acredito que, muitas vezes, as pessoas têm a mente fechada porque nunca deixaram que os livros lhes oferecessem horizontes mais largos. Pensam que este problema é um exclusivo da minha geração? Desenganem-se, que conheço pessoas mais velhas (e mais novas, também) que se confinam à ignorância por opção. Hoje em dia, não há pretextos para tal. Temos toda a informação possível ao nosso dispor.

Eu leio desde os três anos e não me imagino num mundo sem livros. As pessoas não têm curiosidade? Não querem saber mais, aprender coisas, ser melhores com a leitura? As pessoas sabem, por exemplo, dizer que o Saramago não presta, que não sabe escrever. Alguma vez o leram? Sabem escrever melhor que ele? Se sabem, por que é que não o fazem?

Nem peço para lerem um livro a sério, leiam outra coisa qualquer. Jornais, blogs, até um Twilightzinho da vida serve. Já não é nada mau. As pessoas deveriam dar o benefício da dúvida à leitura e criar o compromisso de ler um livro do princípio ao fim. Acredito que muito boa gente acabaria por descobrir que, afinal, ler é muito bom.

2013 Esmeralda

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Gosto de ver as cores que o Pantone reserva para cada ano. Para 2013, parece que a cor escolhida é o verde Emerald. Sou menina para gostar muito de todas as cores e tonalidades, mas o esmeralda está entre as minhas favoritas. Estou mais satisfeita com o Emerald do que com o Tangerine Tango no ano passado.

Querem que vos mostre algumas sugestões com a cor do ano?

Gostam de verde esmeralda ou nem por isso?

Sim ou Sopas? #10

Sim, sopas, muitas sopas, que com este tempo de sopa não há quem aguente. Parece que o clima arrefeceu muito de repente e eu que sou de extremos estou para aqui a tremelicar com frio.

São três e quinze da manhã e eu acabei de comer uma valente tigela de canja, e já tenho uma botija quentinha aos pés. Confesso que já tinha saudades disto. É muito bom enquanto funciona para aquecer! Lá para Janeiro, nem assim se resolve o problema.

E vocês? Sim ou sopas para o tempo frio?

Sim ou sopas para as sopas e canjas?

Quatro Anos de Guida

Foi no dia 12 de Outubro de 2008 que foi criado o blog A Guida É que Sabe. Parece que foi ontem! Sabem por que é que o tempo passa a correr? Porque adoro ter assunto para vos falar e às vezes isso exige procura e muita paciência. Porque vocês estão sempre cá para dizer alguma coisa e sem leitores isto não ia a lado nenhum. Porque conheci muitas pessoas e tive oportunidades que de outra forma nunca teriam surgido. Porque ganhei amigos deste meio. Porque vir aqui sempre que posso me faz feliz!

Muito obrigada por terem estado sempre com a Guida ao longo destes quatro anos e preparem-se porque ainda não me cansei, este blog é um assunto sério e por isso venham mais quatro anos!

Agora, até me ficava mal ir embora sem postar a bela da música do Batatoon. Quem se lembra?

Coisas que os aliens raptaram #13 – Chá Pink Lennon

Por esta altura devem estar todos a pensar que pirei de vez.

Há cerca de um ano e meio, numa apresentação da Artistry promovida pelo The Beauty and The Best, a Inês serviu-me um chá delicioso chamado Pink Lennon. Até me disse na altura onde é que o podia encontrar, mas nunca consegui encontrar o sítio. Costumamos dizer que se existe, está no Google. Neste caso, eu não estou maluquinha e, mais uma vez, não encontro o bendito chá em motor de busca nenhum e ninguém sabe do que se trata.

O que é que aconteceu ao Pink Lennon? Foi raptado pelos aliens?

O Chinês Clandestino

Hoje têm direito a um dos posts mais surreais deste blogue. E têm de ficar informad@s desde já que escusam de pedir pormenores sobre a localização deste brilhante sítio de que vos vou falar porque, como devem imaginar, ainda quero ir lá comer algumas vezes antes que alguém decida fechar o estaminé e mandar os senhores chineses de regresso para a China.

Na blogosfera mais próxima até já se riem de mim cada vez que falo no chinês clandestino, mas já começam a haver testemunhas de que não vale a pena ter preconceitos, porque quando se experimenta visitar o sítio, quer-se sempre regressar.

O chinês clandestino, como é conhecido, é uma espécie de restaurante que funciona num apartamento onde moram mesmo pessoas. Fica algures na velha Lisboa, no Martim Moniz, num prédio velho. As mesas são pegajosas. As cadeiras são pegajosas. Tudo é pegajoso. Mas o ambiente é muito bom, porque quem nos atende são pessoas infinitamente simpáticas e o mais provável é termos de dividir a mesa com outros clientes que vão surgindo.

Para o jantar? Bom, têm duas páginas com uma listagem enorme de pratos que podem pedir. As doses são enormes e muito baratas. Não idealizem o menu, porque garanto que a comida lá não tem nada a ver com a que costumamos encontrar em restaurantes chineses. É lá que como o melhor arroz xau-xau de sempre (que é castanho!), o melhor chao min, entre outras coisas. A galinha com amêndoas não tem nada a ver com a que é apresentada nos outros chineses. Catrapisquei fotos do arroz e da galinha à Beatriz para vos mostrar.

Sim, da primeira vez que vamos lá temos medo de já não sair. Asneiras. Até posso não saber muito bem o que tenho no prato, mas ainda estou viva e a comida é tão, tão, tão boa!

Chinês que é chinês é atencioso, por isso gosto do detalhe de oferecerem sempre os aperitivos, o chá e a laranja à sobremesa.

Quem mais já lá foi?

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