Categoria: Cabelos

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No início da semana, aceitei o convite da L’Oréal Professionnel para conhecer a sua primeira Flagship Store no Salão Maria Lourenço, em Sete Rios (Av. Columbano Bordalo Pinheiro). A abertura foi feita com uma beauty session que contou com a participação de alguns famosos portugueses, imprensa e bloggers. A combinação entre cabelos e Maria Lourenço só pode resultar em algo bom: os serviços prestados no Salão obedecem a padrões de qualidade elevadíssimos para que a satisfação do cliente seja uma garantia. Para além dos serviços em si, existe um aconselhamento personalizado que se adequa às necessidades e especificidades de cada pessoa.

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Desengane-se quem pensa que nesta Flagship L’Oréal Professionnel só se tratam os cabelos: existe, também, um blow dry bar ao dispor de quem necessita de um novo look em tempo record e uma zona Essie, com todas as cores possíveis, onde é possível realizar uma manicure profissional.

Aproveitei a oportunidade para pôr em dia a coloração e optei por um brushing com alguns jeitos no cabelo e o devido volume, ao meu gosto. Com certeza, será uma experiência a repetir, pelo atendimento super profissional e personalizado e pela variedade de produtos que adoro e que se condensam num só espaço.

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Já tinha deixado algumas pistas dispersas pelo Facebook e pelo Instagram, e em boa verdade este já era um plano de há muito tempo. Finalmente concretizou-se e penso que o resultado espelha bem todo o trabalho que foi feito com uma equipa maravilhosa.

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Penso que é evidente o meu gosto e o interesse por outras épocas e algumas personagens com características alusivas a esses tempos, e a oportunidade de ser a modelo desta recriação da Dita Von Teese foi algo que me entusiasmou desde o início. Acho que resultou tudo na perfeição: a Tânia do La Femme d’Argent (que foi a cabecilha desta operação) organizou tudo da melhor maneira e todos os parceiros se mostraram muito receptivos a esta ideia desde o início. O trabalho foi todo realizado num ambiente de grande amizade com as pessoas que colaboraram (e é por isso que conseguem ver-me tão descontraída!).

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Bom, bom era ter uma equipa assim ao meu dispor todos os dias. Senti-me linda, e recebi tanto elogios!

Resta-me agradecer à Tânia, à Young Nails, ao Unique Hair and Body Clinic e à Revlon Portugal por me terem proporcionado momentos tão bons.

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Ah, e posso adiantar-vos que em breve há mais surpresas…

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Cabelo – Unique
Unhas – Young Nails
Maquilhagem – Revlon
Vestido – Vila
Sapatos – Best Mountain

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De tudo o que vinha dentro da primeira The Secret Bag, o produto que mais captou a minha atenção foi o Karma Komba, um dos champôs sólidos da Lush. Há algum tempo que queria experimentar um produto deste tipo, mas tinha os meus receios. Quem tem o cabelo forte, seco e danificado, saberá do que falo: é muito frequente encontrar champôs que, apesar de prometerem o contrário, ressecam os nossos cabelos. Então, tratando-se de um champô sólido, a primeira coisa que me vem à cabeça são os sabonetes em barra, algo que não me parece que funcione bem com o cabelo.

Adiante, já vos tinha falado do cheiro maravilhoso da Secret Bag mesmo antes de a abrir. Quando descobri o que era, fiquei contente da vida. Parece que o produto foi escolhido a dedo, visto que a Lush tem vários champôs sólidos, e calhou-me logo o que provavelmente melhor se adequa às minhas necessidades: o Karma Komba, que acalma o couro cabeludo e ajuda a manter o cabelo desembaraçado.

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O aspecto do produto é o que se vê: parece um macaroon e dá mesmo vontade de comer. Para o utilizar, basta esfregá-lo no cabelo molhado, massajar com os dedos e enxaguar, como se tratasse de um champô convencional. Depois, convém deixar Karma Komba a secar ao ar para que seja guardado novamente. Tive as minhas desconfianças relativamente à rentabilidade do produto, mas ao fim de umas quantas utilizações posso dizer-vos que está quase com o mesmo tamanho que tinha inicialmente e que deve durar por uns meses valentes.

Agora, o que vocês querem saber: tenho gostado bastante do Karma Komba. Deixa o couro cabeludo e o cabelo limpinhos e leves. O cabelo fica macio (ao contrário dos meus receios iniciais) e, consequentemente, mais fácil de desembaraçar. Tenho o hábito de pentear o cabelo durante o banho (quem tem cabelo encaracolado deve compreender-me) e, desta forma, consigo fazê-lo mesmo antes de aplicar o condicionador/máscara. Aliás, se estiver com muita preguiça posso mesmo sair do banho sem passar pela aplicação de algum agente hidratante no cabelo.

O aroma delicioso é um bónus, especialmente porque permanece no cabelo. Mas podia ter sido um desastre, especialmente tendo em conta que se trata de um produto que promete acalmar o couro cabeludo e quando se trata de peles sensíveis, as fragrâncias e alguns óleos essenciais podem ser um dos agentes que queremos evitar nos nossos cosméticos. Felizmente, por aqui, correu tudo bem.

O formato do Karma Komba, diferente do convencional, é o que o torna num produto tão especial. É um espectáculo porque para além de cumprir na perfeição as funções para as quais foi criado, ocupa pouco espaço, não traz embalagens de plástico pouco amigas do ambiente e é amigo das viagens (sejam elas campismo, que ninguém gosta de ocupar espaço na mochila com inutilidades, ou viagens de avião, onde bem sabemos que existe uma certa restrição com os produtos líquidos).

Aqui está uma boa sugestão para levarem nas vossas malas de férias!

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Dos produtos com nomes caricatos, tenho a certeza que a Caca lidera o top. Não me enganei a escrever o título, não venho partilhar convosco nenhuma mezinha e tampouco venho denegrir o que quer que seja. Para quem não conhece, a Caca é a coloração de henna comercializada pela Lush.

Ainda estou a recuperar das aventuras capilares do ano passado, pelo que quaisquer mudanças que possam acontecer agora têm de ser feitas calmamente e da maneira menos prejudicial possível para o meu cabelo. Ando a evitar as medidas drásticas no que toca à coloração, e por isso estava tentada a experimentar a henna há algum tempo.

Não percebendo muito do assunto das hennas, sei que é preciso ter muito cuidado com o que há à venda no mercado para não trazermos gato por lebre. Lá porque é uma tinta vegetal, não quer dizer que o que é natural não vai fazer mal. É preciso ter muito cuidado e averiguar se trazemos connosco um produto de qualidade, especialmente quando queremos henna preta. O que não falta por aí são tintas com produtos tóxicos e metais pesados que fazem muito pior do que quaisquer outras colorações.

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No meio das minhas reticências descobri a Caca da Lush, que é feita com ingredientes naturais (e alguns sintéticos, vá) todos seguros. Caso tenham curiosidade, até podem espreitar a lista de ingredientes e outros detalhes técnicos do produto. Não estava com pressa nenhuma para pintar o cabelo, mas há algumas semanas passei na Lush mais próxima e trouxe uma Caca Noir para experimentar. Existem outras tonalidades disponíveis, mas eu queria mesmo a preta. Na loja, fui instruida sobre como utilizar a Caca, mas ainda assim pesquisei tudo o que consegui quando cheguei a casa de forma a optimizar a minha experiência.

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Preparei a Caca com água a ferver e passado uns minutos misturei tudo com um garfo. Consegui perceber por que é que esta coloração se chama Caca: cheira terrivelmente e o aspecto é o que se vê. Apliquei por todo o cabelo e deixei repousar por quase quatro horas, com uma película aderente a envolver. A hora da remoção foi um pequeno pesadelo. Demora imenso tempo para conseguir retirar toda a Caca na totalidade! No final, o resultado foi bastante subtil. Na realidade, o cabelo ficou com uma cor escura e uniforme (a metade do meu cabelo que ainda transporta recordações do ano passado estava a debotar anteriormente). Um sucesso, minhas caras. Contudo, não foi nada intenso como as tradicionais colorações.

Aparentemente, não agravou os danos do meu cabelo. Tendo todos os cuidados necessários (é importante a utilização de produtos capilares o mais gentis possível, de preferência sem sulfatos e afins quando experimentamos colorações de henna), a coloração durou cerca de três semanas no meu cabelo. Tenho a consciência que, caso continuasse a utilizar a Caca, poderia obter resultados mais intensos e duradouros. 

O que a Caca tem de bom na hora da aplicação é que há tempo para remediar erros e fazer limpezas de acidentes. Para além disso, quando seca, fica tipo lama. Se cair, é muito mais fácil para limpar. Considero que é uma boa escolha para quem não tem grande experiência com colorações de cabelo e não se quer comprometer. Caso utilizem produtos à base de ingredientes naturais no vosso cabelo, a Caca pode ser a coloração que procuram.

No meu caso, apesar de estar a adiar o regresso ao preto-carvão para depois das férias, não me agrada muito o facto de ter de fazer uma manutenção de cor relativamente frequente para que os resultados bonitos sejam visíveis. Para além disso, e mesmo dando preferência a produtos que não sejam agressivos para o meu cabelo, gosto da liberdade de poder utilizar o que me apetecer no meu cabelo.

Resumindo, esta é uma boa Caca mas desconfio que não foi feita para mim.

(Mas aguentem-se aí, que tenho feito boas descobertas na Lush. Incluindo o Karma Komba que vinha dentro da Secret Bag!).

Cabelo Liso em Spray

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Para eu entrar em delírio com produtos de cabelo, basta prometerem-me milagres na conservação do cabelo liso. Sim, gosto muito dos meus caracóis, mas tenho relativa facilidade em encontrar produtos para eles. Quando quero ter o cabelo liso, já estou encaminhada, finalmente, mas não deixo de fazer uma grande festa quando encontro produtos complementares ou alternativas. E é aqui que entra o meu interesse pela Lee Stafford. Conheci a marca através das revisões da Sara. Nunca me dei ao trabalho de procurar o que quer que fosse, até que esbarrei com umas quantas miniaturas nos últimos saldos. Não hesitei, e muni-me de uma série de produtos da linha Poker Straight. Todos eles são bons, mas apaixonei-me pelo Spray Anti-Frizz. Gosto de o utilizar depois de alisar o cabelo porque não é tão pesado como os produtos da Sabino e, consequentemente, torna-se muito prático. Quando o utilizamos, parece que se forma uma película transparente no cabelo. Noto que, com o tempo, dá para ter uma percepção maior do efeito anti-frizz. Com o passar dos dias, notamos que os cabelinhos levantados com a electricidade estática são inexistentes.

Só é pena que, por cá, só haja miniaturas dos produtos e normalmente estejam a preços elevados na Well’s. Felizmente, comprei cada miniatura a 1€ e cada uma tem dado para várias aplicações. Quem está pelas terras da rainha ou conhece quem lá vá em breve, faça o favor de aproveitar para experimentar Lee Stafford como deve ser. Prometo que não se vão arrepender!

10 de Fevereiro

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Na verdade, são 11 produtos porque a Lingerie de Peau fez-se emplastra e decidiu ficar na foto. Acidentes acontecem!

  1. Máscara capilar Repair & Care, Mildeen
  2. Spray Desumidificante, Lee Stafford
  3. Sabonete de Enxofre, Confiança – post aqui
  4. Radiance Primer, The Body Shop – post aqui
  5. Base Lingerie de Peau, Guerlain – post aqui
  6. Batom Líquido Intense Cor Intensa 12, O Boticário – post aqui
  7. EDT La Petite Robe Noire, Guerlain – post aqui
  8. Blush Meteorito Make B Mineral, O Boticário
  9. Tea Tree Oil, The Body Shop – post aqui
  10. Sombra Iridiscente 02 Mirifique, PB Cosmetics
  11. Creme Benamôr, Nally – post aqui

É calming, só que ao contrário.

Deixem-me começar este post com as chamadas de atenção do costume: o que vos vou relatar é a minha experiência com o produto e cada pessoa é diferente, pelo que pode ser que haja quem se dê bem com ele. Há muito que decidi que neste blog as experiências negativas com cosméticos ou outros produtos, lojas e serviços só são partilhadas quando se trata de algo grave/potencialmente grave. Já que posso ter alguma influência, sinto-me na obrigação de expor estes episódios de forma a evitar que mais pessoas passem pelo mesmo.

Tive o meu primeiro contacto com a Davines há quase um ano e existem produtos que gosto e com os quais me dou bem. Inclusivamente, já tenho recomendado alguns produtos a pessoas que conheço, e irei incluí-los num post muito especial que estou a preparar. Até hoje, o que melhor conheço da marca está dentro da linha Alchemist (fica para outras andanças) e da linha Naturaltech. Esta última chamou a minha atenção desde logo porque os produtos que utilizamos na lavagem do cabelo são livres de sulfatos e parabenos. A questão dos parabenos é irrelevante para mim, embora haja quem tenha essa preocupação. Quanto aos sulfatos, se têm cabelo seco e/ou frisado, acreditem que a ausência deles faz uma grande e boa diferença.

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Numa apresentação da marca, tive acesso ao Calming Shampoo da linha Naturaltech e pensei cá para mim que íamos ser bons amigos porque tenho o couro cabeludo super sensível, para além de ter psoríase (durante a maior parte do ano, não tenho crises). Acontece que acabou por ser o típico champô que não traz nada de novo ao nosso arsenal e ficou meio esquecido no meio do resto dos produtos que podemos utilizar no banho.

Numa primeira experiência, adorei a fragrância do champô (tal como adoro qualquer fragrância da linha Naturaltech). Não vou dissertar sobre ela porque, ei, fragrância num champô para pele sensível? Esta questão deixou-me sempre intrigada. As fragrâncias podem fazer parte dos componentes mais irritantes de um produto cosmético. Ainda assim, se eu pudesse usar o champô sem problemas e ficar com o cabelo super bem cheiroso, não haveria problema. Quase todos os champôs que uso têm fragrâncias, de qualquer forma.

Fui usando o Calming Shampoo conforme podia. Passo a explicar, até hoje ainda não encontrei um champô sem sulfatos capaz de limpar convenientemente uma série de produtos (óleos, séruns, lacas, espumas, finalizadores, hidratantes) que costumo aplicar no cabelo no meu dia-a-dia. Assim sendo, o uso do Calming Shampoo ficava reservado para os dias de cabelo ao natural. Eu, que no Verão fico sempre com o couro cabeludo limpinho (cortesia do sol e do mar), vi-me a braços com o que parecia ser uma crise de psoríase. É normal, pensava eu, com a idade e o stress estas coisas têm tendência a agravar. E nunca associei à utilização do champô. Até que voltei à rotina dos milhentos produtos de cabelo. Cada vez que utilizava o Calming Shampoo, lá voltava a ficar com o couro cabeludo super irritado e cheio de feridas. Fiz alergia. Coloquei o champô de lado, mas fiquei muito decepcionada porque esperava muito mais de um produto para pele sensível de uma marca de luxo vendida em salões de cabeleireiro muito conceituados a nível mundial. 

Se eu não uso, há quem possa usar. Não descartei o champô de imediato, porque há quem não tenha os mesmos problemas de flor de estufa que eu. E lá foi utilizado um destes dias por uma pessoa que não costuma ter problemas com champô nenhum. No dia seguinte, eu vi como estava o couro cabeludo dela: em ferida, super avermelhado, tal como me aconteceu a mim.

Assim sendo, meninos e meninas, tenham cuidado com este Calming Shampoo da Davines que de Calming não tem nada…

Impossível x Acessível #7

Para terminar 2012 em beleza, só faltava um Impossível x Acessível para o burgo.

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Apesar de ser um cuidado necessário todo o ano, a minha relação com os óleos de cabelo tem-se desenvolvido muito ultimamente. O tempo frio pode ser um grande desastre para os nossos cabelos, já para não falar na humidade que nos faz ficar completamente desmotivadas para qualquer penteado porque andamos sempre de cabelos em pé. Esta pode ser uma solução e a minha paixão por estes produtos desta categoria e este Impossível x Acessível não é novidade porque ainda há uns dias falei dele aqui.

  • O Impossível – Kérastase Elixir Ultime (34,50€)
  • O Acessível – L’Oréal Elvive Óleo Extraordinário (13,99€)

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Apesar de estarem alta cores de batom mais fechadas (já falarei de uma à maneira), há sempre espaço para fugir à rotina e apostar em cores vivas e alegres. Anda tudo de volta dos tons de vermelho e vinho, por que não apostar nos rosas alaranjados/coral?

  • O Impossível – Lâncome Rouge in Love 340B Rose Boudoir (26,50€)
  • O Acessível – Flormar Pretty Cream & Glaze P323 (04,99€)

impac7-3Eu disse que também havia um batom a condizer com este Inverno. Cor de vinho, burgundy, chamem-lhe o que quiserem. Não se acanhem, experimentem um destes batons nem que seja só aplicado em pequena quantidade com os dedos para que a cor não fique tão opaca e carregada.

  • O Impossível – MAC Diva (19,00€)
  • O Acessível – Revlon Raisin Rage (16,00€)

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E por que não usar cor de vinho também nas unhas? Curiosamente, tem sido uma constante nas colecções de Inverno e alguns impossíveis já são mesmo, mesmo impossíveis. Já não existem, mas até se encontram opções idênticas a preços muito mais convidativos.

  • O Impossível – Essie Masquerade Belle (descontinuado, 12,50€)
  • O Acessível – Golden Rose Paris 104 (01,50€)

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Ainda na secção das unhas, gosto dos verdes secos de Inverno. Se há algumas temporadas esta cor era associada ao uso de cores mais sóbrias e neutras, hoje em dia mais facilmente se alia ao militar. Lembram-se deste nosso Impossível? Em tempos, já foi um Acessível. Hoje em dia, para além de não existir, a Essie foi adquirida pela L’Oréal. Pasmem-se com a quantidade de cores iguais que encontram numa marca e na outra. Mudam-se os tempos…

  • O Impossível – Essie Sew Psyched (descontinuado, 12,50€)
  • O Acessível – L’Oréal Colour Riche Rive Gauche Green (06,99€)

Lok & Blok

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Sem exagero nenhum, tenho de vos apresentar um dos milagres do século no que toca aos cabelos. A par do Moisture Block, claro está, que já foi apresentado aqui e que é da mesma marca.

Quando a minha primeira embalagem de Moisture Block estava a terminar (durou quase um ano a dividir por mim e pela minha mãe), soube que estava na altura encomendar mais porque já ninguém vive sem Sabino cá em casa. Ainda não tinha experimentado o Lok & Blok e estava muito curiosa. Como havia um vale de desconto qualquer na altura, resolvi encomendá-lo também. No total, com portes e tudo, ficou perto dos 50€ e ainda recebi algumas amostras bastante generosas.

Sabia que era um pouco arriscado investir num produto caro sem o experimentar, mas ouvia dizer tanta coisa boa que já não conseguia conter-me. E não me desiludi. Pelo contrário! Para quem tem cabelo espesso, seco, estragado, encaracolado, com frisado ou trata de cabelos com estas características, vai adorar o Lok & Blok.

Os produtos da Sabino são os únicos que conheço que realmente controlam o frisado. Não é por acaso que têm imensos fãs pelo mundo dos cabelos afro, façam uma pequena pesquisa na Internet e vão ver que estou a dizer a verdade. Existem champôs e condicionadores que ainda não experimentei porque, adivinhem lá, dá para misturar tanto o Moisture Block como o Lok & Blok com os nossos produtos de lavagem habituais.

Já estava satisfeita com o Moisture Block e continuo a misturá-lo no champô e condicionador. O Lok & Blok é uma dimensão nova: gosto de o aplicar no cabelo húmido depois da lavagem. Mesmo secando ao natural, o cabelo fica muito mais disciplinado e isso facilita-me imenso a vida caso deseje alisá-lo com a placa. Nesse caso, depois de alisar ainda uso mais uma gotinha de Lok & Blok e sei que o meu cabelo estará apresentável pelo tempo que for necessário (chego a passar uma semana sem sentir necessidade de lavar o cabelo). Quando pretendo manter os meus caracóis, também gosto de utilizar o Lok & Blok depois de ter o cabelo seco. Gosto muito de cabelo volumoso, mas convenhamos que ficar com um ninho de cegonhas na cabeça quando há sinais de chuva não é nada agradável. Com o Lok & Blok, até posso apanhar certas molhas que mesmo que o cabelo ganhe alguns jeitos, não vai parecer que lhe despejei uma lata de fermento em cima.

Existem inconvenientes? Podem existir, sim. Não sei se alguém já experimentou o curly girl method (logo falarei disso) ou se por qualquer outro motivo há quem use champôs sem sulfatos e afins (como os da Davines ou da Yes To, por exemplo). Por mais que digam o contrário, os champôs sem sulfatos não dão conta da tarefa de lavar cabelos com Moisture Block ou Lok & Blok. No demais, é uma pena que só dê para comprar os produtos da Sabino na Internet.

Quando amamos, fazemos sacrifícios. Recuso-me a ficar sem Lok & Blok e não me importo de gastar dinheiro nestes produtos da Sabino porque são mesmo os melhores que há. E olhem que eu já experimentei muita coisa!