Categoria: Beleza

Célia Godoy – Novo Espaço

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Gosto de ver as pessoas que me são queridas e próximas a crescer. Há mais de quatro anos que conheço a Célia, quando o seu negócio próprio ainda não tinha nascido mas o condão de enaltecer a beleza das pessoas já lhe corria nas veias. Parece que é coisa dos genes e que quando o jeitinho é muito, só há um caminho possível: o do crescimento e da expansão. Porque quando somos bons a fazer algo, o ideal é partilhar com o mundo.

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Eu, a Célia e a Mantinha de Retalhos

Assim, na semana passada, a Célia trocou o seu pequeno gabinete por um bastante maior, com melhores condições e muito mais bem localizado: na Rua Major Caldas Xavier, nº 4. Pertíssimo da estação de Metro de Odivelas, ainda mais perto que a morada anterior. Durante o mês de Novembro, para celebrar, em compras superiores a 60€ têm direito a uma sessão de maquilhagem ou a uma sessão de massagem de relaxamento de 45 minutos.

Mimem-se! E, já sabem, se quiserem as extensões de pestanas mais fantásticas ou a pele mais perfeitinha do mundo

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Limpeza de Pele Eficaz

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Terminada a época balnear e, por conseguinte, a exposição excessiva a uma série de factores agressivos para a pele, já se sabe que é de valor apostar numa boa e profunda limpeza de pele. É um ritual que se deve manter todo o ano mas que toma especial importância na rentrée.

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Confiei na Célia Godoy (o gabinete fica pertíssimo da estação de metro de Odivelas) para cuidar devidamente do meu rosto, não através de uma limpeza de pele convencional mas com uma série de tecnologias que desconhecia até então: a extracção foi feita a vácuo e também foi utilizado equipamento de alta frequência. De forma sintética, as vantagens consistem numa maior eficácia na extracção das impurezas através do vácuo, e a alta frequência tem acção bactericida e ajuda a fechar os poros.

O procedimento durou cerca de uma hora e achei-o menos doloroso que uma limpeza de pele convencional. Em primeiro lugar, faz-se uma consulta breve para saber quais são as nossas necessidades, as características da nossa pele e eventuais problemas de saúde que possam interferir no tratamento (por exemplo, a alta frequência não pode ser utilizada por hipertensos ou grávidas). De seguida, higieniza-se a pele do rosto e é feita a exposição a vapores de ozono, para abrir os poros. Garanto-vos que em ambiente de gabinete a exposição aos vapores é muito mais cómoda que os típicos vapores que se fazem em casa.

Eis que chega a parte mais desconfortável, a extracção. Contudo, temi que fosse muito mais dolorosa. São utilizadas pequenas ventosas de diferentes dimensões que fazem o trabalho mais complicado. Posteriormente, há o recurso à extracção manual caso existam impurezas mais profundas. Sofri qualquer coisa, mas o meu nariz e o meu queixo já precisavam de uma intervenção drástica e urgente (e vocês bem sabem que utilizo bandas de remoção de pontos negros com alguma frequência. Se não as usasse, seria bem pior).

A fase do sofrimento termina depressa e quase nos esquecemos dela, porque o tónico e a máscara calmante que são aplicados de seguida aliviam imenso o desconforto. Passa-se à fase da utilização da alta frequência (caso não haja contra-indicações). Pode ser desconfortável para algumas pessoas, porque o equipamento dá pequenos choques na pele. Pessoalmente, não senti qualquer incómodo.

Para terminar, é feita uma massagem facial e aplicado um hidratante e protector solar. Durante umas horas, a pele fica com algumas vermelhidões mas, mesmo assim, visivelmente limpa. Não tirei nenhuma fotografia antes do procedimento, mas podem ver como ficou a região mais crítica do meu rosto nesse mesmo dia.

Fiquei muito impressionada com tanta limpeza. Já não me lembrava do que era ter a pele do rosto tão lisa, sem pontos negros horríveis e nojentinhos. E sabem o que é melhor? É que já passou mais de uma semana e o meu organismo não entrou em revolta. Continuo com a zona T limpinha, limpinha.

Viagem Olfactiva

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Para quem reside em Portugal Continental, creio que é unânime a opinião de que estamos a ter um ano terrível no que toca às condições climatéricas. Não posso queixar-me muito, que andei ao contrário do mau tempo, mas a verdade é que passámos do Inverno para um Verão muito tímido e agora, que estamos quase no Outono, parece que chegou a Primavera.

Na minha opinião, há perfumes que condizem com as estações do ano e o eau de toilette Voyager Woman da Oriflame é um deles. Chegou às minhas mãos no auge de Agosto, mas agora é que é tempo de o usar. É uma fragrância floral frutada, fresca, mas sem picar o nariz. É delicada, mas com aquele cheirinho a conforto quente e doce no meio das suas notas: no topo, temos frutas como a goiaba, a carambola e a lima; o corpo tem flores de laranjeira, jasmim e rosa; na base, encontramos âmbar, musk e notas amadeiradas. Sabem do que falo?

Creio que é uma fragrância fácil de agradar à maior parte das mulheres, tanto às mais novas como às mais crescidas. É, nitidamente, um perfume de dia, fácil de usar e com fixação bastante razoável. Conhecê-lo foi uma surpresa agradável, especialmente tendo em conta que é um perfume acessível (50ml/29€ sem promoções), e estou a adorar usá-lo.

Rotina de Verão #2

Tal como prometido e em jeito de conclusão, falta falar um bocadinho dos produtos de rosto e protecção solar que ajudaram a manter a pele em bom estado durante as últimas férias de Verão.

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Na categoria dos produtos de rosto, não quis abrir grandes cerimónias. Quis manter a minha pele, que tem estado bastante oleosa na zona T, hidratada. Acima de tudo. Não é fácil atinar com um conjunto de produtos quando mudamos a nossa rotina do dia-a-dia, de sítio e de água. Negligenciei as limpezas profundas e esfoliações, que preferi deixá-las para o regresso a casa do que agredir a pele desnecessariamente.

1. O Rose Hydrate Miracle Makeover Facial Oil da Superfacialist, que já teve o merecido destaque neste posté um essencial. Antes de lavar a cara “a sério”, utilizei-o sempre para tentar atenuar os efeitos da desidratação. Um mimo!

2. Como produto de lavagem, optei pela Foaming Cleansing Fluid da linha Pureness da Shiseido. Gosto muito da linha, no geral, mas optei por levar apenas a espuma. É consistente e limpa a pele na perfeição sem a deixar a repuxar. Isto é, a parte do meu rosto que é oleosa fica limpinha, e a parte seca e desidratada não resseca. Fica tudo bonito e suave!

3. Esqueci-me de levar o tónico do costume e não quis meter-me em aventuras nem investimentos, e decidi optar pelo que não falha: água de rosas. Não agride, não faz mal, é quase dada e é polivalente (que serviu para ser pulverizada nos dias de maior calor e há sempre mil e uma utilidades). Também é um clássico cá do blog.

4. Um dos produtos que maior importância tem nesta rotina, com vista a garantir a hidratação da pele do rosto, foi (é sempre!) o Quenching Sérum SOS da Caudalíe, já apresentado aqui e um dos meus produtos indispensáveis. Não me alongo, que no post já existente está tudo dito.

5. Também da família Caudalíe e porque o contorno dos olhos começa a exigir cuidados específicos, recorri ao Creme de Olhos Polyphenol C15. Tenho de dedicar um post a toda a linha (em conjunto com a minha mãe), mas interessa dizer que consegui manter a região periocular até mais hidratada e com a pele visivelmente mais uniforme do que antes. E sem vestígios de mília!

6. O hidratante escolhido para esta temporada, sem FPS (que utilizo o protector solar separadamente), foi o Cuidado Hidratante Anti-imperfeições da Vichy. Conheço que não goste dele alegando que é pesado e pegajoso. É verdade que não é dos hidratantes mais leves do mercado para as peles oleosas, e que nem sequer é matificante, mas deixa pouco brilho e a situação não se agrava ao longo do dia. E é dos poucos hidratantes para peles oleosas que experimentei até hoje que assegura as necessidades de hidratação da minha pele. Apesar de ter alguns “activos peeling“, ácidos, não irrita a minha pele.

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Pela primeira vez em muitos anos, consegui atravessar a época das férias de praia sem uma grande alergia ao sol. Tive algum receio com o protector solar que escolhi para me acompanhar, por ser uma novidade e por não ser de uma das marcas nas quais confio desde sempre (e bem se sabe que com o sol não se pode brincar e mais vale jogar pelo seguro!), mas correu tudo bem. Creio que o próprio estado do tempo ajudou, que parece que este ano mal tivemos Verão. Tive apenas o cuidado de evitar o óleo protector solar da Clarins do qual fiquei fã por só ter FPS 30 e não saber se seria a melhor opção para mim na praia durante muitos dias seguidos.

1. Do ano passado, transitou o Gel Fotoprotector Cream Dry Touch Color FPS 50+ da ISDIN. Já vos tinha dito que o adorava e até ganhou uma Medalha de Bronze. Ide ler o post para avivar a memória, que está lá tudo dito.

2. Para o corpo, confiei no Leite Sublimador FPS 50 da L’Oréal Paris. Se receios tinha, desvaneceram rapidamente. Bem se sabe que nos últimos anos a indústria da protecção solar evoluiu muito e já é possível encontrar boas opções nos supermercados, mas precisei de ver (e sentir) para crer. Para além da protecção eficaz, o bendito do protector tem brilhinhos que ajudam a dar aquele glow que não temos naturalmente no início da temporada de praia. Ah, é fluido o suficiente para ser fácil de espalhar e não é pegajoso nem deixa a pele branca tipo fantasma. Tem uma ligeira coloração, nada que se note. O cheiro também não é o habitual para um protector solar, é super suave e creio que agrada facilmente à maior parte das mulheres. Sim, que não me parece que os homens queiram parecer os vampiros do Twilight.

3. Por fim, os cabelos não podem ser esquecidos e resolvi estender os cuidados para além dos praticados em casa. Fiquei traumatizada com as asneiras de há dois anos atrás e não quero, por nada deste mundo, estragar o cabelo novamente. Para aplicar várias vezes durante a exposição ao sol, contei com o Óleo Protector Solar Elvive. Cheirinho agradável, super fluido e leve e protecção solar. Não há muito mais para dizer, é prático (vem em formato de pulverizador) e gostei muito de o utilizar.

Espero que esta partilha possa ser útil para alguém e que tenham tão bons resultados com as minhas sugestões, tal como eu também os tive. Posso dizer que não me importava de ter férias e levar tudo na mala novamente?

Rotina de Verão #1

Tal como prometido, partilho convosco a rotina de utilização de cosméticos que funcionou comigo em tempo de férias. Vai ter de ser em duas partes, que tenho muito para dizer. Na primeira parte, vou falar um pouco dos produtos que utilizei para o cabelo e para o corpo. No próximo post, falarei dos produtos de rosto e da protecção solar.

Há que salientar que saí de Lisboa carregada de tralha e que nem tudo o que utilizei se revelou eficaz, houve estratégias que tiveram de ser repensadas muito rapidamente e o conteúdo deste post foi o que, efectivamente, utilizei e que me encheu as medidas.

Não acho descabido publicar esta espécie de review extensa em Setembro. Não só porque o Verão ainda decorre e há muita gente que está ou há-de ir de férias, mas também porque muitos destes produtos podem ser (ou serão mesmo) utilizados durante o resto do ano.

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A rotina dos cabelos foi aquela onde mais arrisquei. Sol, praia e água da rede super calcária são grandes inimigos da saúde capilar. Tenham em conta que o meu cabelo é super espesso, denso, seco e frisado, para além de o pintar com alguma frequência.

1. O champô escolhido para a temporada de praia foi o Ultra Suave Solar com Óleo de Monoi e Neroli, que é uma novidade no mercado e que não me desiludiu. Era o único produto que desconhecia totalmente deste grupo. Foi utilizado e aprovado por toda a família. Limpa o couro cabeludo sem ser agressivo e os cabelos ficam super macios, leves e bem cheirosos, sem ressecar. Não é muito consistente, embora produza muita espuma. É fácil de espalhar e enxaguar.

2. Esqueci-me de levar comigo quaisquer máscaras ou condicionadores e dentro da oferta disponível nos supermercados locais, optei pela máscara Adeus Danos da Fructis. Já sabem que tenho aversão aos champôs da marca, mas as máscaras, séruns e espumas têm sido uma agradável surpresa. Não tinha experimentado esta anteriormente, mas já conhecia outros produtos da mesma linha nos quais confio. É consistente e eficaz, super hidratante mas sem deixar o cabelo pegajoso. Um boião de 400ml custou cerca de 5€, utilizei o produto em todas as lavagens de cabelo, não recorri a condicionadores e ao final de mais de um mês ainda estou longe de ver o fundo da embalagem. É melhor, a milhas, que muitas máscaras de marcas profissionais.

3. Que disse eu de confiar na linha Adeus Danos da Fructis? Em equipa que ganha, não se mexe, e hei-de comprar e recomprar o sérum SOS Repair. É fluido, quase como um óleo, não pesa e a verdade é que deixa as pontas do cabelo bonitas, hidratadas e brilhantes. Com ar de cabelo novo, sabem? Do que há no supermercado, baratinho, este é dos melhores séruns, para mim.

4. Quem tem cabelo espesso, seco e encaracolado sabe que hidratar nunca é de mais, mesmo, mas que é preciso ter cuidado com os produtos que utilizamos depois da lavagem sob pena de o resultado ser uma mixórdia pesada e pegajosa. Privei-me de espumas e outros produtos muito elaborados, mas o leave-in é sempre essencial para uma caracoleta bonita e de aspecto saudável. Apostei no Nativa Spa Frutoterapia Ultra Hidratante Monoi e Argão, após o duche à noite, que é dos melhores produtos do género que já conheci para deixar os caracóis bem definidos mas soltos e leves (já para não falar no cheirinho delicioso). Durante o dia, por causa do sol (e por considerar que não seria de mais reforçar a hidratação), optei sempre por aplicar o Golden Plus Termoactivado, que já era um favorito da época balnear anterior e que mesmo sendo consistente e hidratante não pesa no cabelo depois de seco e ainda protege do sol e de outros agentes nocivos. Ambos os produtos são d’O Boticário.

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A questão dos produtos de duche é um pouco irrelevante e a escolha dos géis e sabonetes foi quase aleatória dentro de tudo o que consigo utilizar sem reacções alérgicas. Interessa a hidratação, e nesse aspecto tive uma super equipa comigo.

1. Ainda no duche, antes de sair, contei com o óleo Nativa Spa Monoi e Argão d’O Boticário. Tem truque, é para aplicar na pele molhada (e há quem passe por água, mesmo assim) porque é muito denso e hidratante. Só por si, já é um grande passo na hidratação corporal e… Confesso, nos dias de preguiça foi suficiente para que não ficasse a parecer um deserto em forma de gente. Não se atrevam a aplicá-lo na pele seca, que não será absorvido e ficam eternamente pegajosas.

2. Para não haver oportunidade de a pele das pernas começar a descamar (habitual por estas bandas), precisei mesmo de um produto que me garantisse toda a hidratação de que a minha pele necessita. Sou alérgica ao sol, como sabem, pelo que nesta época evito produtos com fragrâncias e outros aditivos irritantes que possam ajudar a criar situações desagradáveis. Contei com o Lipikar Lait da La Roche-Posay que é super consistente e hidratante, mas ainda assim fácil e agradável de utilizar. Rende imenso, para compensar o facto de não ser dos hidratantes mais baratos.

3. Apesar de o Lipikar Lait ser mais do que suficiente, eu ainda quero mais consistência nos primeiros dias de praia. Sou muito cautelosa, utilizo protector solar, mas quero mesmo assegurar-me que estou bem hidratada. O Bálsamo Intensivo Pós-solar da Oriflame é daqueles que se assemelha mesmo a uma manteiga, há quem considere um martírio utilizá-lo por ser mesmo muito, muito rico, mas garanto-vos que não há melhor para as áreas do nosso corpo que têm tendência a ficar mais secas e desidratadas. Acabei por utilizá-lo muito, também, nas maçãs do rosto, que sofrem sempre nesta temporada de sol e calor.

4. A loção Sesame Suntan da Lush é um bónus que recebi a tempo de testar nas férias e que adorei. É um capricho. A marca considera que é um protector solar, mas… Tem FPS 10! Big no no, mas como loção corporal naqueles dias em que saía do duche e ainda vinha para a rua com algum sol ao fim da tarde, foi um prazer utilizá-la. É muito fluida mas bastante hidratante e cheira a… Bom, cheira-me a manteiga de amendoim (óleo de sésamo, diz a Lush) e dá vontade de a comer. Sim, tive os meus receios que pudesse haver alguma alergia demoníaca, mas consta que a fragrância era mesmo a natural do óleo de sésamo e, à data, nunca tive problemas com este nem com nenhum dos restantes ingredientes (que podem conferir aqui) que compõem o produto.

Não se esqueçam, a seguir sairá um post com o resto desta rotina maravilhosa que não me deixou ficar mal, mesmo fora da minha zona de conforto.

Já cheira a férias!

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E cheira mesmo bem, se me permitem que vos diga. Não é novidade para ninguém, mas para mim só faz sentido trazer a pitaya à baila agora. É que, minhas amigas e meus amigos, custa muito passar o Inverno com as férias de Agosto entaladas no nariz e a linha Nativa Spa Pitaya d’O Boticário só me lembra isso mesmo: o cheiro da frutaria do sítio onde passo férias, logo pela manhã. É tortura!

Sinceramente, a pitaya é um fruto que não me diz muito. Ou as que provei não eram as melhores, ou há frutas mais cheirosas e gostosas (como as que me surgem na cabeça quando cheiro estes produtos todos). Seja como for, agora que chega o calor e que se aproximam as tão aguardadas férias, esta linha cai que nem ginjas… Erm… Pitayas.

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Em primeiro lugar, já se sabe que tudo o que vem de uma loja O Boticário cheira bem por eternidades. Depois, não fossem já as texturas algo para lá de agradável, a Pitaya saiu refinada. O creme de mãos é “normal”, não é nada diferente do que é habitual, à excepção do facto de ter FPS. Já se sabe que este é um aspecto muitas vezes ignorado, e a verdade é que não nos podemos esquecer que as mãos também precisam de protecção solar.

O Açúcar Esfoliante Exótico tem características que, para mim, até há pouco tempo eram coisa rara e difícil de encontrar: em termos de efeito, faz o expectável para um produto deste tipo, mas sem ser demasiado agressivo. Apetece comer à colher, como se vê na imagem. Faz todo o sentido de acordo com o nome, tem grãos de açúcar. Quando aplicamos e massajamos o esfoliante no corpo, no duche, ele vai-se “derretendo” e deixa a pele lisinha mas, ao mesmo tempo, hidratada.

A Espuma de Banho Exótica tem um formato interessante: lembra as espumas de barbear. Para mim, tem o seu quê de decepção porque não faz assim tanta espuma. Mas não faz mal, porque é engraçado utilizá-la na mesma, e apesar de a espuma ser consistente, não deixa a pele a repuxar.

O Souflé Hidratante Exótico é tal e qual como indica o nome. É um hidratante corporal que parece um souflé. É super leve, a textura é inusitada e os efeitos são os do costume. Bons, portanto!

Escusado será dizer que se, por um lado, fico animada quando uso esta linha porque me lembro da proximidade das férias, por outro, lembro-me que ainda tenho toda uma época de exames pela frente. E custa, custa muito, mas tem de haver motivação. Já cheira a férias!

Estarei doente?

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Vá-se lá entender. Sempre fui muito vaidosa, vocês sabem, e sempre nutri muito interesse pelos cremes e maquilhagens. Desde pequenina, que se apanhasse algum batom a jeito fazia questão de o usar. A seu tempo, seja isso o que for, comecei a sair à rua com alguma maquilhagem. E nunca mais parei. Hoje em dia, creio que tenho uma afronta à miséria só em cosméticos.

Como há coisas injustas e irónicas na vida, estou a atravessar uma fase em que sinto que não necessito de utilizar tanta maquilhagem. Passo a explicar: gosto das cores das sombras e dos batons, gosto de usar um blush cor de saúde, não dispenso o rímel e, eventualmente, o eyeliner (que, com o calor, também tem tido muitas folgas), mas não ando com grande paciência para bases e correctores. Em boa verdade, creio que nem necessito deles no dia-a-dia.

A que é que tudo isto se deve? Tenho cá para mim algumas teorias e não sei se aposte em todas, ou se calhar é só tontice minha. A minha pele está longe de ser perfeita, mas não é manchada e até tem estado muito lisinha. Os hidratantes com cor (que nem sempre uso) costumam ter cobertura suficiente para me deixar satisfeita. Adicionando a isto o facto de, eventualmente, haver tendências para maquilhagens naturais, mais não seja pelo calor, creio que há-de estar aqui alguma justificação.

Será que é só comigo que isto está a acontecer? É que não dá jeitinho nenhum, nenhum com tanta cor e tanta tinta para gastar. Bolas! (E não, não se aflijam, que por aqui continuamos com as temáticas e padrões de qualidade do costume.)

Medalha de Bronze Nº5 – Clarins Sun Care Oil Spray

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Isto de ser alérgica ao sol tem muito que se lhe diga. Ou, melhor, não querer pôr a vida em jogo tem muito que se lhe diga. Apanhar sol faz bem, com moderação e com os devidos cuidados. Toda a gente sabe da importância da protecção solar e dos riscos inerentes à sua negligência. Um descuido hoje pode significar uma doença grave amanhã, e o melhor é mesmo prevenir.

No léxico do ambiente de praia, existe algo que me agrada à vista: a pele brilhante, radiante, reluzente de óleo. Ok, sem exageros, dispenso ver pessoas que parece que acabaram de sair de uma frigideira, qual fartura acabada de fritar. Sabem o que quero dizer? Aquele brilho bonito que não é pegajoso nem too much. O problema é que, até há pouco tempo, eu sequer conhecia um produto seguro que conferisse este efeito. Por que motivo é que as pessoas continuam a besuntar-se em óleo mineral sem qualquer protecção para ir torrar para a praia?

Eis que conheci Sun Care Oil Spray da Clarins e, olhem, fiquei fã dele porque é justamente o que eu pretendia e por isso merece uma Medalha de Bronze. É fácil de aplicar, dado que a embalagem é um spray e assim é impossível que ocorram derrames daqueles que tornam não só o produto mas tudo o que se encontre num raio de largos quilómetros intragável de escorregadio. Assim, também é mais fácil de dosear e evitar excessos de produto que levem ao tal aspecto de fartura que mencionei. É muito leve, não é pegajoso e, o mais importante, tem FPS 30. Ainda por cima, dá para utilizar no corpo e no cabelo (sim, não se esqueçam que o cabelo também tem de ser protegido do sol!). Utilizei-o diversas vezes sem qualquer inconveniente a mencionar, e a continuar assim será um favorito por muito tempo e com necessidade de reposição constante.

Framboesa e pele à mostra?

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Quem diz que a frutinha é boa só para comer, deve estar enganado. Aqui entre nós, há frutas que são boas para a nossa pele, como a framboesa. O quê? Não estão a perceber? Estou a falar do Early Harvest Raspberry Body Scrub da The Body Shop. Não é o único esfoliante corporal da marca que se assemelha a paparotes ou compota, mas para mim é o mais delicioso. De se utilizar sem comer, claro está, não caiam no engano de barrar esta compota no pão e mantenham-na longe dos mais pequenos.

Aqui me confesso, e sei que não sou a única: negligencio a esfoliação corporal quando a roupa tapa tudo da cabeça aos pés. Chega agora a altura em que se torna imperativo pôr em dia este ritual, e nos primeiros tempos dou preferência a esfoliantes com partículas maiores e mais consistentes que removam o que não foi cuidado durante meses (que vergonha, eu sei). É o caso deste esfoliante de framboesa, deixa mesmo a pele limpa e lisa, desprovida de grande hidratação mas pronta para o resto dos cuidados.

O difícil é resistir à tentação de não comer um bocadinho…

Esfoliante Sem Esfoliante

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Desvalorizo mais do que devia a esfoliação do rosto. Não na frequência da prática do ritual em si, mas na escolha dos produtos. Não sou nabiça, ou até devo ser por não nutrir grande interesse por este calibre de produto. Até já vos perguntei qual é o vosso esfoliante de eleição, porque oiço grandes debates em torno desta temática e deve haver algo que estou a perder.

Uma ou duas vezes por semana, recorro ao esfoliante facial que tiver à mão e não sou difícil de contentar, basta-me que as peles mortas evidentes desapareçam e que o produto não seja agressivo. É só isso que peço, e muitas vezes fico desiludida com produtos que não fazem nem uma coisa nem outra.

Há tempo suficiente para já ter experimentado e ficar feliz da vida, chegou cá a casa uma Facial Buffer Sponge. O que aparenta ser uma simples esponja branca é, na verdade, o melhor esfoliante físico que já experimentei até agora. Humedece-se, junta-se (ou não, se não quisermos) o nosso produto de limpeza de rosto habitual e esfrega-se no rosto com a pressão que desejarmos/necessitarmos. Depois, é só lavar, deixar secar e guardar. Isto significa que é versátil e nunca há-de deixar ninguém com ar de quem se esfolou numa pedra pomes, que é super portátil (não ocupa espaço nenhum, não se derrama nem pesa nada) e que, basicamente, temos um esfoliante (quase) infinito. Há como não adorar?