Categoria: Cozinha

Feijão Arroz

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Na Feira dos Santos, encontrei os feijões minúsculos da imagem e fiquei muito curiosa com eles.

Parecem feijão frade em miniatura, e diz o conhecimento popular que são de outra família, a do feijão frade verde.

São o feijão arroz.

Trouxe para experimentar, pois desconhecia totalmente esta espécie, mas agora não sei bem o que lhes fazer. Para além das típicas saladas e dos guisados, claro. Conhecem o feijão arroz? Que costumam fazer com ele?

Estava a planear fazer hambúrguers com estes feijões, mas não sei se a experiência vai correr bem.

Sei que com o feijão frade funciona, e a grande diferença entre o feijão frade e o feijão frade verde e o feijão arroz é que os dois últimos não largam caldo na cozedura.

Se alguém souber mais coisas sobre o feijão arroz, que na Internet não encontro nada muito esclarecedor. Aparecem-me espécies completamente diferentes ou receitas de arroz com feijão…

Chá Bonito

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Sendo eu uma pessoa que gosta muito de bibelots e quinquilharias, e que liga muito aos detalhes, acabo por me munir sempre de objectos que para as outras pessoas não teriam grande utilidade.

Ontem, numa visita ao IKEA, deparei-me com os passadores de chá VÅGRÄT.

Estavam perto da caixa de pagamento. Eu, que estava quase a celebrar sair do IKEA sem trazer nada para mim, acabei por não conseguir cometer tal proeza e lá trouxe os benditos passadores em forma de flor.

Não são nada de mais, há outros passadores muito mais baratos, mas a verdade é que estes são mais bonitos e têm outro charme. E são mais fáceis de limpar, na minha opinião, do que os que têm molas, fechos e correntes.

Quem não tem cão, caça com gato. Já que é quase impossível ter chás de jasmim daqueles em que as flores que estão na chávena de chá são mesmo verdadeiras, resolve-se o assunto desta maneira.

Mac & Cheese à maneira

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Reza a lenda que uma das estrangeirices apetitosas mais cobiçadas é o mac & cheese.

Falo por mim, até há relativamente pouco tempo não gostava de queijo nem com molho de tomate.

Entretanto, descobri que derretido até marcha, e desde então tive certa curiosidade com este petisco guloso de que tanto falam os nossos amigos americanos.

Contudo, só tinha confeccionado com sucesso a versão de plástico da Liberty. É deliciosa, mas tinha a certeza que conseguiria algo melhor se fizesse em casa. Mas nada saía bem, independentemente da receita que experimentasse.

Até que a Chocopink mostrou fotografias de um mac & cheese com aspecto divinal e eu, cusca que sou, tive de ir a correr perguntar se havia receita!

Eu sei que a minha fotografia parece algo dos primórdios da fotografia digital, mas convenhamos que à hora da refeição, foi muita a sorte de ter pegado no telemóvel antes de atacar o jantar.

Antigamente, antes de comer, rezava-se. Hoje, fotografa-se a comida para mostrar no Instagram.

Mesmo assim, está com óptimo aspecto.

É claro que há receita, e algumas de vós também quiseram saber dela. Agradeçamos à Tânia e à amiga, que me deram a receita e permitiram que a partilhasse!

Digo-vos desde já que não tem nada que enganar, é mesmo muito simples de confeccionar e o sucesso é garantido.

Para 6 pessoas, basta fazer o seguinte:

  • Cozam 1kg de massa de cotovelinhos.
  • Em simultâneo, dá para preparar o molho que se vai juntar à massa: num tacho ao lume, juntem 50g de margarina e 2 colheres de sopa de farinha.
  • Quando a mistura ficar espessa e amarelada, adicionem 700ml de leite. É muito importante mexer continuamente para não formar grumos.
  • Quando a mistura estiver a ferver, juntem queijo cheddar e parmesão a gosto (utilizámos 1 barrinha de cada, compradas no supermercado). Mistura-se tudo até o molho ficar homogéneo.
  • Deitem a massa cozida num tabuleiro e cubram com o molho de queijo.
  • Numa panela à parte, faz-se a mistura da cobertura: pão ralado, paprika, noz moscada e 1 ou 2 colheres de sopa de margarina. Quando estiver tudo envolvido, polvilha-se a massa com esta mistura.
  • Dá para cobrir com bacon e queijo ralado a gosto.
  • Levem o tabuleiro ao forno a gratinar até a massa ficar tostada na superfície e… Enjoy!

É uma espécie de paraíso num pirex. Experimentem. A sério. Garanto-vos que não se arrependem!

Bolos de Mel

bolos de mel receita culinária

Vamos começar bem a semana?

Não sei como é convosco, mas cá por casa gostamos de reservar parte do fim-de-semana para preparar doces e salgados para petiscar durante toda a semana. É terapêutico, porque adoramos cozinhar.

Para além disso, acabamos por poupar tempo e dinheiro na preparação das merendas que levamos connosco para o trabalho, escola e afins e a comida caseira sabe sempre muito melhor.

Esta semana, calhou fazer bolos de mel.

Há algum tempo que não os comíamos e são muito fáceis e rápidos de fazer, com a vantagem de durarem imenso tempo sem se estragarem. São tipo biscoito, rijos. A receita é da mamã mas fui eu que fiz tudo sozinha.

Modéstia à parte, acho que ficaram muito bem!

Ingredientes:

  • 2 canecas de açúcar
  • 2 canecas de azeite
  • 6 ovos
  • 4 colheres de sopa de mel
  • 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
  • 2 colheres de chá de fermento
  • farinha até a massa estar boa para tender

Como fazer:

  1. Misturem tudo num alguidar, com as mãos, até a massa estar boa para tender.
  2. Moldem bolinhas pequenas e coloquem-nas em tabuleiros de ir ao forno.
  3. Pincelem cada bolinho com ovo, para que fique com aspecto brilhante e apetecível.
  4. Levem ao forno até dourar.

Esta receita dá para muitos bolos (na foto mostro cerca de 1/10 da receita), pelo que é mesmo muito económica.

Os scones da Joana

scones receita fácil

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scones receita fácil

scones receita fácil

scones receita fácil

Há muito tempo que não comia scones e o tempo frio e chuvoso já convida a tal.

Depois de ver a receita e os scones da Joana, tivemos de experimentar.

Isto de se ser aselha e de o forno ao dispor ser o sarilho do costume fez com que a obra de arte não saísse tão bonita como seria de esperar. Primeiro, os scones ficaram gigantes.

Eu fazia bolinhas pequeninas, diziam-me que achavam que assim iam ficar muito pequenos. Ok, albarda-se o burro à vontade do dono.

Depois, a meio da cozedura andávamos a separar scones porque estavam todos amontoados a um canto no tabuleiro.

Passou-me pela cabeça que pudesse ser a falta de farinha na forma untada, mas cá em casa já tenho feito bolos desta mesma forma e nunca tal desastre me aconteceu.

O que importa é que finalmente consegui fazer algo bastante delicioso naquele forno, porque o normal é que fique tudo esturricado ao fim de dois minutos lá dentro.

scones receita fácil

Trouxe a imagem da receita do The Paper and Ink e espero que a Joana não leve a mal!

Para quem não entende inglês, não há coisa mais simples.

Precisam de:

  • 225g de farinha
  • 40g de açúcar
  • 1 colher de chá de fermento
  • 1 ovo (batido)
  • 6 colheres de sopa de leite
  • 1 colher de sopa de margarina
  • 1 pitada de sal
  1. Num recipiente, mistura-se a farinha, o açúcar, o fermento e o sal.
  2. Depois, juntam-se o leite, o ovo e a margarina.
  3. Quando a mistura estiver homogénea é só amassar com as mãos e fazer bolinhas como se fosse pão.
  4. Leva-se ao forno numa forma untada e espera-se até os scones estarem douradinhos.

É muito simples e rápido e têm um lanche divinal na hora. Podem comer os scones quentes ou frios, com doce ou chocolate. Ou vazios. Ou com manteiga, que é como gosto deles.

Milkybar = Galak?

Chá Pink Lennon – Coisas que os aliens raptaram

the beatles chá pink lennon

Por esta altura devem estar todos a pensar que pirei de vez.

Há cerca de um ano e meio, numa apresentação da Artistry promovida pelo The Beauty and The Best, a Inês serviu-me um chá delicioso chamado Pink Lennon.

Até me disse na altura onde é que o podia encontrar, mas nunca consegui encontrar o sítio. Costumamos dizer que se existe, está no Google.

Neste caso, eu não estou maluquinha e, mais uma vez, não encontro o bendito chá em motor de busca nenhum e ninguém sabe do que se trata.

O que é que aconteceu ao Pink Lennon? Foi raptado pelos aliens?

O Chinês Clandestino

Hoje têm direito a um dos posts mais surreais deste blogue.

E têm de ficar informad@s desde já que escusam de pedir pormenores sobre a localização deste brilhante sítio porque, como devem imaginar, ainda quero ir lá comer algumas vezes antes que alguém decida fechar o estaminé e mandar os senhores chineses de regresso para a China.

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Na blogosfera mais próxima até já se riem de mim cada vez que falo no chinês clandestino, mas já começam a haver testemunhas de que não vale a pena ter preconceitos, porque quando se experimenta visitar o sítio, quer-se sempre regressar.

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O chinês clandestino, como é conhecido, é uma espécie de restaurante que funciona num apartamento onde moram mesmo pessoas. Fica algures na velha Lisboa, no Martim Moniz, num prédio velho.

As mesas são pegajosas. As cadeiras são pegajosas. Tudo é pegajoso.

Mas o ambiente é muito bom, porque quem nos atende são pessoas infinitamente simpáticas e o mais provável é termos de dividir a mesa com outros clientes que vão surgindo.

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Para o jantar? Bom, têm duas páginas com uma listagem enorme de pratos que podem pedir. As doses são enormes e muito baratas.

Não idealizem o menu, porque garanto que a comida lá não tem nada a ver com a que costumamos encontrar em restaurantes chineses.

É lá que como o melhor arroz xau-xau de sempre (que é castanho!), o melhor chao min, entre outras coisas.

A galinha com amêndoas não tem nada a ver com a que é apresentada nos outros chineses. Catrapisquei fotos do arroz e da galinha à Beatriz para vos mostrar.

Sim, da primeira vez que vamos lá temos medo de já não sair. Asneiras. Até posso não saber muito bem o que tenho no prato, mas ainda estou viva e a comida é tão, tão, tão boa!

Chinês que é chinês é atencioso, por isso gosto do detalhe de oferecerem sempre os aperitivos, o chá e a laranja à sobremesa.

Quem mais já lá foi?

Chinês Clandestino Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Semi-frio de chocolate

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Adoro quando a mamã me chama à cozinha para a ajudar a fazer um petisco.

Adoro aprender a fazer coisas com ela e adoro ter sobremesas prontas para comer quando me dá na telha.

Já há muito tempo que não partilhava nada disto convosco.

Ontem à noite, fizemos um semi-frio de chocolate. A ideia não foi minha, mas as ideias de génio sobram para as mães em grande parte dos casos. Quem tem mãe, tem tudo!

Foi muito simples e foi tudo feito a olhómetro:

  • Batemos meio litro de natas e adicionámos algum açúcar. Deixámos cerca de 1/3 do preparado à parte.
  • Aos restantes 2/3 das natas juntámos 1 tablete de chocolate de culinária derretida.
  • Derretemos umas quantas folhas de gelatina e distribuimos pelos preparados anteriores.
  • Numa forma, colocámos metade de um pão de ló (cortado na horizontal).
  • Vertemos uma parte de natas com chocolate, depois as natas simples, depois o resto das natas com chocolate.

Levámos ao frigorífico por cerca de 3h e o resultado foi este: uma delícia!

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Salsichas Furadas

salsichas furadas esparguete

Penso que já toda a gente viu umas imagens que circulam de há uns tempos para cá, com esparguetes espetados em salsichas que dão um efeito bastante engraçado depois da massa cozer.

Às vezes sou pior que as crianças, e por isso tive de experimentar. O truque resulta, aconselho-vos a utilizar salsichas de cachorro ou salsichas frescas em vez das enlatadas (temo que se desfaçam na cozedura. Alguém já experimentou?).

É só espetar os esparguetes crus nas salsichas e levar a cozer normalmente. Não há nada mais simples!

É um espectáculo, especialmente porque assim já não nos atrapalhamos a enrolar esparguete no garfo. Falo por mim, sou um desastre: há sempre fios pendurados e a cair do garfo.

Assim, basta espetar o garfo na salsicha que o esparguete vem logo na medida certa e sem confusão.

Claro que fazer massa sem cogumelos nem natas é quase impossível para mim, daí o estardalhaço no prato. Mas isso já não é novidade para vocês, pois não?