Cabelos Limpos no Instante

Após ter feito um alisamento progressivo há mais de dois meses (notícias em breve!), uma das maiores mudanças que tive de fazer foi na rotina de cuidados com o cabelo.

O cabelo que antes era super encaracolado e frisado, seco, que necessitava de lavagens diárias só para se manter apresentável, passou a estar imaculado por muito tempo, com uma ressalva: necessito de utilizar o secador depois da lavagem (se o cabelo seca ao natural, já fica bastante ondulado, ainda que sem o volume e frisado de antes). Não custa nada, porque o cabelo seca muito rapidamente e não preciso de grandes manhas.

Sucede que o couro cabeludo que antes era seco, agora tende a ficar oleoso ao fim de 4 ou 5 dias. Não é grave, nada grave, sei que há muita gente que deve estar a rogar-me pragas neste momento, que tantos dias é uma fartura e deveria dar-me por feliz e ir a correr lavar o cabelo ao fim desse tempo. Mas, senhoras, vejamos bem a cena: antes do alisamento, se esticasse o cabelo, passava mais de uma semana sem necessitar de lavar o cabelo. Sem problemas! E nem sempre há paciência para lavar e secar o cabelo agora. Nem tempo. E é aqui que o champô seco entra na minha vida.

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Estava tentada a experimentar há algum tempo, fui lendo opiniões e procurando informação sobre marcas, até que se proporcionou partilhar uma encomenda na Maquillalia com a Ana Rita e lá mandei vir dois Batiste para experimentar. O melhor é que, nessa altura, cada um estava a 3€ e picos!

Encomendei as variedades Cherry e Cool & Crisp Fresh. A diferença é só o aroma, ambos são agradáveis e nada intensos. Uma lata destas é sensivelmente do tamanho de uma lata de laca (200ml), dura imenso. Não tem nada que saber: agita-se a embalagem, aplica-se o produto em direcção à raiz do cabelo, a cerca de 30cm de distância. Espalha-se bem o produto (é uma espécie de pó branco) no couro cabeludo com as pontas dos dedos, escova-se bem e está feito. Numa questão de segundos, temos o cabelo como novo, como se tivesse sido lavado pouco antes.

É claro que o champô seco não substitui a lavagem a sério, mas é um bom aliado entre lavagens. Não sei falar de outras marcas, comecei pela que dizem ser a melhor e não me arrependo. Sei que há quem se queixe de, com champôs secos de outras marcas, ficarem resíduos de produto no cabelo. A Batiste tem variedades com cor para os diferentes cabelos, mas nunca as experimentei nem sinto necessidade. Como sabem, tenho o cabelo preto e nunca tive quaisquer problemas desta ordem.

E vocês, já conheciam os champôs secos? Já experimentaram algum? Fica a dica!

Dramas, dramas…

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Sou daquelas pessoas que tem pouca paciência para fazer compras de roupa. Gosto de caçar bons negócios e fazer bons achados, mas tenho aversão a multidões, confusão e provadores. Compro quase toda a minha roupa a olhómetro. É claro que, no final, acabo por ter de trocar umas quantas poucas coisas porque o tamanho não era bem aquele que escolhi. Ups.

Também há situações em que se torna necessário fazer pequenos arranjos, mas esse é um mal menor, no geral. Só me aborrece quando as peças são muito elaboradas ou de materiais complicados de trabalhar, como as napas e peles. Já vos disse que andava (e ando, bolas!) à procura de um blusão preto, não já? Na verdade,  o que quero é um biker jacket. 

É triste, pode parecer tarefa simples encontrar um que seja perfeito com facilidade, já que as lojas transbordam deles nos tempos que correm. Minhas amigas, desenganem-se, que tem sido uma chatice procurar. Há sempre algum inconveniente: ou o tamanho das mangas (geralmente compridas de mais), ou a cintura (gigante, sem forma), ou o material que é manhoso, ou o preço que não compensa, ou a cor dos metais.

Estou a pensar em comprar o da imagem, que é da BT London. Conheço os tamanhos da marca, tenho agasalhos, e até agora tem corrido tudo bem. Mas… Não sei. Em boa verdade, se não gostar posso sempre devolver. Mas o tempo que se perde nestes processos é chato. Que acham? O mesmo blusão existe com os fechos em prateado, mas acho o douradinho mais fancy. Já vi peças semelhantes a cerca de 120€ e este casaco custa 51€. E agora? Arrisco, ou quê?

Fearless Fuchsia + Passatempo

Nem só de cores escuras se faz o Inverno, e a prova disso é a cartela de cores mais recente dos batons Ultra Colour Bold da Avon. Não é novidade que a marca tem inovado e arriscado com cores ousadas que até há pouco tempo eram difíceis de encontrar. Já tenho dito por aqui várias vezes que, no geral, os batons da Avon são dos que têm a melhor relação qualidade/preço que conheço.

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Esta nova linha tem umas quantas cores que tenho namorado (pedi umas poucas amostras a ver se me decido quais devo comprar, que a gaveta transborda mas há roxos e rosas lindos de morrer) e a marca fez chegar às minhas mãos um exemplar da cor Fearless Fuchsia. É isso mesmo, um rosa choque fresquinho a ver se os dias de chuva ficam mais alegres!

Como é habitual na linha Ultra Colour Bold, este batom é super pigmentado e cremoso. É muito confortável de usar. Notei que este tom específico tem uma durabilidade superior às tonalidades avermelhadas da mesma linha.

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Eu e a Avon queremos que mais pessoas saiam à rua com o seu sorriso rosa Barbie e por isso temos cinco batons desta mesma cor para vos oferecer.

Participar é muito fácil: necessitam de preencher, no mínimo, as entradas obrigatórias na caixa abaixo. É obrigatório tornarem-se seguidores da página do blog e da Avon no Facebook. Podem ganhar entradas extra conforme as partilhas, interacção e subscrições noutras redes, não há nada mais simples. O passatempo termina no dia 10 de Dezembro e as vencedoras serão escolhidas aleatoriamente. São válidas as participações de Portugal Continental e Ilhas.

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Boa sorte!

Maquilhagem Democrática

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Tenho este post alinhavado, com as imagens tratadas e tudo (das novidades, que o resto já andava cá pelos arquivos), há não sei quanto tempo. Desde que a linha de maquilhagem mineral d’O Boticário sofreu a sua última reforma, deixei tudo prontinho mas achei que aquele não era o momento de falar. A maquilhagem mineral não era uma novidade da marca e eu já a conhecia há muito tempo e já tinha partilhado umas poucas coisas convosco aqui, aqui e aqui. Alguns dos produtos desapareceram, sim, e novos surgiram. Pelo caminho, foram relançados produtos de edições limitadas como os trios de sombras baked da linha Make B Infinit.

Sucede que como é uma linha que adoro há tanto tempo e que se vai misturando no meio de todos os cosméticos que utilizo regularmente, acabo por me esquecer do seu devido valor até que se torna no meu último recurso quando a minha pele tem os seus ataques de rebeldia.

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Quantas de vós não gostam de utilizar produtos de maquilhagem convencionais, porque são desconfortáveis ou não são compatíveis com alguns problemas de pele frequentes? Bem, os últimos tempos não têm sido nada simpáticos para mim e a minha pele tem-se queixado muito. Pareço uma adolescente com cara de pizza e a psoríase começa a querer instalar-se. Sair de casa de cara lavada está mesmo fora de questão.

Os complementos da maquilhagem (blush, batom e sombras) não carecem de tantos cuidados, mas a base que utilizo tem de ser escolhida com muita cautela e por isso aposto na base em pó da linha abordada neste post, porque já sei de outras levas que posso confiar nela. Atenção, O Boticário não é a única marca no mercado com uma boa linha de maquilhagem mineral, mas é aquela que eu conheço e que amo de paixão. Porque é excepcional em termos de qualidade, imbatível no preço (quase não há, sequer, concorrência com estas especificidades!), não contém ingredientes potencialmente agressivos como os que estão habitualmente presentes noutros cosméticos, é compatível com qualquer tipo de pele, é confortável e tem uma boa variedade de produtos disponíveis (embora já tenha sido melhor neste aspecto).

Só nestas alturas é que me apercebo da importância que esta linha tem no meu dia-a-dia, quando deveria acarinhá-la mais. Afinal, trata-se de um conjunto de produtos muito democrático. Se não gostam de maquilhagem devido a experiências desagradáveis com os produtos de costume (porque pesam na pele, porque são pegajosos, porque provocam ardor ou comichão, ou por outro incómodo!), falando muito a sério, dêem uma oportunidade à Make B Mineral.

InstaxParty Lisboa

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No passado dia 22 de Novembro, aconteceu no Palácio de Sant’Anna a primeira InstaxParty. Há pessoas que deixam muitas saudades e a equipa Fuji as amigas que se vão conhecendo nestas andanças dos blogs são algumas delas. Dava para perder esta oportunidade de reencontro com muita diversão à mistura? É claro que não. Não divergindo muito, estava a fazer-me falta um bocadinho assim, descontraído e diferente do dia-a-dia.

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Houve tempo para tudo: para pôr a conversa em dia (sem vergonhas no que toca ao espanhol, que parte da aprendizagem passa por falar e cometer erros), para conhecer novas pessoas, para tirar muitas fotos bonitas (abusando das Instax Mini 8, claro!) e para dançar. Tivemos o privilégio de assistir a um desfile de roupa de praia da NYOS e de apreciar a música da Teresa Queirós (ex-concorrente do programa televisivo Ídolos).

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Em resumo, foi uma noite super bem passada e em óptima companhia. A NiT ajudou a fazer com que tudo corresse na perfeição. Ah, ouviram dizer que a noite não foi este mar de rosas que aqui descrevo? Pois eu sugiro que ignorem as más línguas, que esta foi a melhor noite dos últimos tempos e viveria feliz com mais momentos destes. Fuji, queremos mais festa!

P.S. – Meninas das instantâneas, está na hora de digitalizarem tudo e partilharem com a malta, sim?

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Dias negros para as compras

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Consta que as tradições dos outros países são contagiosas e, de ano para ano, têm aumentado as alusões à acção americana Black Friday por terras lusas. Este dia (que, em muitos casos, se transformou num fim-de-semana inteiro, vá-se lá entender a estratégia) que sucede o Dia da Acção de Graças, muito resumidamente, é visto em termos comerciais como o início da preparação para o Natal.

As lojas e marcas aproveitam para oferecer imensos descontos e promoções, a malta agradece. Não há nada que me faça muita falta, pelo que eventuais compras seriam um capricho. Confesso que nem sequer tive motivação para bisbilhotar as ofertas deste período como deve ser, significando isto que não fiz compras nenhumas no próprio dia.

Hoje, após o almoço, aproveitei para dar uma volta pelo shopping do costume para procurar um blusão preto que me agradasse e deparei-me com os vestígios das promoções especiais. Como é que é, senhores comerciantes? É impressão minha ou retiraram as peças mais jeitosas dos expositores? Bastou-me entrar na Zara e ver as movimentações das funcionárias, que estavam atarefadíssimas, para perceber que estavam a devolver à loja o seu aspecto “normal” e que houve imensas peças que foram retiradas de cena durante o dia de ontem, numa tentativa de escoar artigos desinteressantes e mais que batidos.

Afinal, foi ou não foi uma boa oportunidade para fazer compras? Tenho a certeza que algumas de vós terão feito boas compras (onde e o quê? Já sei que as lojas online, no geral, ficaram viradas do avesso). Cá por mim, o melhor é mesmo esperar pela época que sucede o Natal. Saldos, vinde a mim!…

Célia Godoy – Novo Espaço

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Gosto de ver as pessoas que me são queridas e próximas a crescer. Há mais de quatro anos que conheço a Célia, quando o seu negócio próprio ainda não tinha nascido mas o condão de enaltecer a beleza das pessoas já lhe corria nas veias. Parece que é coisa dos genes e que quando o jeitinho é muito, só há um caminho possível: o do crescimento e da expansão. Porque quando somos bons a fazer algo, o ideal é partilhar com o mundo.

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Eu, a Célia e a Mantinha de Retalhos

Assim, na semana passada, a Célia trocou o seu pequeno gabinete por um bastante maior, com melhores condições e muito mais bem localizado: na Rua Major Caldas Xavier, nº 4. Pertíssimo da estação de Metro de Odivelas, ainda mais perto que a morada anterior. Durante o mês de Novembro, para celebrar, em compras superiores a 60€ têm direito a uma sessão de maquilhagem ou a uma sessão de massagem de relaxamento de 45 minutos.

Mimem-se! E, já sabem, se quiserem as extensões de pestanas mais fantásticas ou a pele mais perfeitinha do mundo

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Calavera

De ano para ano, a adesão à celebração da Noite das Bruxas tem aumentado em Portugal. Conflitos culturais à parte, sou da opinião que qualquer pretexto para haver festa e máscaras é bom.

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Este ano decidi ficar por casa, mas nem por isso deixei de fazer uma maquilhagem à altura da ocasião. Eu até ia ficar quietinha e vestir o pijama, mas para além de a Black Rose me ter desafiado a mostrar a minha maquilhagem de Halloween (e eu não consegui dar resposta atempadamente mas quis muito partilhar algo bonito com ela e convosco! Já agora, espreitem as maquilhagens das outras bloggers que ela convidou.), nunca se sabe quando aparece a miudagem à porta a pedir o Pão por Deus. No meu tempo, era coisa que só se pedia no dia 1 de Novembro, mas adiante…

Espero que não esteja ninguém a ler este post na noite de 31 para 1, que o ideal seria estar toda a gente a divertir-se fora de casa. Já que eu não fiz nada (a não ser a bela da calavera) para celebrar, aproveitem e divirtam-se por mim.

Têm o hábito de celebrar o Halloween? Qual foi a vossa máscara deste ano?

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Ah, a título de curiosidade, fiz isto num ápice e sem grandes recursos: utilizei um lápis branco, um kajal preto, a paleta Acid da Sleek e uma sombra azul da Stargazer. Os brilhantes foram comprados numa loja chinesa há muito tempo e apliquei-os com cola de pestanas. Simples, não?

Das misérias que me acontecem

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Contando a história, ninguém acredita. Sou a campeã das solas de sapatos perdidas. Juro! Já perdi a conta às vezes em que os meus sapatos (que, por sinal, são sempre bem estimados) se desintegram em plena rua. Poder-se-ia dar a desculpa de que a qualidade tem-se em directa proporção para com o que pagamos, mas já me aconteceram catástrofes destas com sapatos bem caros de lojas e marcas conhecidas.

Adiante, que desta feita até nem foi o caso. Tinha uns sapatos bonitos, como os da imagem, que foram um achado. Pensava eu. Baratos, muito bonitos e super confortáveis. Deixavam-me com altura de gente e com uma pernoca jeitosa. Então não é que ontem, quando dei por ela, tinha as malditas das plataformas a descolarem-se? Não me estatelei no chão porque não calhou e salvou-me o papá, que teve de me resgatar da bela Lisboa e da sua calçada maravilhosa.

Agora estou triste, muito triste, que não quero dar reforma aos sapatos mas também não sei se há remédio que lhes valha. Há cola, pois há, mas até que ponto é que é eficaz? Já fiz a experiência com outros pares de sapatos de plataforma, como estes, e nunca serviu de muito, nem com intervenções do sapateiro. Alguém sabe de uma solução milagrosa ou devo mesmo dizer-lhes adeus e pensar em comprar uns substitutos como deve ser?

Guida Simhólica

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Faço parte de uma geração que joga The Sims desde os primórdios. Aliás, se bem me recordo, ainda o bendito jogo não existia e já o primo das simulações Sim rodava cá por casa. Tinha 11 anos quando o maravilhoso mundo dos Sims nasceu e hoje, quase aos 25, ainda fico em êxtase com as novidades.

Não tenho tempo para muitas jogatinas, mas o simlish é um idioma que domino. Há cerca de um mês, o mundo conheceu o The Sims 4. Aqui, conto com pouco mais de duas semanas de vício e já quero as expansões que hão-de vir. Para quem está dentro do assunto e entusiasmado como eu, deverão ter reparado que já temos Fantasmas, mesmo a tempo do Halloween!

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Mais do que nunca, os bonecos são únicos e altamente personalizáveis. Já quase têm alma, que as melhorias não podiam ser só gráficas. Se deixaram de lado o The Sims pelos primeiros jogos que saíram, aconselho que experimentem as últimas novidades. É claro que é necessário ter em conta que continua a tratar-se de um simulador, mas substancialmente melhor.

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O único aborrecimento para mim foi o facto de o jogo não ser, de todo, compatível com o OS X (as versões anteriores corriam, mesmo que mal). É claro que há o Boot Camp, e é por lá que consigo jogar o The Sims 3 e todas as suas expansões. Contudo, já não consegui instalar o TS4 no meu MacBook, pelo que deixo o alerta para quem tem iCoisas anteriores a 2008: não vai funcionar. Como boa Simhólica que sou, afiambrei-me ao computador alheio e ficou o problema resolvido.

E vocês, já experimentaram o jogo?

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