Categoria: Cozinha

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A propósito do World Baking Day, que se celebrou no passado dia 18 de Maio, a Vaqueiro promoveu um workshop de bolos e bolinhos na sua Academia de Sabores e eu tive o prazer de estar presente. Quem me convidou foi a Tralhas Grátis, que também levou a sua amiga Joana. Comilona como sou, adoro estas oportunidades que servem para me ajudar a cozinhar melhor. Já se sabe que as tardes com amigos são as melhores, e esta não foi excepção.

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O chef Pedro Marques orientou todas as pessoas presentes através da criação de grupos para confeccionarem diferentes receitas. Ao nosso encargo, ficou um naked cake com três camadas diferentes (uma com massa de bolos “simples”, outra de chocolate e outra com frutos vermelhos). O chef deu imensas dicas gerais antes de nos dedicarmos ao fabrico das guloseimas e esteve sempre por perto para ajudar e esclarecer quaisquer dúvidas.

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Durante a preparação dos bolos, numa fase em que já todos estavam encaminhados e a cozinhar, tivemos o privilégio de ouvir o fotógrafo Nicolas Lemonnier, da revista Saberes & Sabores, dar explicações sobre como tirar fotografias de alimentos.

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Idealmente, teríamos necessitado de mais algum tempo para que o nosso bolo ficasse perfeito. Não deu tempo de uma das camadas arrefecer totalmente mas, ainda assim, saiu um petisco que nem vos digo, nem vos conto. Estava delicioso!

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No final, o resultado foi uma mesa cheia de bolos e bolinhos muito apetitosos. Desapareceram num ápice! Adorei esta experiência e, por mim, haveria mais momentos destes de amigos e culinária com frequência. Fiquei cheia de motivação para fazer mais doces em casa, embora nem sempre o tempo disponível no dia-a-dia seja favorável para estas aventuras.

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Mais tarde, se desejarem, posso partilhar convosco a receita do nosso bolo. E vocês, costumam cozinhar muitos bolos?

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Com a aproximação do Verão, todos os anos, o interesse por métodos de perda de peso de forma rápida cresce exponencialmente. As pessoas já deviam saber que não há milagres e que é importante manter um estilo de vida saudável, com um regime alimentar equilibrado e prática de exercício físico regular, durante todo o ano. Ultimamente andam em voga os chamados tratamentos “detox”, que na maior parte das vezes não são saudáveis, sequer, e pouca consistência há para que se tornem fiáveis.

Dentro do que tenho lido, houve algo que despertou a minha curiosidade apesar de em Portugal ainda não ter visto muito sobre o assunto: os chás detox, ou teatox. Se circularem por páginas americanas ou australianas, vão encontrar toneladas de artigos e fotografias com os supostos milagres deste tipo de produto.

Antes de mais, é preciso ter muito cuidado. Não se pode partir do pressuposto que um chá, por ser feito de substâncias naturais (plantas), não é perigoso. Nunca é de mais ler sobre os diferentes elementos de uma infusão, quais as suas propriedades, como interagem uns com os outros e com o nosso corpo. Em caso de dúvida, o melhor é sempre pedir informação junto de quem percebe do assunto.

Pesquisei sobre várias marcas que oferecem este tipo de produto e, pasmem-se, várias são as que incluem laxantes e outras substâncias suspeitas na sua constituição. De todas as que procurei, fiquei curiosa e quis experimentar o Tiny Tea Teatox da Your Tea. Fiz uma encomenda que demorou cerca de duas semanas a chegar a partir da Austrália. Felizmente, não ficou presa na alfândega.

O Tiny Tea Teatox contém chá oolong, sementes de Senna obtusifolia, folha de lótus, bagas de pilriteiro. É dos poucos, senão o único, deste género que não contém componentes laxantes. Resumidamente, promete ajudar a reduzir o típico inchaço abdominal que se manifesta no quotidiano e a promover a perda de peso. Existem programas de 14 e de 28 dias, sendo que o pack que experimentei foi o primeiro. Recomenda-se que sejam ingeridas três chávenas de chá por dia, cerca de meia hora antes das refeições. Não existem objecções à ingestão de outras bebidas ou alimentos e a Your Tea salienta a importância da manutenção de estilos de vida saudáveis.

Fiz o teste há algum tempo e creio que é importante deixar aqui as minhas conclusões. Relembro, mais uma vez, que não há milagres. Estes tratamentos podem ser um complemento de outras medidas já adoptadas e os seus resultados são, na maioria das vezes, temporários. Não notei que motivasse alguma perda de peso, ou se o fez não foi significativo. Confirmo que não teve quaisquer efeitos adversos. Pelo contrário, enquanto tomei o Tiny Tea Teatox senti-me bem, mais leve, menos inchada no geral. Posteriormente, claro, voltou tudo ao normal. Para mim, este tratamento não foi sacrifício nenhum porque adoro chá e não o dispenso diariamente. Achei o sabor agradável, mas posso ser suspeita para alguma de vós porque não sou esquisita com chás e bebo-os sem açúcar.

Creio que a toma deste chá valeu a pena pelo bem-estar que me proporcionou, mas parece-me que há soluções semelhantes, do tempo dos nossos avós, nas lojas de produtos naturais que nos rodeiam a preços muito mais simpáticos. Cada caixa deste tratamento custa, no mínimo, 25€. Não acho que compense a despesa nem sei de onde vem o hype das estrangeiras com este tipo de produto.

Estejam atentas, leiam muito e informem-se antes de investir em promessas de milagres de emagrecimento. Não se esqueçam que nada se ganha sem esforço. Mantenham-se bonitas, defendam a vossa saúde!

Fotografias comestíveis?

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Sim, é essa a proposta da Boomf quando disponibiliza um serviço online onde podemos converter fotografias do Instagram em marshmellows. Descobri a Boomf por acaso, e diz a própria marca que se chama assim porque “boomf” é o barulho da caixa dos marshmellows a aterrar no tapete da nossa porta de entrada. Lá originais são eles, e como fiquei bastante interessada no conceito e no produto (ideias para presentes originais nunca são de mais!), entrei em contacto e resolvi pedir uma caixa só para mim.

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Não é uma guloseima barata, mas vale a pena por ser tão diferente do habitual, e é muito simples de encomendar! Basta seleccionar 9 fotografias (para 9 marshmellows, que são o conteúdo de cada caixa) de um Instagram à nossa escolha. O pagamento é feito via Paypal, e tem o valor fixo de £12. Não precisamos de nos preocupar com portes. Assim que a encomenda é expedida, dão-nos um número de rastreio compatível com os CTT (que realizam as entregas cá em Portugal). No site, avisam que a entrega pode demorar mais tempo, mas a minha caixa chegou uma semana após ter realizado a encomenda.

O único senão é mesmo a parte de comer o conteúdo da caixa. Não que os marshmellows saibam mal, pelo contrário. Custa porque dá pena comer algo tão bonito! Fiquei encantada, e só fico a torcer para que ampliem a gama de serviços. Para quem estiver a ler e quiser ideias de um potencial negócio, fica aqui registado que quero chocolates com fotografias!

De ficar com os olhos em bico.

Sabem por que é que os chineses têm os olhos em bico? Porque estão tão fartos de comer arroz que já apoiam a cara nas mãos, com os olhos puxados de aborrecimento, à hora de comer. Outra vez arroz?

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Piadolas à parte, fiquei de olhos em bico, pela positiva, quando vi que fui seleccionada para a campanha da Uncle Ben’s no Youzz (antigo Embaixadores). Cá em casa, não somos grandes arrozeiros (com muita pena minha), mas grande parte do arroz que consumimos é da Uncle Ben’s. Grão Longo, simples, sem grandes mixórdias. Os motivos são simples: apesar de ser do arroz mais caro do mercado, é o que é mais simples de confeccionar. Não há como falhar, coze rapidamente e nunca fica empapado.

Nunca experimentámos a versão integral, nem o basmati (não veio na campanha mas, por ser a minha variedade de arroz favorita e nunca ter experimentado desta marca, tenho de o trazer da próxima vez que for às compras). Já sei que estas versões sobram para mim. O arroz “normal” é muito bem vindo e sempre é menos um gasto para os próximos tempos. Também recebi quatro frascos de molho, dois de chili e dois de molho agridoce. Sou muito esquisita, e torço o nariz ao molho agridoce porque já o conheço, mas o resto da família adora. Ando a mentalizar-me que tenho de experimentar o chili. Se tiverem sugestões, agradeço. Senão, seguirei a recomendação do rótulo e irei cozinhar com carne picada. Será que fica bom com massa? Ok, voltemos ao arroz.

Fico muito grata por ter sido integrada nesta campanha e ainda estou na fase das experiências e da divulgação. Tenho dado vales de desconto a toda a gente. Assim que tiver feedback sobre os produtos que não conheço, contar-vos-ei de minha justiça.

Para quem diz que no Youzz nunca se é seleccionado para campanha nenhuma, aqui têm a prova do contrário. Registem-se, que vale a pena!

Guia dos Presentes Low Cost

Ou guia dos presentes para trocas comprados à última hora para portuguesas falidas. Já se sabe como é, o Natal aproxima-se, o tempo e o dinheiro rareiam e há montes de jantares, almoços, trocas e imprevistos de última hora que precisam de ser resolvidos. Ideias, aceitam-se!

Pois bem, pela saúde das vossas carteiras e para que ninguém moa os nervos a tentar lembrar-se de presentes decentes para as colegas e amigas, cá vai a minha selecção dos 10 presentes até 5€ que irão agradar, com toda a certeza, a quem os receber. Assim, ninguém declara bancarrota. E, sim, é tudo facílimo de encontrar em lojas físicas portuguesas e rapidamente se despacham da missão das compras. Espero ajudar alguém e receber as vossas sugestões, caso tenham algo a acrescentar!

Presentes Low Cost

  1. Meias Primark – Longe vão os tempos em que as meias eram feias e monótonas. Na Primark, há toneladas de meias quentinhas com padrões bonitos. E o melhor é que cada tamanho dá para uns quantos números diferentes, pelo que não deve haver grande margem de erro.
  2. Passador de Chá Ale Hop – Dá jeito, mais não seja quando estamos doentes. Estes, da Ale Hop, para além de práticos, embelezam as nossas chávenas de chá.
  3. EDT Suddenly Madame Glamour Lidl – Por falar em aromas, se a vossa presenteada tem um nariz refinado e gosta de fragrâncias como o Coco Mademoiselle da Chanel (entre outros Chypres) mas a vossa carteira não pode acompanhar esses luxos, por que não dar uma oportunidade a este perfume? Prometo que não se vão arrepender!
  4. Bálsamo Baby Lips Maybelline – À venda em qualquer hipermercado, este bálsamo labial tem dado que falar. E por bons motivos! É que consegue combinar hidratação com uma aplicação que não pesa, com sabores deliciosos, a preços mega acessíveis. Existem várias cores (o da imagem é incolor), que apenas dão um tonzinho de saúde aos lábios.
  5. Creme de Mãos Cuide-se Bem d’O Boticário – Esquisitices à parte, creme de mãos é algo que toda a gente usa. Se for bem cheiroso e eficaz, um tanto melhor. Este hidratante de Amêndoas e Baunilha chama a atenção em todo o lado pelo seu aroma delicioso e ajuda a manter as mãos em condições durante o tempo frio.
  6. Elásticos H&M – Uma opção de elásticos para o cabelo que tem sido muito badalada, e com mais pinta que os Invisibobble. Estes, para além de serem mesmo muito resistentes, também ficam bonitos como pulseiras.
  7. Elásticos Invisibobble – Também têm feito furor, e por menos de 5€ é possível encontrar pequenas caixas com 3 elásticos. Existem um pouco por todo o lado, especialmente em farmácias e parafarmácias. Agora no Natal, até existe um pack temático (o da imagem).
  8. Lanterna de dínamo Ljusa IKEA – Este é um item indispensável em casa, na mala ou no porta-luvas do carro. Nunca se sabe quando vai faltar a luz, e uma lanterna de dínamo é uma opção segura para termos sempre por perto porque não precisamos de nos preocupar com pilhas ou carregadores. Neste caso, ainda por cima, é uma lanterna cheia de estilo!
  9. Fragrâncias em Óleo – Já ouviram falar de aromaterapia? Acho que ninguém fica zangada por receber fragrâncias para o ambiente como deve ser, e a The Body Shop é rica em opções, com o bónus de sabermos que todos os produtos são feitos em conformidade com o respeito pelas comunidades.
  10. Gel Tint Essence – Mesmo quem não liga muito a maquilhagem, não dirá que não a um produto tão versátil como um tint: tanto pode ser utilizado como lip stain ou como blush, poupando tempo e espaço na bolsa. E este é tão económico, que nem parece verdade!

Dietox: a experiência

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Prometi-vos que apesar de ter partilhado várias considerações sobre o regime Dietox no Facebook, no dia em que o cumpri, fazia aqui no blog um apanhado de toda a experiência. Por isso, cá vamos nós.

Como sabem, o meu dia de regime foi a passada quarta-feira, dia 27 de Novembro. Foi um dia relativamente calmo, já que este tipo de regime com jejum líquido não é aconselhado em dias de muito movimento porque tem um aporte calórico muito baixo que pode não assegurar algumas necessidades energéticas. O aconselhável é que nos dias anterior e posterior à dieta cumpramos um regime alimentar saudável, livre de gorduras e excessos no geral.

Começando pelo princípio, não cumpri os hábitos alimentares saudáveis no dia anterior à dieta. Comi sopa, fruta e salada, mas… Também ataquei um belo rolo de carne com batatas fritas ao jantar! Passando ao dia de Dietox, começou muito bem.

Continuo sem saber quais são os ingredientes que compõem as garrafas da edição de Inverno, apesar de ter sido oficialmente lançada no dia 1. O batido nº 1 soube muito bem (se tivesse de adivinhar, diria que é uma mistura de citrinos e cenoura) e ajudou-me a acordar. Habitualmente, não consigo tomar o pequeno-almoço assim que acordo porque fico indisposta, mas desta feita correu tudo bem. O formato do gargalo da garrafa, na minha opinião, ajuda a que a ingestão dos batidos seja feita de forma lenta, tal como aconselham que seja feito (cada garrafa deve ser ingerida em 30 minutos, no mínimo). Assim sendo, creio que o facto de ter ingerido o batido nº 1 vagarosamente terá contribuído para o facto de me ter sentido surpreendentemente bem disposta. O batido nº 2 também foi uma tarefa fácil de completar, já que é um batido verde docinho (consegui distinguir sabores que devem corresponder a kiwi, banana e maçã).

Eis que chega a hora de almoço. Não houve sensações de fome ou cansaço até então, e está na hora de ingerir o batido nº 3. Apesar de não saber a composição do batido de Inverno, na página do Facebook do Dietox informaram que o nº3 corresponderia a uma espécie de creme de abóbora. Fixe, pensei eu, adoro abóbora e ainda por cima já me livrei do tomate (que detesto) da versão de Verão. Ainda por cima, este batido da versão de Inverno pode ser aquecido. Ouro sobre azul, pensei eu, que adoro sopa. Não imaginam o sacrifício que foi comer todo o batido à colher, e aquecido ainda me soube pior. Teria trocado por uma posta de peixe cozido (que detesto) sem pensar duas vezes. Esqueçam as sopas das cantinas escolares, hospitais e afins. Esqueçam a sopa instantânea. O batido nº3 do Dietox é pior. Mas, enfim, marchou. Salvou-me o chá verde que bebi a seguir (sim, bebi muita água e muito chá verde durante o dia, é hábito meu) para tirar o sabor do batido da boca, mas mesmo assim fiquei agoniada e com medo do batido seguinte, pelo que o deixei de lado o máximo que pude.

Não podia adiar mais o meu confronto com o batido nº 4, pelo que comecei a bebê-lo a medo. Não tardou muito para descobrir que podia continuar a aventura sem medos: este é o batido mais delicioso de todo o regime. Deve ter frutos vermelhos e banana, pelo menos foi o que consegui distinguir. E adorei! Chegar quase ao fim do dia só com 4 batidos, a resistir a todas e quaisquer tentações (é complicado fazer um regime destes numa casa onde há chocolates por todo o lado) é proeza.

Os últimos dois batidos podem ser aquecidos, mas depois da experiência traumatizante do batido nº3, não me apanham a cometer o mesmo erro novamente. O batido nº 5 é verde, como o nº2, mas as semelhanças ficam por aí. Bebi-o fresco, mas deparei-me com dois pequenos problemas: primeiro, este batido sabia tão mal como o batido nº 3. Terrível, verde de mais, foi como beber a praça toda misturada sem qualquer harmonia entre os vegetais. Depois, curiosamente, não tinha fome. Sentia o meu estômago cheio. Como aconselham a beber pelo menos 2/3 de cada garrafa, foi mesmo isso que aconteceu: bebi o que tinha a beber, com esforço, e não terminei a garrafa. Exteriormente, o batido nº 6, o último, é o que tem pior aspecto por ser acastanhado. Não posso dizer que seja o pior, mas também me custou a bebê-lo e também não consegui terminar a garrafa. A primeira impressão foi que este era o melhor batido, soube-me a praliné. O problema foi o sabor com que fiquei na boca depois de engolir o primeiro gole. Torna-se amargo! Bebi o que tinha a beber e…

Fiquei feliz porque consegui cumprir o desafio a que me tinha proposto! Conclusões da experiência em forma resumida: faz-se bem. Há coisas piores, e fome não tive. Também não fiquei cansada, por aí a desfalecer. Se há tentações? Há, mas é só um dia, três no máximo (para quem cumpre os 3 dias de Dietox) e há que ter força de vontade. O que é que me fez mais confusão durante este dia? Não, não foram os sabores de alguns dos batidos; foi o facto de não haver nada para mastigar. Passando aos efeitos: no dia seguinte, acordei com muita vivacidade e, por incrível que pareça, com a pele mais limpa, radiante. Estive atenta à questão do peso, só por curiosidade, e perdi 1,5kg. No imediato, não senti os efeitos diuréticos – esses vieram mais tarde, e realmente não sei de onde saiu tanto líquido. Já li alguns relatos de pessoas que querem devorar este mundo e o outro no dia seguinte ao regime, por aqui não houve sensações dessas. Comi normalmente (vá, de forma não saudável), em quantidades inferiores às que estou habituada porque não senti necessidade de comer mais. Acho que um dia de Dietox de vez em quando não faz mal nenhum.

Se é um regime caro? Depende do ponto de vista, e só acede quem quer. Podem fazer algumas variantes em casa, há muitas receitas online, é questão de encontrarem aquelas que melhor servem os vossos interesses (nutricionais, digo). O Dietox tem a vantagem de ser muito mais prático e podermos ficar descansados porque já temos tudo aquilo de que necessitamos dentro das garrafinhas. Se é um regime adequado a quem quer perder peso? Não, é um regime de detox, serve para compensar o nosso organismo face a alguns excessos que cometemos. Pode ser um bom aliado para quem pretende iniciar um regime alimentar saudável mas não sabe como ou não tem a motivação necessária, mas sozinho não faz milagres. Se querem perder peso, adoptem estilos de vida saudáveis: tenham um regime saudável e equilibrado diariamente e façam exercício físico.

Já se sabe o que acontece na época do Natal e do Ano Novo, pelo que o Dietox pode ser uma boa opção para ajudar a voltar à normalidade depois das festas.

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Há cerca de duas semanas, conheci uma espécie de dieta detox que me deixou com a pulga atrás da orelha, chamada Dietox. Antes de mais, quero deixar bem esclarecido (para quem acabou de chegar aqui e não me conhece) que não sou nenhuma maníaca das dietas nem tenho complexos com a minha aparência ou com o meu peso. Pelo contrário, tenho a auto-estima nos píncaros e sou (muito) comilona. E o pior é que quando me dá para comer, raramente me apetece algo saudável e acabo por me empanturrar com tudo o que é alimento engorda.

Conhecem aquele sentimento do pós-festa (conhecem, pois, e acredito que grande parte de vós vai matar as saudades que não tem já daqui a umas semanas), em que só nos apetece beber chá e mandar o nosso estômago para a reforma? Acontece muito por aqui, e não é nada bom, porque se por um lado nos privamos de uma série de excessos, por outro também não estamos a fornecer ao nosso organismo uma série de nutrientes essenciais. E é aqui que nasce o meu interesse pelo regime Dietox.

O Dietox destaca-se de muitos regimes do género logo à partida porque é 100% natural, sem corantes nem conservantes, feito à base de cerca de 15 superalimentos vegetais, oferecendo assim todos os benefícios de um “jejum” tradicional à base de chás/sumos e caldinhos agoniantes, mas sem sensações de fome ou cansaço (a ver vamos) e com a garantia da nutrição necessária para fazer um reset saudável ao nosso corpo. É composto por 6 garrafas de 400ml com diferentes conteúdos adequados às necessidades dos diferentes momentos do dia, que é suposto beber ao longo do dia.

Obviamente, o ideal é não ingerir quaisquer alimentos, sumos, café ou refrigerantes durante a duração deste regime, que pode estender-se até 3 dias (tempo máximo de conservação das bebidas, no frigorífico, para não se estragarem). Contudo, não há restrições à ingestão de água ou chá verde. Se dá para preparar os sumos/batidos em casa e ao nosso gosto? Possivelmente, mas o Dietox é mais cómodo e é completo.

Não é qualquer pessoa que pode experimentar o Dietox: devem evitar este regime as pessoas que têm alergias a algum dos ingredientes que compõem as bebidas, doentes tuberculosos, pessoas com magreza extrema ou distúrbios alimentares, insuficiência renal, doença cardíaca, diabetes, grávidas/lactantes e crianças. Em caso de dúvida, todas as informações sobre o regime estão no site e aconselho que falem com o vosso médico.

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Foi-me concedida a oportunidade de experimentar um dia deste detox, e é o que vou fazer durante o dia de amanhã. Espero conseguir relatar a experiência no Facebook e, no fim do dia, publicar o meu veredicto final aqui no blog. Por ora, gostava de conseguir falar mais dos ingredientes que compõem o meu Dietox, mas terá de ficar para depois. É um aspecto a melhorar: a minha caixa com as 6 garrafas não trazia qualquer guia de instruções ou composição, dado que estaria toda a informação no site. Contudo, e apesar de a garrafa número 1 mencionar que esta é a versão de Verão, as cores dos sumos/batidos coincidem com a versão de Inverno (três das bebidas podem ser aquecidas) que será lançada no próximo dia 1 de Dezembro, e não encontro informação relativa às composições desta edição.

Temo pelas minhas papilas gustativas e pelas tentações que podem surgir, por isso, desejem-me sorte!

Feijão arroz, qual arroz com feijão!

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Na Feira dos Santos, há uns dias, encontrei os feijões minúsculos da imagem e fiquei muito curiosa com eles. Parecem feijão frade em miniatura, e diz o conhecimento popular que são de outra família, a do feijão frade verde. São o feijão arroz.

Trouxe para experimentar, pois desconhecia totalmente esta espécie, mas agora não sei bem o que lhes fazer. Para além das típicas saladas e dos guisados, claro. Conhecem o feijão arroz? Que costumam fazer com ele? Estava a planear fazer hambúrguers com estes feijões, mas não sei se a experiência vai correr bem. Sei que com o feijão frade funciona, e a grande diferença entre o feijão frade e o feijão frade verde e o feijão arroz é que os dois últimos não largam caldo na cozedura.

Se alguém souber mais coisas sobre o feijão arroz, que na Internet não encontro nada muito esclarecedor. Aparecem-me espécies completamente diferentes ou receitas de arroz com feijão…

Chá Bonito

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Sendo eu uma pessoa que gosta muito de bibelots e quinquilharias, e que liga muito aos detalhes, acabo por me munir sempre de objectos que para as outras pessoas não teriam grande utilidade.

Ontem, numa visita ao IKEA, deparei-me com os passadores de chá VÅGRÄT perto da caixa de pagamento. Eu, que estava quase a celebrar sair do IKEA sem trazer nada para mim, acabei por não conseguir cometer tal proeza e lá trouxe os benditos passadores em forma de flor. Não são nada de mais, há outros passadores muito mais baratos, mas a verdade é que estes são mais bonitos e têm outro charme. E são mais fáceis de limpar, na minha opinião, do que os que têm molas, fechos e correntes.

Quem não tem cão, caça com gato. Já que é quase impossível ter chás de jasmim daqueles em que as flores que estão na chávena de chá são mesmo verdadeiras, resolve-se o assunto desta maneira.

Mac & Cheese à maneira

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Reza a lenda que uma das estrangeirices apetitosas mais cobiçadas é o mac & cheese. Falo por mim, até há relativamente pouco tempo não gostava de queijo nem com molho de tomate. Entretanto, descobri que derretido até marcha, e desde então tive certa curiosidade com este petisco guloso de que tanto falam os nossos amigos americanos. Contudo, só tinha confeccionado com sucesso a versão de plástico da Liberty. É deliciosa, mas tinha a certeza que conseguiria algo melhor se fizesse em casa. Mas nada saía bem, independentemente da receita que experimentasse. Até que a Chocopink mostrou fotografias de um mac & cheese com aspecto divinal e eu, cusca que sou, tive de ir a correr perguntar se havia receita!

Eu sei que a minha fotografia parece algo dos primórdios da fotografia digital, mas convenhamos que à hora da refeição, foi muita a sorte de ter pegado no telemóvel antes de atacar o jantar. Antigamente, antes de comer, rezava-se. Hoje em dia, fotografa-se a comida para mostrar nas redes sociais. Mesmo assim, está com óptimo aspecto.

É claro que há receita, e algumas de vós também quiseram saber dela. Agradeçamos à Tânia e à amiga, que me deram a receita e permitiram que a partilhasse! Digo-vos desde já que não tem nada que enganar, é mesmo muito simples de confeccionar e o sucesso é garantido. Para 6 pessoas, basta fazer o seguinte:

  • Cozam 1kg de massa de cotovelinhos.
  • Em simultâneo, dá para preparar o molho que se vai juntar à massa: num tacho ao lume, juntem 50g de margarina e 2 colheres de sopa de farinha. Quando a mistura ficar espessa e amarelada, adicionem 700ml de leite. É muito importante mexer continuamente para não formar grumos. Quando a mistura estiver a ferver, juntem queijo cheddar e parmesão a gosto (utilizámos 1 barrinha de cada, compradas no supermercado). Mistura-se tudo até o molho ficar homogéneo.
  • Deitem a massa cozida num tabuleiro e cubram com o molho de queijo.
  • Numa panela à parte, faz-se a mistura da cobertura: pão ralado, paprika, noz moscada e 1 ou 2 colheres de sopa de margarina. Quando estiver tudo envolvido, polvilha-se a massa com esta mistura. Dá para cobrir com bacon e queijo ralado a gosto.
  • Levem o tabuleiro ao forno a gratinar até a massa ficar tostada na superfície e… Enjoy!

É uma espécie de paraíso num pirex. Experimentem. A sério. Garanto-vos que não se arrependem!