Categoria: Cinema

A ver agora: Black Sails

Houve uma fase da minha vida em que acompanhava muitas séries.

Mudam-se os tempos e a disponibilidade, mudam as vontades e a responsabilidade, e a dada altura desliguei-me da televisão e das manhas da Internet. Durante dois ou três anos, passou a ser raro acompanhar o que quer que fosse.

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Com a chegada do Netflix a Portugal, durante a gravidez, voltei a ganhar apetite por séries e agora é raro o dia em que não vejo nem que seja 20 minutos de uma série. É terapêutico e por vezes é este o tempo de repouso que sobra antes de dormir.

A vantagem aqui é que, como as temporadas estão disponíveis na totalidade a qualquer hora, vou vendo conforme posso e me apetece, quando já não quero faço pausa e dá para ver tudo o que há da mesma série de seguida, sem perder o fio à meada.

Misturar histórias de várias séries quando as vemos em simultâneo, quem nunca?

De momento, estou a ver Black Sails.

O Luís gosta muito e está quase a chegar a 4ª temporada. Como gostamos de ver séries juntos, estou a ver o que já está feito e ele sempre aproveita para avivar a memória. Passámos agora para a 3ª temporada e eu adorei as outras duas.

Gosto de dramas de época, no geral.

Se contarem com factos verídicos, um tanto melhor.

Neste caso, a história é uma prequela d’A Ilha do Tesouro de Robert Louis Stevenson e a acção decorre essencialmente na ilha de New Providence, durante o apogeu da pirataria.

Há uma luta pela independência desta colónia de Inglaterra, sendo que todas as nações civilizadas a declaram inimiga de todo o mundo.

Como resposta, a solução encontrada pelos seus habitantes (muitos deles piratas) é declarar guerra ao mundo. Pelo meio, há muitas histórias e tricas que tornam o enredo muito mais interessante.

Um dos pontos positivos para mim é a imprevisibilidade que tantas vezes surge no desenrolar dos episódios.

A título de curiosidade, os piratas Charles Vane, Jack Rackham, Anne Bonny, Ned Low, Hornigold e Blackbeard existiram mesmo, embora as suas vidas sejam (parcialmente) ficcionadas na série.

Posto isto, se não conhecem a série mas gostam do género, recomendo muito que a vejam!

Trouxe dos 90s – Trolls

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Troll Dolls. Imagem de origem desconhecida.

Voltando à bonecada dos anos 90, aposto que ficaram nostálgic@s só de ouvir falar dos Trolls, ou Troll Dolls!

Na verdade, os bonequinhos de cabelo espetado e farfalhudo surgiram em 1959, mas tiveram especial popularidade décadas mais tarde quando surgiram em videojogos e desenhos animados.

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Lembro-me que em 1999/2000 havia Trolls de colocar nos lápis, que saíam nos cereais Wheetos (e possivelmente noutras variedades). Alguém tem espécimes destes por aí guardados?

Entretanto, a DreamWorks encarregou-se de fazer um filme de animação que, ao que parece, chegará a Portugal ainda este ano.

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Poster alusivo à colecção Good Luck Trolls da MAC.

Também a MAC acaba de anunciar uma linha de maquilhagem chamada Good Luck Trolls alusiva a estes brinquedos, a propósito do filme referido anteriormente.

As embalagens e os produtos em si são super coloridos e dá vontade de ter tudo.

Estas memórias não poderiam vir mais a calhar num ano tão importante para os Trolls!

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Zelf. Imagem de origem desconhecida.

Sendo eu uma criança crescida, não pude deixar de reparar que, recentemente, surgiram outros bonecos que me parecem claramente inspirados nos Trolls e que inundaram as prateleiras dos supermercados, os Zelfs.

Aposto que, com tanto alarido, não tardará muito até que consigamos reencontrar Trolls à venda para matar saudades, mas enquanto não acontece (e se quiserem algo mais colorido para as vossas crianças), fica a dica!

Ainda têm por aí algum Troll perdido?

Crimson Peak

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Vejo tantos filmes que já deveria ter tomado a decisão de partilhar convosco a minha opinião sobre eles há muito tempo. Prometo que vai começar a acontecer!

A fita de anteontem foi o Crimson Peak, em antestreia.

Devo dizer que andava em cima do filme há muito tempo, porque… Tom Hiddleston.

É uma pancadita daquelas que tenho, e que nem sei bem por quê, já que à excepção de um filmito ou dois (ou séries), a verdade é que fico sempre decepcionada. Desta feita, aconteceu a mesma coisa.

O filme não é péssimo, mas esperava muito melhor depois de tanto alarido.

Do elenco também fazem parte as actrizes Mia Wasikowska e Jessica Chastain. Não se deixem enganar pela historieta yada yada yada gótico cenas romance.

O filme roda em torno de Edith, uma jovem escritora americana da época vitoriana, que casa com um lorde inglês. O casamento não é beeem uma união de sonho. E muitas coisas estranhas acontecem.

Há um triângulo amoroso sinistro, fantasmas e muitos perigos. Havia muito potencial, mas o filme é previsível do início ao fim e nem a nível visual é nada por aí além, na minha opinião. Guillermo, és capaz de fazer muito melhor que isto!

Dizendo de minha justiça, de 1 a 10, avalio o filme com um 6.

Não mais que isso. E estou aborrecida porque esperava mais. E vocês, já viram o filme?

A Ovelha Choné – O Filme

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Não sei se já sabiam, mas sou fã assumidíssima d’A Ovelha Choné.

Comecei a ver os bonecos há uns anos, quando descobri que passavam na televisão à hora de almoço, e achei-os muito engraçados. São do criador d’A Fuga das Galinhas, pelo que só pelo aspecto valem a pena.

Há como não achar piada a bonecos de plasticina que se mexem, com tudo feito ao detalhe?

Considero, também, que os episódios são bastante interessantes. São super ternurentos, recheados de bom humor e de lições e valores importantes para ensinar aos pequeninos.

Tudo isto sem que seja necessário utilizar uma única palavra e com o recurso a muita criatividade. A expressão não-verbal é mesmo muito importante, e a Choné é um belo exemplo prático.

A bela da ovelhinha dos estúdios Aardman teve direito a um filme e, recentemente, chegou às nossas salas de cinema. Fiquei reticente quanto ao visionamento no grande ecrã.

Afinal, sou crescida e não tenho crianças para me acompanharem nestas andanças!

O que vale é que o L. tem paciência infinita e atura as minhas pancadas e, quando falei do assunto, foi muito fofinho e disse que me acompanhava.

Lá fomos nós, a destoar da massa de mães e filhos presente na sala e, meus amigos e minhas amigas, tenho a dizer-vos: foi a comédia do ano.

É um filme animado para miúdos e graúdos, garanto-vos que os adultos tiram melhor proveito de todas as peripécias do que as crianças e que é, sem dúvida, muito melhor que as comédias para gente grande que teimam concretizar e tentar vender.

A história foge um pouco aos curtos episódios da televisão, mas sem retirar às personagens a sua essência: o humor continua lá, mas fora da quinta, já que o rebanho, o cão e o seu dono vão para a grande cidade e passam por uma série de aventuras insólitas ao longo do filme.

Numa escala de 1 a 10, daria um 7,5 a este filme.

Recomendo que peguem nos vossos pequeninos (ou não!) e vão vê-lo ao cinema, que é um momento muito bem passado. Se nunca viram os episódios televisivos, por favor, procurem-nos porque são muito giros!

Top 5 da Princesa Anna (Frozen)

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Fui desafiada pelo Body Shop Mania a escolher uma princesa Disney e a indicar quais seriam, na minha opinião, os produtos ideais para ela.

A escolha era muito grande, e eu tive certas dúvidas, mas acabei por optar por uma das princesas mais recentes, a princesa Anna do filme Frozen.

Se ainda não o viram, tratem de remediar esse assunto rapidamente, porque é excelente.

Costumo preferir vilões, mas não vieram a jogo e, em boa verdade, duvido que as bruxas da Disney cuidem da beleza – que, aliás, é um atributo que não têm. Quem me conhece, há-de perceber por que é que escolhi a princesa Anna.

Passando às escolhas e justificações, considero que, apesar de ser feminina, a princesa Anna é uma donzela pragmática. Para além disso, já é linda naturalmente.

Não me parece que seja adepta de grandes maquilhagens, e o cabelo é longo e está sempre bem tratado, entre múltiplos penteados.

Assim sendo, escolhi os produtos que apresento na imagem.

  • O 1. é a Big and Curvy Mascara, que os pestanões da Anna são um dos pontos a destacar e só se consegue um efeito destes com uma máscara à maneira.
  • O 2. Lip & Cheek Stain é o outro essencial de maquilhagem da princesa, que tem um arzinho de saúde mas sem grandes cores e alaridos.
  • Como disse, ela é muito pragmática e a sua maquilhagem é muito simples.
  • O truque para o cabelo brilhante e sedoso, bem tratado e resistente às mudanças de penteado é o 3. Rainforest Radiance Detangling Spray, que ajuda a proteger a cor arruivada do sol e de outras adversidades enquanto desembaraça eficazmente.
  • O melhor é que cheira a mirtilos, e a princesa Anna adora, com toda a certeza, as fragrâncias dos frutos do bosque.
  • Por isso mesmo, o seu perfume de eleição é o 4. Early-harvest Rasperry EDT. O nome fala por si!
  • Como em Arendelle pode fazer muito frio, e o frio tende a deixar-nos com a pele do rosto com aparência estranha e pouco saudável no que toca à cor, tenho a certeza que a princesa utiliza o item 5. Vitamin E Cool BB Cream para assegurar a hidratação da pele ao mesmo tempo que uniformiza a sua tonalidade.

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Concordam com as minhas escolhas? Qual é a vossa princesa Disney preferida?

X-Men: Days of Future Past

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Eu disse que estava ansiosa pela estreia do X-Men: Days of Future Past, o que significa que não deixaria passar a oportunidade de o ver o mais rapidamente possível.

Estou bastante satisfeita, no geral!

Não sei nem gosto muito de me alongar a falar de filmes recentes porque não quero correr o risco de oferecer uns quantos spoilers. Creio que é claro para toda a gente que este filme consiste numa viagem no tempo pelo bem, sem qualquer pingo de aborrecimento.

Mesmo as personagens que não têm protagonismo, têm claramente alguma função importante na história. Como já vem sendo hábito nos filmes da Marvel, no final, fica no ar um grande e agora?

Agora, espera-se uma eternidade até ao próximo filme, sempre a matutar em diversas bandas desenhadas e diferentes percursos do grande ecrã, sem esquecer o típico easter egg no final de cada filme (sim, não se esqueçam e não saiam da sala de cinema antes do tempo!).

Numa escala até 10, avalio este filme num 8 coeso.

O filme é muito bom. O elenco é óptimo, o argumento também e os efeitos especiais não decepcionam. De há uns tempos para cá, tudo o que é Marvel nunca é menos do que razoavelmente bom, e eu adoro.

Resta-me deixar o alerta para os epilépticos, que embora este filme não seja dos piores entre flashes, movimentos muito rápidos e afins, como boa ficção científica que é, tem umas quantas cenas que podem não ser amigáveis.

Embora a Marvel esteja particionada no grande ecrã, fico sempre com vontade de ver o filme de super heróis e vilões que vem a seguir. E demora sempre imenso tempo.

O meu único consolo é que, ultimamente, tem havido um grande investimento neste domínio e nunca se fica mais de meio ano sem um novo filme.

Já agora, posso ter uma adoração especial pelo Quicksilver? Que será que vão fazer dele no próximo Avengers, já que nem sequer vai ser o “mesmo” Quicksilver?

Godzilla & Grace

E Guida.

Este post é spoiler free.

Gosto muito das idas ao cinema e, se pudesse, garantia o meu lugar em todas as estreias. Por ora, não é um vício sustentável.

Há algum tempo que quero integrar mais este tema aqui no blog, até porque posso ajudar alguém a decidir se determinado filme vale ou não a pena ser visto, pelo menos enquanto é projectado no grande ecrã.

Quem sabe, até começo a ter aqui uma mãozinha. Nos últimos dias, a sessão de cinema foi dupla.

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Começando pela ordem natural das coisas, na passada sexta-feira assisti a uma sessão especial de Grace of Monaco.

Não tinha grandes expectativas e era um filme que podia perfeitamente ver em casa daqui por uns tempos, ou talvez não, que tenho pouca paciência para filmes medíocres, que é a categoria onde esta fita se enquadra.

Este filme tinha tudo para não resultar e… Não resultou.

Em primeiro lugar, a Grace Kelly é a Grace Kelly e não há cá invenções. E o mesmo se aplica ao senhor Alfred Hitchcock. Não há substitutos. Mas poderia ter havido um esforço, que não houve.

E eu passei o filme todo a a lembrar-me que estava a ver imitações pobres. Nem o Príncipe Rainier se safa, coitadinho. É tudo muito forçado, pouco natural, pouco gracioso, pouco genial. O argumento é oco e falacioso.

Não houve, sequer, um esforço para compreender como funciona a Casa de Grimaldi (ou, bom, aspectos básicos do protocolo de qualquer monarquia na Europa).

No meio dos factos que jamais alguém explicará, há falhas óbvias a mais. Não gostei. De 1 a 10, a minha nota para este filme é 5. Há pior, sim (pouco), mas também há muito melhor! E, bem feito, este filme poderia ter sido bom.

Deve haver para aí uma maldição qualquer com as Princesas e os filmes. Fiquei com vontade de rever os clássicos com as verdadeiras estrelas para esquecer este desastre.

Resta-me deixar o alerta para os epilépticos, que existe uma cena com flashes que pode ser problemática.

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Passando a algo melhor, sábado foi dia de dar protagonismo ao Godzilla.

Melhor mas, ainda assim, decepcionante.

Há meses que aguardava a estreia do filme. Tudo apontava para que estivesse muito bom. Chegada a hora da verdade, deparei-me com um bom filme, com um bom argumento, óptimos efeitos especiais mas com um elenco que podia ser melhor.

Sim, é bom. Sim, quem gosta de ficção científica tem de o ver. Não, não é tudo aquilo que dizem por aí de maravilhoso. É um filme normal, bom. Está longe de ser estupendo.

De 1 a 10, para mim vale 7.

Melhores dias virão, estou ansiosa pelo X-Men: Days of Future Past. Está quase, quase, quase a sair…

Loki Like

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Diz que amanhã é a estreia do Thor: The Dark World cá pelo nosso país.

Confesso que o meu interesse pelos filmes da Marvel é relativamente recente, mas muito grande. Tenho os meus heróis e vilões preferidos e procuro saber mais das personagens e histórias.

Neste caso, estava decidido que iria ver o filme assim que saísse. Enquanto o herói Thor é dos mais calhauzinhos e não me agrada assim tanto, o irmão adoptivo, Loki, é o meu vilão preferido.

Resumidamente é isto, e sei que esta minha preferência se deve muito ao desempenho do actor que encarna a personagem, o jeitosão do Tom Hiddleston que faz um trabalhão do caneco.

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Eu já tenho idade para ter juízo, mas um bocadinho de fangirling não faz mal a ninguém e amanhã (que ainda por cima coincide com a Noite das Bruxas, apesar de eu não ir celebrar) quero ir ao cinema toda Loki Like.

Não é impossível nem deixo de estar apresentável, na verdade vai ser muito simples porque posso aludir à personagem recorrendo a vestuário que já tenho e que uso no dia-a-dia.

Só me falta encontrar uma echarpe verde, mas tenho a certeza que deve haver alguma encafifada aqui algures. Provavelmente, iria beneficiar de outro tipo de casaco, mas este sobretudo da Vero Moda é o que já reside por cá e adequa-se perfeitamente.

Se a coisa correr bem, logo vos trago fotografias.

Sei que há por aí mais fãs do Loki. Que acham? Vou apresentável?

Para Sempre

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Estou a gostar mais de responder à TAG das 28 Perguntas e Respostas Sobre Amor do que imaginava inicialmente.

Hoje calhou responder à pergunta:

Achas que o amor pode durar para sempre?

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Costumam dizer que o amor é para sempre enquanto dura.

Há “sempres” muito efémeros. Por muito que custe, é mesmo assim. As pessoas costumam levar o que dizem e prometem de ânimo leve e muitas vezes esquecem-se ou falham com o seu propósito.

Hoje em dia, somos muito inconsequentes. Apesar de tudo, do alto da minha ingenuidade, acredito que o amor verdadeiro e incondicional existe e pode e deve durar para sempre.

Basta haver vontade mútua e muito respeito e admiração um pelo outro.

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Quando houver dúvidas, pensar duas vezes antes de dizer ou fazer o que quer que seja não é suficiente. Pensem mais vezes. Pensem nas coisas boas e nas coisas más da vossa relação. Pensem no que pode ser resolvido.

Pensem em vários cenários de vida diferentes, mesmo que sejam algo extremos ou dramáticos e pensem, sinceramente,  se estariam dispostos a ficar com a vossa companhia e cuidar dela.

Pode ser uma parvoíce minha, mas tenho sempre isto em conta. Maluquices!

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As Idades do Amor

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Up (2009): Ellie e Carl

Apesar de as 28 Perguntas e Respostas Sobre Amor não terem de ficar escritas pela ordem de escolha, que não vão ficar, hoje decidi manter-me dessa forma.

Assim sendo, a pergunta de hoje é:

Acreditas que a idade é apenas um número?

Em primeiro lugar, é preciso ter em conta que pode existir uma grande diferença entre a idade que consta dos registos existenciais de uma pessoa e a sua “idade do espírito”.

Acredito que há idades para tudo, mas que nunca é tarde para desafios. Não há uma idade limite para deixarmos de amar. No entanto, não acredito que possa haver muita maturidade, por exemplo, num pré-adolescente.

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Lolita (1997): Humbert Humbert e Dolores Haze (Lolita)

Se analisar a questão na perspectiva da diferença de idades que pode existir entre um casal, meus amigos e minhas amigas, tenham lá paciência mas tenho as minhas dúvidas.

É claro que há excepções e penso que existe uma certa subjectividade naquilo a que se pode chamar uma grande diferença de idades. Uma diferença de cerca de 10 anos parece-me razoável agora que tenho (quase) 23 anos.

Há cerca de cinco anos atrás, com 18 anos, uma pessoa de 28 anos seria quase abominável. A idade é um factor vago. Não acredito que uma relação entre uma pessoa de 20 anos e outra de 50 anos, ou até mais, se baseie no amor.

Por norma, as pessoas de diferentes idades têm gostos, ambições e necessidades muito diferentes. À parte disso, conheço histórias muito bonitas como a de uma amiga minha que tem 20 anos e cujo namorado tem 30 e muitos.

Penso que, acima de tudo, é uma questão de preferências e, eventualmente, culturas.

Os meus avós eram ambos 1 ano mais velhos que as minhas avós. A minha mãe é quase 5 anos mais velha que o meu pai, e não tem mal nenhum.

Eu já tive companheiros substancialmente mais velhos, da mesma idade e algo mais novos (desde que sejam maiores de idade, não há chatices!).

Não me imagino num relacionamento com alguém muito, muito mais velho ou muito mais novo do que eu.

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Imagem de origem desconhecida.