216028_1200_A

Às vezes, fico zangada comigo mesma quando decido relaxar de mais com o que visto. O desleixo não faz mal a ninguém quando é (muito) moderado, e estou a atravessar uma fase em que fico aflita com a quantidade de peças infantilóides que tenho no roupeiro e que pouco fazem pela minha imagem.

Apesar de ter 23 anos, sou pequena e considero que até posso cometer algumas loucuras que não fazem muito mal. Ainda assim, devia haver aqui um sensor que me desse um choque de cada vez que pretendo comprar ou vestir algo que podia pertencer à minha prima de 12 anos baseando-me no critério “isto é bom para os dias de preguiça”. Olha que gaita, há tantas peças bonitas, práticas e com ar de gente grande que servem para esses dias. Vestidos. Túnicas. Tenho tanta coisa tão bonita que não visto tanto como deveria por dar preferência a vestuário que nem devia constar do meu roupeiro.

Partilhei, em jeito de desabafo, que levo muita roupa que era da minha mãe e da minha avó para Lisboa (roupa como deve ser!) e que preciso de mandar embora muitas das coisas que tenho. Preciso mesmo! Não só pela quantidade absurda, mas porque não se encaixam com a minha pessoa nem com a imagem que pretendo passar de mim. Depois disso, posso pensar em complementar o que tenho com peças boas para os dias de preguiça, sim, mas com pinta. A Derhy, como sempre, está com vestuário lindíssimo para a próxima estação e eu já ando a namorar algumas coisas.

216013_1200_A

Deixar uma resposta