Categoria: Cabelos

The Wet Brush

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Há anos que não usava uma escova de cabelo para me pentear.

Quem tem cabelo forte, seco e encaracolado, especialmente se for comprido, saberá perfeitamente qual é a justificação para este facto: os puxões de cabelo são sempre tantos, que o melhor é mesmo encontrar rituais alternativos.

Pessoalmente, dava preferência a pentes de dentes largos durante ou logo após o duche, com o cabelo molhado.

Quem disser que pentear os cabelos molhados faz mal é porque não tem caracóis, de certeza, e porque não conhece…

… A Wet Brush!

Dentro da panóplia de escovas que têm aparecido no mercado ultimamente com promessas milagrosas de cabelos penteados sem sofrimento, estava curiosa com a Wet Brush desde que chegou a Portugal.

Não fui a correr comprá-la porque tive desilusões com outras escovinhas de dentes pequeninos que muita gente adora e o preço não era assim tão convidativo.

Trouxe-a comigo há menos de uma semana porque no stand da Pluricosmética, na In Beauty, custava 3,99€ e, assim, mesmo que não gostasse dela o prejuízo não seria grande. Mal sabia eu que esta é A Escova.

A única, ideal e perfeita para cabelos complicados como o meu.

Aparentemente, não tem nada de especial que a distinga das outras escovas. Mas, minhas amigas e meus amigos, desenganem-se, que esta não é uma escova normal. Segundo os criadores da escova, as cerdas têm uma formulação exclusiva e patenteada denominada IntelliFlex.

Basicamente, são cerdas finas, muito flexíveis mas também muito fortes, que têm a capacidade de ser muito flexíveis numa primeira passagem e, na seguinte, serem firmes. Na prática, o cabelo fica desembaraçado muito facilmente e sem puxões.

O melhor é que o uso ideal desta escova é feito no cabelo ainda molhado (e assim não há caracóis desfeitos!), embora para mim também seja perfeita quando utilizada no cabelo seco (quando o aliso, ou ao natural quando quero fazer algum tipo de apanhado).

Esqueçam os receios: esta escova é muito resistente, e consta que as cerdas não ficam deformadas.

Ao invés de outras escovas semelhantes, a Wet Brush não nos deixa com ar de quem meteu os dedos numa tomada eléctrica, de cabelos em pé com a electricidade estática.

Creio que existe outro grupo de pessoas que iria beneficiar imenso se conhecesse a Wet Brush: as crianças! Eu lembro-me bem das torturas que sofria cada vez que a minha mãe me penteava.

Fiquei mesmo maravilhada com a descoberta desta escova e só me arrependo de não ter comprado mais para ter em diversos locais e para oferecer a algumas pessoas.

The Secret Bag – a 5ª edição

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Estávamos todas mortinhas para saber da The Secret Bag de Outubro, eu sei.

Eu porque ainda não a tinha recebido, apesar de ter visto a pirraça da parte de quem a recebeu mais cedo.

Depois de a ter nas mãos, na passada quarta-feira, ainda não tinha conseguido um tempinho para vos vir mostrar tudo.

E eu sei que algumas de vós provavelmente não viram o conteúdo do saquinho e estavam interessadas porque até é o mesmo que uma de vós vai receber graças ao passatempo que está a decorrer aqui no blog, cortesia da própria Secret Bag.

Ó Guida, a edição anterior não foi tão bombástica como outras.

Já sabem a minha opinião, continuou a compensar e eu continuei muito satisfeita.

Para quem tinha certas minhoquices, tungas: na edição de Outubro vem um full size do óleo facial Rose Miracle Makeover da Superfacialist, que cobre o gasto e ainda dá troco, e é um produto com muito boa conotação que eu estava mortinha por experimentar.

Estou muito empenhada nas minhas experiências com ele!

Como nem só do Rose Miracle Makeover é composta a bag, destaco também os outros tamanhos grandes.

O hidratante para pés da Anatomicals.

Que tive de ir a correr experimentar e, apesar de não ser o hidratante mais poderoso que conheço, é sem dúvida o que tem o cheiro mais refrescante – e a proposta da marca é mesmo que o chulé mais mal cheiroso seja todo eleminado.

E o perfume Masaki em versão roll on de 10ml.

Querem uma boa descrição da fragrância? Cheira a Fructis!

Há também duas unidoses de máscaras capilares: uma de hidratação da Anatomicals e outra de queratina da Karisa (curioso, que na In Beauty estive com estas unidoses na mão no stand da Carlos Santos e até pensei em comprar uma ou duas).

Também há algumas amostras, de um sérum de olhos e de um sérum de rosto da Anne Moller, e de perfume (o novo White Musk Smokey Rose da The Body Shop e o Enjoy da Custo Barcelona).

Caso queiramos adquirir a máscara da Karisa no formato de boião, dentro do saquinho há um desconto de 5€.

Parece que esta edição teve um planeamento das cores (parece que tudo combina entre si), e veio particularmente pesada.

Fazendo contas, os produtos que estão à venda com os mesmos formatos encontrados dentro da The Secret Bag rondam um valor de 42,70€.

É mais do que o preço de duas bags juntas (relembro que cada uma, com portes incluídos, custa 18€)! Para mim, dentro da diversidade de negócios do género, a The Secret Bag continua a ser a melhor em todos os aspectos (frequência, conteúdos, preço e atendimento).

Alguma de vós comprou esta edição? De que produtos gostaram mais?

Olh’á ameixa fresquinha!

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Por mais que vos quisesse dizer que sou sempre fiel a uma só linha de produtos de cabelo, já devem estar doentes de me ouvir falar de milhentos produtos diferentes.

Para além do que recebo para experimentar (depois de fazer a devida triagem e seleccionar apenas o que se adequa às minhas necessidades), também compro muitos produtos de cuidado de cabelo.

Muitas vezes, basta haver a promessa de que irão tornar o meu cabelo em algo apresentável rapidamente e sem grandes acrobacias.

A única certeza, porém, é que uso tudo até ao fim e entro em pânico quando vejo mais de dois frascos do mesmo tipo de produto abertos cá em casa.

E, ultimamente, tenho dado preferência à utilização de linhas completas para que possa avaliar em pleno se são eficazes e cumprem as promessas que vêm escritas nos rótulos.

E, confesso, quando alguma linha me desilude, deixo tudo para os homens cá de casa (que têm pouco cabelo e pouco se ralam se usam champô ou sabão azul e branco).

Como o objectivo do post não é falar de produtos mal amados, que disso já me fartei há muito, passemos aos protagonistas do dito.

Devem saber que há pouco mais de um ano destruí totalmente o meu cabelo.

Era forte, comprido e bonito, e à conta de uma pancadona com as colorações andou feito palha durante muito tempo. Arrependi-me amargamente das minhas peripécias, e embora tenha continuado a fazer algumas asneiras pelo caminho, finalmente estou a recuperar o cabelo que tinha antes.

Para quem se identifica com estes episódios, a primeira coisa que necessitam de fazer (mentalizem-se disto!) é cortar o cabelo com muita frequência. E, preferencialmente, deixem essa tarefa para um profissional à maneira.

Devo 50% da resolução do meu problema de cabelos estragados ao Edilson do salão Unique. Os outros 50% da resolução devem-se a bons cuidados capilares e, dentro deste domínio, tenho de destacar toda a linha Nativa Spa Ameixa d’O Boticário.

Usei muitos produtos (restos, essencialmente) diferentes durante as férias, mas mantive sempre a utilização do Sérum de Restauração dos Fios Ameixa. Antes e depois das férias, utilizei a linha completa. É importante referir que utilizo a máscara lavagem sim, lavagem não.

Já era fã de outras linhas capilares d’O Boticário, mas andava um pouco à deriva desde que foram reformuladas e senti-me em casa quando descobri a Ameixa.

Primeiro, porque é a linha da hidratação e reparação dos cabelos estragados por excelência (antes, correspondia à Cereja, que eu adorava, e agora também há uma linha de Argão e Monói que não me agradou tanto). Depois, ameixa.

Ameixa.

Se eu adoro o óleo, os hidratantes (de corpo e mãos) e a colónia, haveria a hipótese de não gostar de ter esta fragrância no meu cabelo?

Não sou muito exigente com os champôs (talvez por estar habituada a bons produtos) e peço apenas que não irritem o couro cabeludo e que não deixem o cabelo áspero nem pesado.

O Shampoo Exótico Restauração dos Fios Ameixa não só atende às minhas exigências como ainda deixa, por si só, o cabelo macio e maleável. Não tem sal, o que é uma grande benesse para quem tem cabelo seco e frisado.

A máscara é consistente (qb), como eu gosto, e deixa o cabelo bastante hidratado sem que fique pesado ou pegajoso. Basta deixá-la actuar cerca de 5 minutos, pelo que também se destaca na rapidez de actuação.

O condicionador complementa os anteriores produtos conferindo hidratação extra, apesar de ser bastante fluido.

Por vezes, utilizo um leave in depois da lavagem, embora não tenha necessidade de o fazer quando utilizo esta linha capilar. Contudo, o sérum anti-frizz  é essencial e ajuda a manter o cabelo no sítio, sem fios desalinhados, e muito brilhante.

Considero que esta linha pode perfeitamente ser colocada lado a lado com linhas de produtos profissionais, embora tenha preços mais amigáveis e quantidades que duram, à vontade, quase meio ano (o champô, por exemplo, vem em frascos de 400ml).

Se têm cabelos fortes e rebeldes, a ameixa pode ser um bom investimento.

L’Oréal Professionnel Flagship

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No início da semana, aceitei o convite da L’Oréal Professionnel para conhecer a sua primeira Flagship Store no Salão Maria Lourenço, em Sete Rios (Av. Columbano Bordalo Pinheiro).

A abertura foi feita com uma beauty session que contou com a participação de alguns famosos portugueses, imprensa e bloggers.

A combinação entre cabelos e Maria Lourenço só pode resultar em algo bom.

Os serviços prestados no Salão obedecem a padrões de qualidade elevadíssimos para que a satisfação do cliente seja uma garantia. Para além dos serviços em si, existe um aconselhamento personalizado que se adequa às necessidades e especificidades de cada pessoa.

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Desengane-se quem pensa que nesta Flagship L’Oréal Professionnel só se tratam os cabelos.

Existe, também, um blow dry bar ao dispor de quem necessita de um novo look em tempo record e uma zona Essie, com todas as cores possíveis, onde é possível realizar uma manicure profissional.

Aproveitei a oportunidade para pôr em dia a coloração e optei por um brushing com alguns jeitos no cabelo e o devido volume, ao meu gosto.

Com certeza, será uma experiência a repetir, pelo atendimento super profissional e personalizado e pela variedade de produtos que adoro e que se condensam num só espaço.

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Margarida, Margadita

Já tinha deixado algumas pistas dispersas pelo Facebook e pelo Instagram, e em boa verdade este já era um plano de há muito tempo.

Finalmente concretizou-se e penso que o resultado espelha bem todo o trabalho que foi feito com uma equipa maravilhosa.

dita von teese unhas manicure gel acrílico verniz meia lua

Penso que é evidente o meu gosto e o interesse por outras épocas e algumas personagens com características alusivas a esses tempos, e a oportunidade de ser a modelo desta recriação da Dita Von Teese foi algo que me entusiasmou desde o início.

Acho que resultou tudo na perfeição: a Tânia do La Femme d’Argent (que foi a cabecilha desta operação) organizou tudo da melhor maneira e todos os parceiros se mostraram muito receptivos a esta ideia desde o início.

O trabalho foi todo realizado num ambiente de grande amizade com as pessoas que colaboraram (e é por isso que conseguem ver-me tão descontraída!).

dita von teese margadita cosplay

Bom, bom era ter uma equipa assim ao meu dispor todos os dias. Senti-me linda, e recebi tanto elogios!

Resta-me agradecer à Tânia, à Young Nails, ao Unique Hair and Body Clinic e à Revlon Portugal por me terem proporcionado momentos tão bons.

dita von teese margadita cosplay

Ah, e posso adiantar-vos que em breve há mais surpresas…

dita von teese margadita cosplay
Cabelo – Unique | Unhas – Young Nails | Maquilhagem – Revlon | Vestido – Vila | Sapatos – Best Mountain

Karma Komba – Champô Sólido

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De tudo o que vinha dentro da The Secret Bag, o que mais captou a minha atenção foi o Karma Komba, um dos champôs sólidos da Lush.

Há algum tempo que queria experimentar um produto deste tipo, mas tinha os meus receios. Quem tem o cabelo forte, seco e danificado, saberá do que falo: é muito frequente encontrar champôs que, apesar de prometerem o contrário, ressecam os nossos cabelos.

Então, tratando-se de um champô sólido, a primeira coisa que me vem à cabeça são os sabonetes em barra, algo que não me parece que funcione bem com o cabelo.

Adiante, já vos tinha falado do cheiro maravilhoso da Secret Bag mesmo antes de a abrir. Quando descobri o que era, fiquei contente da vida.

Parece que o produto foi escolhido a dedo, visto que a Lush tem vários champôs sólidos, e calhou-me logo o que provavelmente melhor se adequa às minhas necessidades: o Karma Komba, que acalma o couro cabeludo e ajuda a manter o cabelo desembaraçado.

shampoo champô sólido lush karma komba

O aspecto do produto é o que se vê: parece um macaroon e dá mesmo vontade de comer.

Para o utilizar, basta esfregá-lo no cabelo molhado, massajar com os dedos e enxaguar, como se tratasse de um champô convencional. Depois, convém deixar Karma Komba a secar ao ar para que seja guardado novamente.

Tive as minhas desconfianças relativamente à rentabilidade do produto, mas ao fim de umas quantas utilizações posso dizer-vos que está quase com o mesmo tamanho que tinha inicialmente e que deve durar por uns meses valentes.

Agora, o que vocês querem saber:

  • Tenho gostado bastante do Karma Komba.
  • Deixa o couro cabeludo e o cabelo limpinhos e leves.
  • O cabelo fica macio (ao contrário dos meus receios iniciais) e, consequentemente, mais fácil de desembaraçar.

Tenho o hábito de pentear o cabelo durante o banho (quem tem cabelo encaracolado deve compreender-me) e, desta forma, consigo fazê-lo mesmo antes de aplicar o condicionador/máscara.

Aliás, se estiver com muita preguiça posso mesmo sair do banho sem passar pela aplicação de algum agente hidratante no cabelo.

O aroma delicioso é um bónus, especialmente porque permanece no cabelo.

Mas podia ter sido um desastre, especialmente tendo em conta que se trata de um produto que promete acalmar o couro cabeludo e quando se trata de peles sensíveis, as fragrâncias e alguns óleos essenciais podem ser um dos agentes que queremos evitar nos nossos cosméticos. Felizmente, por aqui, correu tudo bem.

O formato do Karma Komba, diferente do convencional, é o que o torna num produto tão especial.

É um espectáculo porque para além de cumprir na perfeição as funções para as quais foi criado, ocupa pouco espaço, não traz embalagens de plástico pouco amigas do ambiente e é amigo das viagens (sejam elas campismo, que ninguém gosta de ocupar espaço na mochila com inutilidades, ou viagens de avião, onde bem sabemos que existe uma certa restrição com os produtos líquidos).

Aqui está uma boa sugestão para levarem nas vossas malas de férias!

Caca no Cabelo – Lush

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Dos produtos com nomes caricatos, tenho a certeza que a Caca lidera o top.

Não me enganei a escrever o título, não venho partilhar convosco nenhuma mezinha e tampouco venho denegrir o que quer que seja.

Para quem não conhece, a Caca é a coloração de henna comercializada pela Lush.

Ainda estou a recuperar das aventuras capilares do ano passado, pelo que quaisquer mudanças que possam acontecer agora têm de ser feitas calmamente e da maneira menos prejudicial possível para o meu cabelo.

Ando a evitar as medidas drásticas no que toca à coloração, e por isso estava tentada a experimentar a henna há algum tempo.

Não percebendo muito do assunto das hennas, sei que é preciso ter muito cuidado com o que há à venda no mercado para não trazermos gato por lebre.

Lá porque é uma tinta vegetal, não quer dizer que o que é natural não vai fazer mal.

É preciso ter muito cuidado e averiguar se trazemos connosco um produto de qualidade, especialmente quando queremos henna preta. O que não falta por aí são tintas com produtos tóxicos e metais pesados que fazem muito pior do que quaisquer outras colorações.

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No meio das minhas reticências descobri a Caca da Lush, que é feita com ingredientes naturais (e alguns sintéticos, vá) todos seguros. Caso tenham curiosidade, até podem espreitar a lista de ingredientes e outros detalhes técnicos do produto.

Não estava com pressa nenhuma para pintar o cabelo, mas há algumas semanas passei na Lush mais próxima e trouxe uma Caca Noir para experimentar. Existem outras tonalidades disponíveis, mas eu queria mesmo a preta.

Na loja, fui instruida sobre como utilizar a Caca, mas ainda assim pesquisei tudo o que consegui quando cheguei a casa de forma a optimizar a minha experiência.

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Preparei a Caca com água a ferver e passado uns minutos misturei tudo com um garfo.

Consegui perceber por que é que esta coloração se chama Caca: cheira terrivelmente e o aspecto é o que se vê. Apliquei por todo o cabelo e deixei repousar por quase quatro horas, com uma película aderente a envolver.

A hora da remoção foi um pequeno pesadelo. Demora imenso tempo para conseguir retirar toda a Caca na totalidade! No final, o resultado foi bastante subtil.

Na realidade, o cabelo ficou com uma cor escura e uniforme (a metade do meu cabelo que ainda transporta recordações do ano passado estava a debotar anteriormente). Um sucesso, minhas caras. Contudo, não foi nada intenso como as tradicionais colorações.

Aparentemente, não agravou os danos do meu cabelo.

Tendo todos os cuidados necessários (é importante a utilização de produtos capilares o mais gentis possível, de preferência sem sulfatos e afins quando experimentamos colorações de henna), a coloração durou cerca de três semanas no meu cabelo.

Tenho a consciência que, caso continuasse a utilizar a Caca, poderia obter resultados mais intensos e duradouros. 

O que a Caca tem de bom na hora da aplicação é que há tempo para remediar erros e fazer limpezas de acidentes. Para além disso, quando seca, fica tipo lama. Se cair, é muito mais fácil para limpar. Considero que é uma boa escolha para quem não tem grande experiência com colorações de cabelo e não se quer comprometer.

Caso utilizem produtos à base de ingredientes naturais no vosso cabelo, a Caca pode ser a coloração que procuram.

No meu caso, apesar de estar a adiar o regresso ao preto-carvão para depois das férias, não me agrada muito o facto de ter de fazer uma manutenção de cor relativamente frequente para que os resultados bonitos sejam visíveis.

Para além disso, e mesmo dando preferência a produtos que não sejam agressivos para o meu cabelo, gosto da liberdade de poder utilizar o que me apetecer no meu cabelo.

Resumindo, esta é uma boa Caca mas desconfio que não foi feita para mim.

(Mas aguentem-se aí, que tenho feito boas descobertas na Lush. Incluindo o Karma Komba que vinha dentro da Secret Bag!).

Cabelo Liso em Spray – Lee Stafford

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Para eu entrar em delírio com produtos de cabelo, basta prometerem-me milagres na conservação do cabelo liso.

Sim, gosto muito dos meus caracóis, mas tenho relativa facilidade em encontrar produtos para eles.

Quando quero ter o cabelo liso, já estou encaminhada, finalmente, mas não deixo de fazer uma grande festa quando encontro produtos complementares ou alternativas.

E é aqui que entra o meu interesse pela Lee Stafford.

Conheci a marca através das revisões da Sara. Nunca me dei ao trabalho de procurar o que quer que fosse, até que esbarrei com umas quantas miniaturas nos últimos saldos.

Não hesitei, e muni-me de uma série de produtos da linha Poker Straight. Todos eles são bons, mas apaixonei-me pelo Spray Anti-Frizz. Gosto de o utilizar depois de alisar o cabelo porque não é tão pesado como os produtos da Sabino e, consequentemente, torna-se muito prático.

Quando o utilizamos, parece que se forma uma película transparente no cabelo. Noto que, com o tempo, dá para ter uma percepção maior do efeito anti-frizz. Com o passar dos dias, notamos que os cabelinhos levantados com a electricidade estática são inexistentes.

Só é pena que, por cá, só haja miniaturas dos produtos e normalmente estejam a preços elevados na Well’s.

Felizmente, comprei cada miniatura a 1€ e cada uma tem dado para várias aplicações. Quem está pelas terras da rainha ou conhece quem lá vá em breve, faça o favor de aproveitar para experimentar Lee Stafford como deve ser. Prometo que não se vão arrepender!

10 de Fevereiro

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Na verdade, são 11 produtos porque a Lingerie de Peau fez-se emplastra e decidiu ficar na foto.

Acidentes acontecem!

  1. Máscara capilar Repair & Care, Mildeen
  2. Spray Desumidificante, Lee Stafford
  3. Sabonete de Enxofre, Confiança – post aqui
  4. Radiance Primer, The Body Shop – post aqui
  5. Base Lingerie de Peau, Guerlain – post aqui
  6. Batom Líquido Intense Cor Intensa 12, O Boticário – post aqui
  7. EDT La Petite Robe Noire, Guerlain – post aqui
  8. Blush Meteorito Make B Mineral, O Boticário
  9. Tea Tree Oil, The Body Shop – post aqui
  10. Sombra Iridiscente 02 Mirifique, PB Cosmetics
  11. Creme Benamôr, Nally – post aqui

Impossível x Acessível #7

Para terminar 2012 em beleza, só faltava um Impossível x Acessível.

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Apesar de ser um cuidado necessário todo o ano, a minha relação com os óleos de cabelo tem-se desenvolvido muito ultimamente.

O tempo frio pode ser um grande desastre para os nossos cabelos, já para não falar na humidade que nos faz ficar completamente desmotivadas para qualquer penteado porque andamos sempre de cabelos em pé.

Esta pode ser uma solução e a minha paixão por estes produtos desta categoria e este Impossível x Acessível não é novidade porque ainda há uns dias falei dele aqui.

  • O Impossível – Kérastase Elixir Ultime (34,50€)
  • O Acessível – L’Oréal Elvive Óleo Extraordinário (13,99€)

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Estão alta cores de batom mais fechadas (já falarei de uma à maneira).

Mas há sempre espaço para fugir à rotina e apostar em cores vivas e alegres.

Anda tudo de volta dos tons de vermelho e vinho, por que não apostar nos rosas alaranjados/coral?

  • O Impossível – Lâncome Rouge in Love 340B Rose Boudoir (26,50€)
  • O Acessível – Flormar Pretty Cream & Glaze P323 (04,99€)

cosméticos low cost maquilhagem dupes makeup batom mac revlonEu disse que também havia um batom a condizer com este Inverno.

Cor de vinho, burgundy, chamem-lhe o que quiserem. Não se acanhem, experimentem um destes batons nem que seja só aplicado em pequena quantidade com os dedos para que a cor não fique tão opaca e carregada.

  • O Impossível – MAC Diva (19,00€)
  • O Acessível – Revlon Raisin Rage (16,00€)

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E por que não usar cor de vinho também nas unhas?

Curiosamente, tem sido uma constante nas colecções de Inverno e alguns impossíveis já são mesmo, mesmo impossíveis. Já não existem, mas até se encontram opções idênticas a preços muito mais convidativos.

  • O Impossível – Essie Masquerade Belle (descontinuado, 12,50€)
  • O Acessível – Golden Rose Paris 104 (01,50€)

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Ainda na secção das unhas, gosto dos verdes secos de Inverno.

Se há algumas temporadas esta cor era associada ao uso de cores mais sóbrias e neutras, hoje em dia mais facilmente se alia ao militar. Lembram-se deste nosso Impossível? Em tempos, já foi um Acessível.

Hoje em dia, para além de não existir, a Essie foi adquirida pela L’Oréal. Pasmem-se com a quantidade de cores iguais que encontram numa marca e na outra. Mudam-se os tempos…

  • O Impossível – Essie Sew Psyched (descontinuado, 12,50€)
  • O Acessível – L’Oréal Colour Riche Rive Gauche Green (06,99€)