Categoria: Cozinha

Semi-frio de chocolate

Adoro quando a mamã me chama à cozinha para a ajudar a fazer um petisco. Adoro aprender a fazer coisas com ela e adoro ter sobremesas prontas para comer quando me dá na telha.

Já há muito tempo que não partilhava nada disto convosco.

Ontem à noite, fizemos um semi-frio de chocolate. A ideia não foi minha, mas as ideias de génio sobram para as mães em grande parte dos casos. Quem tem mãe, tem tudo!

Foi muito simples e foi tudo feito a olhómetro:

  • Batemos meio litro de natas e adicionámos algum açúcar. Deixámos cerca de 1/3 do preparado à parte.
  • Aos restantes 2/3 das natas juntámos 1 tablete de chocolate de culinária derretida.
  • Derretemos umas quantas folhas de gelatina e distribuimos pelos preparados anteriores.
  • Numa forma, colocámos metade de um pão de ló (cortado na horizontal).
  • Vertemos uma parte de natas com chocolate, depois as natas simples, depois o resto das natas com chocolate.

Levámos ao frigorífico por cerca de 3h e o resultado foi este: uma delícia!

Coisas que os Aliens Raptaram #10 – Muitas Coisas!

Eis que dou por mim a conversar sobre coisas boas para petiscar que havia antes e que desapareceram. É triste, senhores, mas é verdade. Vamos cá ver se alguém partilha das minhas perdas e se alguém conhece boas alternativas:

  • As meias noites (pãezinhos pequeninos que eram uma espécie de cruzamento entre a brioche e o pão de leite);
  • O Plus. Com ele, desapareceram os chocolates recheados de geleia de laranja, as bolachas de manteiga cobertas de chocolate, as asinhas de frango de barbecue congeladas;
  • Os biscoitos de noz e chocolate do Carrefour;
  • As bolachas de chocolate e avelã e o licor de cereja do Lidl;
  • Os Petits Filous. Até havia uns em tubinhos, de frutos, tão bons.

Lembrei-me agora disto tudo, é uma pena que tenha sido tudo varrido dos mercados nacionais.

Qualquer dia, fazem desaparecer a lasanha do Lidl e a pizza carbonara do Pingo Doce.

Uma pena, uma pena…

Intolerâncias Alimentares

Comer é uma das necessidades básicas à nossa sobrevivência. Não sei como é quanto a vocês, para mim comer é um grande prazer. Sou muito niquenta com a comida, mas como muito. Bem sei que eventualmente poderia estar em melhor forma se fosse mais selectiva com os alimentos que ingiro (e estou a trabalhar nisso, na qualidade e na quantidade), mas não deixo de afirmar que aquele sentimento de fome que nos alerta que está na hora de comer é bom. Não imaginam como é desesperante não ter fome. Por vezes acontece-me, e custa-me imenso necessitar de alguém que me alerte que tenho de ir comer. Quando não ocorre nada anormal relativamente aos meus hábitos e a fome se manifesta, sou uma gulosa. Isto nem sempre é bom. Sabem quando gostam muito de uma comida mas ela não vos faz sentir muito bem?

Por vezes, podemos ser intolerantes a determinados tipos de alimentos. Muitas vezes, nem damos por isso. Noutras, sabemos nitidamente o que é que nos faz mal. Também acontece termos uma série de chatices sem saber o motivo, e muitas vezes a causa reside num alimento chato que o nosso organismo não quer. Nisto das intolerâncias há que ter a noção que todos somos diferentes.

 

No meu caso, sempre soube, de caras, que sou intolerante ao leite e aos ovos. São o tipo de alimentos que geram mal estar gástrico e muita indisposição. No entanto, sofro de uma série de problemas que gostava de ver resolvidos e por isso estava curiosa quanto aos testes de intolerâncias alimentares. Quem sabe, a alimentação poderia ser a origem de tudo.

Assim que apanhei uma promoção catita numa clínica, lá fui eu fazer um teste por biorressonância. O processo é simples e indolor: são colocados uns ímans especiais nos nossos polegares e lá são analisadas as intolerâncias. Foi confirmado o que eu já sabia quanto ao leite e aos ovos, e descobri que a minha maior intolerância a par com estes grupos alimentares é o grupo das ervilhas e afins.

Sabendo o que o meu organismo tolera ou não, cabe-me a mim decidir o que fazer. Posso continuar a ingerir uma série de alimentos a que sou intolerante mas cujos sintomas sempre passaram despercebidos, ou posso mudar. Confesso que não fui radical, nem acho isso saudável. Fui mudando. Evito os alimentos aos quais sou intolerante ou potencialmente intolerante (aqueles que pontuam no meio termo, que são números negativos mas que ainda não correspondem ao limite da intolerância) e tento ingerir aqueles que tolero de forma equilibrada.

Já sabia que sou intolerante aos ovos e molhos à base de ovos, ao leite, ao iogurte, às natas. Descobri que sou intolerante ao leite condensado, ao leite de soja, às ervilhas, às favas, ao feijão frade, ao grão de bico, às lentilhas, ao milho, à soja fresca. Posso queixar-me? É que tirando os ovos, gosto de tudo isto.

Descobri que o meu organismo é neutro (isto é, devo ingerir com moderação) para enguias, salmão, salmonete, sardinhas, solha, tamboril, truta, alface, beterraba, chicória, couve de bruxelas, couve-flor, escarola, espargos, espinafres, repolho, cerveja, coca-cola, refrescos, alho porro, chucrute, pepino, pimento,  pimentão, rábanos, bolachas integrais, corn flakes, croissants, donuts, farinhas, farturas/churros, leveduras, linhaça, polenta, agrião, alho, cebolinho, ketchup, mostarda, salsa, vinagre, abacate, abóbora, acelgas, aipo, alcachofra, azeitonas, beringela, brócolos, cebola, courgette, couves, funcho, fiambre, fígado, línguas, enchidos, rins, salsichas, toucinho, açúcares, chocolate/cacau em pó, chocolates, nutella, gasosa, mel, torrão, amoras, figos, ginjas, groselha, kiwi, limão, manga, maçã golden, morangos, pêssego, romã, tangerina, uvas, sumos, cenoura, cogumelos, tomate. Sim, dei-me mesmo ao trabalho de escrever isto tudo, e mesmo assim abreviei. É para verem a quantidade de coisas que são testadas e manifestar o meu aborrecimento porque apesar de não gostar de muita coisa destes grupos, adoro alface, espargos, espinafres, cerveja, bolachas, corn flakes, papas, agrião, salsa, abóbora, beringela, brócolos, salsichas, chocolates, amoras, kiwi, pêssego, cenouras e cogumelos. Sendo que os últimos desta lista que vos transcrevi são aqueles que mais se aproximam da intolerância. Um drama!

À vontade, teoricamente posso comer frutos secos e sementes, cerejas, framboesas, marmelos e marmelada, anchovas, atum, bacalhau, besugo, carapau, dourada, linguado, peixe-espada, pescadinha, robalo, carnes de aves, cafés e chás, anis, açafrão, canela, caril, cominhos e outras especiarias, aditivos alimentares, espumante/champanhe, vinhos, queijos, azeites e manteigas, batata, massa, pizza, arroz, cereais, aguardente, conhaque, gin, licores, rum, vodka, whisky, ananás, banana, laranja, melancia, melão, nectarina, papaia, pomelo, pêra, pães, tapioca, caracol, caranguejo, caviar, choco, gambas, lagosta, lavagante, lulas, mexilhão, ostras, pernas de rã, polvo, vieira, bacon, carnes vermelhas. Sim, tenho um organismo muito fino que deve gostar de caviar mas eu não. A bem dizer, gosto do quê? Meia duzia de frutos secos, cerejas, framboesas, atum, carnes, café e chá, batata, massa, arroz, cereais, banana, laranja, melancia, papaia, pêra, bacon… E é tudo. E detesto marisco e nem sequer posso comê-lo.

Sabem que mais? Logo no início, depois de ter o resultado do teste nas minhas mãos, decidi experimentar cortar do meu regime alimentar os alimentos que à partida me fazem mal. E notei diferenças. A minha pele melhorou, ficou com menos imperfeições e mais luminosa. Senti-me mais leve. Menos inchada. Fiquei menos cansada. Emagreci qualquer coisa. As crises de enxaqueca desapareceram. Tonta sou eu que não continuei nesse bom caminho.

Agora, estou a pensar em retomar essa boa mudança. A ver se a saúde melhora de vez, que é isso que se quer. Cá me oriento sozinha.

Mais alguém experimentou fazer um teste de intolerâncias? Que tal os resultados?

Isto marchava ao almoço!

Eu sei que é uma bomba calórica e sei que eventualmente a maior parte de vocês nem mete os pés no KFC por um motivo ou por outro. Eu também deixei de lá ir, praticamente, porque se é para gastar dinheiro em comida fora de casa, que seja em algo mais substancial.

A verdade é que a minha paixão pelo Coronel Inglês (a típica sandes com panado + maionese + alface, com o bónus do bacon) continua bem viva e tive de arranjar uma maneira de remediar a situação. Diga-se de passagem que fui descobrir que era mais fácil do que parecia e que sabe ainda melhor feito em casa! Sim, já experimentámos fazer isto várias vezes. Correu bem e recomenda-se.

Esqueçam a parte do molho de barbecue, que nunca vi disso cá e dispenso experimentar. Esqueçam também a pimenta em pó, porque duvido que a encontrem num supermercado normal e sinceramente não faz grande diferença. Esqueçam o queijo. De resto, é tal e qual como o Nicko faz no vídeo e não precisam de perceber grande coisa de inglês porque parece-me que os gestos chegam para entender!

Bem, se vocês virem a quantidade de comida boa que faz mal que o homem publica no canal… Nham nham

Salsichas furadas?

Penso que já toda a gente viu umas imagens que circulam de há uns tempos para cá, com esparguetes espetados em salsichas que dão um efeito bastante engraçado depois da massa cozer.

Às vezes sou pior que as crianças, e por isso tive de experimentar. O truque resulta, aconselho-vos a utilizar salsichas de cachorro ou salsichas frescas em vez das enlatadas (temo que se desfaçam na cozedura. Alguém já experimentou?). É só espetar os esparguetes crus nas salsichas e levar a cozer normalmente. Não há nada mais simples!

É um espectáculo, especialmente porque assim já não nos atrapalhamos a enrolar esparguete no garfo. Falo por mim, sou um desastre: há sempre fios pendurados e a cair do garfo. Assim, basta espetar o garfo na salsicha que o esparguete vem logo na medida certa e sem confusão.

Claro que fazer massa sem cogumelos nem natas é quase impossível para mim, daí o estardalhaço no prato. Mas isso já não é novidade para vocês, pois não?

Ok, isto é o fim do mundo e vamos todos morrer. Numa destas noites, à conversa com a Marta, apercebi-me que já não existem Galak Buttons. E o pior é que tenho muitas, muitas saudades destas pastilhas de chocolate branco.

Não entendi! Lembro-me que durante os meus tempos de Secundário ainda existia, pelo menos em bastão, que é a última recordação que tenho do Galak. Mas os botões é que eram…

Nestlé, o que é que vos passou pela cabeça? Isto é um crime!

É que o Galak não era simples chocolate branco… Era O Chocolate Branco.

Sou só eu ou há por aí mais gente à espera de satisfações pela desaparição do chocolate do golfinho?

[:en]

So, this is the end of the world and we’re all going to die. One of these nights I was talking to Marta and I figured out there are not Galak Buttons in Portugal anymore. The worst is that I really miss these white chocolate buttons.

I did not understand! I remember when I was in highschool they were still available, at least in the shape of sticks, which is actually the last memory I have of Galak. But the buttons were the best thing in this world…

Nestle, tell me what went through your minds. This is a crime!

Galak was not simply white chocolate… It was The White Chocolate.

Is it only me or are there more people wanting to know what happenned to the dolphin chocolate?

30 Dias de Desafio de Beleza – Dia 28 – A tua bebida preferida[:en]30 Days Beauty Challenge – Day 28 – Your favorite Beverage

~~~Cháaa, chá da Índia, chá da Pérsia, chá chinês! ~~~

Quem se lembra do reclame?

É, sou doidinha por chá. Se for quente, um tanto melhor. Só o bebo sem açúcar. A toda a hora. É como se a caneca fosse um apêndice meu! Verde e lúcia-lima são os preferidos.

 

Também querem participar no desafio? Regras aqui.

 [:en]

The video is an old ad from a portuguese cell phone services provider, with a silly song about tea.

Yes, I am mad for tea. If it is hot/warm, it gets even better. Even in summer. I only drink unsweetened tea. Anytime, anywhere. It is as if the mug was a part of me! Green and VERBENA tea are my favorites.

Want to take part of the challenge? Check the rules HERE.

30 Dias de Desafio de Beleza – Dia 24 – O teu prato preferido[:en]20 Days Beauty Challenge – Day 24 – Your favorite dish

Quando era mais novinha, lembro-me que a certa altura do ano, quando fazia calor, havia paparotes. Tenho a certeza que muit@s de vós passaram pela mesma experiência e, para quem não sabe, os paparotes são uma mistura de amoras esmagadas com açúcar. Há quem os coma nas folhas ou, para as pessoas mais niquentas (como eu, claro está), vai à colher, da tigela.

Agora é raro encontrar amoras por aí e as do supermercado custam os olhos da cara, tal como qualquer outro fruto silvestre. Para além disso, nem sequer sabem ao mesmo. As congeladas e os doces de amora não são opção, nem sugiram tal blasfémia.

Fazer o quê? Ficam na memória até à próxima vez…