Categoria: Cozinha

Bolos de Mel

bolos de mel receita culinária

Vamos começar bem a semana?

Não sei como é convosco, mas cá por casa gostamos de reservar parte do fim-de-semana para preparar doces e salgados para petiscar durante toda a semana. É terapêutico, porque adoramos cozinhar.

Para além disso, acabamos por poupar tempo e dinheiro na preparação das merendas que levamos connosco para o trabalho, escola e afins e a comida caseira sabe sempre muito melhor.

Esta semana, calhou fazer bolos de mel.

Há algum tempo que não os comíamos e são muito fáceis e rápidos de fazer, com a vantagem de durarem imenso tempo sem se estragarem. São tipo biscoito, rijos. A receita é da mamã mas fui eu que fiz tudo sozinha.

Modéstia à parte, acho que ficaram muito bem!

Ingredientes:

  • 2 canecas de açúcar
  • 2 canecas de azeite
  • 6 ovos
  • 4 colheres de sopa de mel
  • 2 colheres de chá de bicarbonato de sódio
  • 2 colheres de chá de fermento
  • farinha até a massa estar boa para tender

Como fazer:

  1. Misturem tudo num alguidar, com as mãos, até a massa estar boa para tender.
  2. Moldem bolinhas pequenas e coloquem-nas em tabuleiros de ir ao forno.
  3. Pincelem cada bolinho com ovo, para que fique com aspecto brilhante e apetecível.
  4. Levem ao forno até dourar.

Esta receita dá para muitos bolos (na foto mostro cerca de 1/10 da receita), pelo que é mesmo muito económica.

Os scones da Joana

scones receita fácil

scones receita fácil

scones receita fácil

scones receita fácil

scones receita fácil

Há muito tempo que não comia scones e o tempo frio e chuvoso já convida a tal.

Depois de ver a receita e os scones da Joana, tivemos de experimentar.

Isto de se ser aselha e de o forno ao dispor ser o sarilho do costume fez com que a obra de arte não saísse tão bonita como seria de esperar. Primeiro, os scones ficaram gigantes.

Eu fazia bolinhas pequeninas, diziam-me que achavam que assim iam ficar muito pequenos. Ok, albarda-se o burro à vontade do dono.

Depois, a meio da cozedura andávamos a separar scones porque estavam todos amontoados a um canto no tabuleiro.

Passou-me pela cabeça que pudesse ser a falta de farinha na forma untada, mas cá em casa já tenho feito bolos desta mesma forma e nunca tal desastre me aconteceu.

O que importa é que finalmente consegui fazer algo bastante delicioso naquele forno, porque o normal é que fique tudo esturricado ao fim de dois minutos lá dentro.

scones receita fácil

Trouxe a imagem da receita do The Paper and Ink e espero que a Joana não leve a mal!

Para quem não entende inglês, não há coisa mais simples.

Precisam de:

  • 225g de farinha
  • 40g de açúcar
  • 1 colher de chá de fermento
  • 1 ovo (batido)
  • 6 colheres de sopa de leite
  • 1 colher de sopa de margarina
  • 1 pitada de sal
  1. Num recipiente, mistura-se a farinha, o açúcar, o fermento e o sal.
  2. Depois, juntam-se o leite, o ovo e a margarina.
  3. Quando a mistura estiver homogénea é só amassar com as mãos e fazer bolinhas como se fosse pão.
  4. Leva-se ao forno numa forma untada e espera-se até os scones estarem douradinhos.

É muito simples e rápido e têm um lanche divinal na hora. Podem comer os scones quentes ou frios, com doce ou chocolate. Ou vazios. Ou com manteiga, que é como gosto deles.

Milkybar = Galak?

Chá Pink Lennon – Coisas que os aliens raptaram

the beatles chá pink lennon

Por esta altura devem estar todos a pensar que pirei de vez.

Há cerca de um ano e meio, numa apresentação da Artistry promovida pelo The Beauty and The Best, a Inês serviu-me um chá delicioso chamado Pink Lennon.

Até me disse na altura onde é que o podia encontrar, mas nunca consegui encontrar o sítio. Costumamos dizer que se existe, está no Google.

Neste caso, eu não estou maluquinha e, mais uma vez, não encontro o bendito chá em motor de busca nenhum e ninguém sabe do que se trata.

O que é que aconteceu ao Pink Lennon? Foi raptado pelos aliens?

O Chinês Clandestino

Hoje têm direito a um dos posts mais surreais deste blogue.

E têm de ficar informad@s desde já que escusam de pedir pormenores sobre a localização deste brilhante sítio porque, como devem imaginar, ainda quero ir lá comer algumas vezes antes que alguém decida fechar o estaminé e mandar os senhores chineses de regresso para a China.

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Na blogosfera mais próxima até já se riem de mim cada vez que falo no chinês clandestino, mas já começam a haver testemunhas de que não vale a pena ter preconceitos, porque quando se experimenta visitar o sítio, quer-se sempre regressar.

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O chinês clandestino, como é conhecido, é uma espécie de restaurante que funciona num apartamento onde moram mesmo pessoas. Fica algures na velha Lisboa, no Martim Moniz, num prédio velho.

As mesas são pegajosas. As cadeiras são pegajosas. Tudo é pegajoso.

Mas o ambiente é muito bom, porque quem nos atende são pessoas infinitamente simpáticas e o mais provável é termos de dividir a mesa com outros clientes que vão surgindo.

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Para o jantar? Bom, têm duas páginas com uma listagem enorme de pratos que podem pedir. As doses são enormes e muito baratas.

Não idealizem o menu, porque garanto que a comida lá não tem nada a ver com a que costumamos encontrar em restaurantes chineses.

É lá que como o melhor arroz xau-xau de sempre (que é castanho!), o melhor chao min, entre outras coisas.

A galinha com amêndoas não tem nada a ver com a que é apresentada nos outros chineses. Catrapisquei fotos do arroz e da galinha à Beatriz para vos mostrar.

Sim, da primeira vez que vamos lá temos medo de já não sair. Asneiras. Até posso não saber muito bem o que tenho no prato, mas ainda estou viva e a comida é tão, tão, tão boa!

Chinês que é chinês é atencioso, por isso gosto do detalhe de oferecerem sempre os aperitivos, o chá e a laranja à sobremesa.

Quem mais já lá foi?

Chinês Clandestino Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

Semi-frio de chocolate

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Adoro quando a mamã me chama à cozinha para a ajudar a fazer um petisco.

Adoro aprender a fazer coisas com ela e adoro ter sobremesas prontas para comer quando me dá na telha.

Já há muito tempo que não partilhava nada disto convosco.

Ontem à noite, fizemos um semi-frio de chocolate. A ideia não foi minha, mas as ideias de génio sobram para as mães em grande parte dos casos. Quem tem mãe, tem tudo!

Foi muito simples e foi tudo feito a olhómetro:

  • Batemos meio litro de natas e adicionámos algum açúcar. Deixámos cerca de 1/3 do preparado à parte.
  • Aos restantes 2/3 das natas juntámos 1 tablete de chocolate de culinária derretida.
  • Derretemos umas quantas folhas de gelatina e distribuimos pelos preparados anteriores.
  • Numa forma, colocámos metade de um pão de ló (cortado na horizontal).
  • Vertemos uma parte de natas com chocolate, depois as natas simples, depois o resto das natas com chocolate.

Levámos ao frigorífico por cerca de 3h e o resultado foi este: uma delícia!

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Salsichas Furadas

salsichas furadas esparguete

Penso que já toda a gente viu umas imagens que circulam de há uns tempos para cá, com esparguetes espetados em salsichas que dão um efeito bastante engraçado depois da massa cozer.

Às vezes sou pior que as crianças, e por isso tive de experimentar. O truque resulta, aconselho-vos a utilizar salsichas de cachorro ou salsichas frescas em vez das enlatadas (temo que se desfaçam na cozedura. Alguém já experimentou?).

É só espetar os esparguetes crus nas salsichas e levar a cozer normalmente. Não há nada mais simples!

É um espectáculo, especialmente porque assim já não nos atrapalhamos a enrolar esparguete no garfo. Falo por mim, sou um desastre: há sempre fios pendurados e a cair do garfo.

Assim, basta espetar o garfo na salsicha que o esparguete vem logo na medida certa e sem confusão.

Claro que fazer massa sem cogumelos nem natas é quase impossível para mim, daí o estardalhaço no prato. Mas isso já não é novidade para vocês, pois não?

Galak Buttons – Coisas que os aliens raptaram

galak buttonsOk, isto é o fim do mundo e vamos todos morrer.

Numa destas noites, à conversa com a Marta, apercebi-me que já não existem Galak Buttons.

E o pior é que tenho muitas, muitas saudades destas pastilhas de chocolate branco.

Não entendi! Lembro-me que durante os meus tempos de Secundário ainda existia, pelo menos em bastão, que é a última recordação que tenho do Galak. Mas os botões é que eram…

Nestlé, o que é que vos passou pela cabeça? Isto é um crime!

É que o Galak não era simples chocolate branco… Era O Chocolate Branco.

Sou só eu ou há por aí mais gente à espera de satisfações pela desaparição do chocolate do golfinho?

Paparotes

amorasQuando era mais novinha, lembro-me que a certa altura do ano, quando fazia calor, havia paparotes.

Tenho a certeza que muit@s de vós passaram pela mesma experiência e, para quem não sabe, os paparotes são uma mistura de amoras esmagadas com açúcar.

Há quem os coma nas folhas ou, para as pessoas mais niquentas (como eu, claro está), vai à colher, da tigela.

Agora é raro encontrar amoras por aí e as do supermercado custam os olhos da cara, tal como qualquer outro fruto silvestre.

Para além disso, nem sequer sabem ao mesmo. As congeladas e os doces de amora não são opção, nem sugiram tal blasfémia.

Fazer o quê? Ficam na memória até à próxima vez…