8 ou 80

Eu sei que sou uma queixinhas que só sei dizer que está mal, que está tudo mal. Sou mesmo. E já que tenho a fama, ao menos que venha com o proveito e quero ter direito ao usufruto total deste meu estatuto. Falemos dos tamanhos de roupa, aliás, dos tamanhos de calçado para bebés.

Mães que me estão a ler, certo? Estamos sintonizadas? Certo. Marcas e lojas, atentem aqui um bocadinho. Nós, mães, estamos fartas de procurar sapatinhos minúsculos que, de tão minúsculos, nunca estão contemplados nas vossas colecções. Temos filhos e filhas que querem pôr os pés no chão e merecem ter o que calçar abaixo do tamanho 15. Mais, querem saber? Já está na hora de serem uniformes nas poucas opções que disponibilizam. Exemplo: tanto tenho sapatinhos de tamanho 12/13 que são grandes para os pés da Teresa, como sapatos do tamanho acima que não lhe servem. Da mesma marca. How come? 

pés bebé
Pés de Teresinha e suas aventuras.

Outra que me anda atravessada, porque nem todos os miúdos começam a querer andar  (nada contra, queridas “colegas”, que cada bebé leva o seu tempo e está tudo muito bem) lá para os 10 meses: que tal disponibilizarem tamanhos mínimos com sola mais rija? Abaixo do 18, é quase impossível de encontrar e acreditem que pode dar uma ajuda valente aos petizes.

Por hoje, é só isto. E já é muito. Mães que me lêem: se tiveram/têm este problema, como o contornaram/contornam? Onde compram os sapatos para os vossos bebés?

Mixórdia de Brigadeiros

Aviso à navegação: este post é non friendly para quem anda metido em dietas.

Nada melhor que matar saudades com escritos bem docinhos aqui no estaminé! Assim, até Dezembro começa melhor e o meu regresso da licença de maternidade (pois, sim, acabou a minha, mas recomeçou a do Luís e optámos por dedicar toda a nossa atenção à nossa pequenina e a uma série de assuntos pendentes) torna-se menos penoso.

pudim prestigio

Adiante, que o que vocês querem é a sobremesa. O que se passou foi isto: um dia destes, apareceu na minha timeline uma fotografia de uma sobremesa com um aspecto bastante apetitoso. Estava numa página de culinária e tinha a receita. Como tinha disponíveis outros ingredientes e teimei que não iria fazer as coisas à maneira deles, parece-me que não deve ser o tal pudim prestígio de que falavam. É, sim, uma mixórdia de brigadeiros. Devo dizer que é das melhores coisas do mundo! E é simples de fazer. Se eu consigo, vocês também conseguem.

Ingredientes

Para o creme branco:

  • 1 Lata de leite condensado (esta lata é usada como medida)
  • 1 Lata de leite
  • 2 Colheres de sopa de farinha Maizena
  • 200ml de natas
  • 100g de coco ralado

Para o creme de chocolate:

  • 1 Lata de leite condensado (esta lata é usada como medida)
  • 1 Lata de leite
  • 2 Colheres de sopa de farinha Maizena
  • 200ml de natas
  • 1 Colher de sopa de chocolate em pó
  • 100g de chocolate de culinária
  • 50g de Nutella

pudim prestigio

Preparação

Agora vem a parte gira da coisa. É que é simples, simples. Pegam nos ingredientes do creme branco, batem tudo e levam ao fogão em lume brando, sempre a mexer, até começar a engrossar. Reservam. Pegam nos ingredientes do creme de chocolate e fazem a mesmíssima coisa: bater, levar ao lume sempre a mexer e retirar quando engrossar. Há mais simples?

Podem dispor como preferirem. Eu optei por usar taças individuais. Colocam metade da taça com o creme branco e metade com o creme de chocolate. Polvilhem como vos apetecer. Podem usar coco, pepitas de chocolate, amêndoas picadas… Eu escolhi raspas de chocolate de leite.

Devo dizer que ficou divinal e que entrou (desta forma que fiz) para o meu caderninho das receitas que funcionam. Espero que também seja do vosso agrado!

Tal filha, tal mãe.

pink adidas stan smith rosa

Perdoem-me se pouco escrevo e, quando escrevo, só falo da maternidade. É que isto de ter filhos é um mundo novo (ai, mais clichés!). Sem dar por ela, tudo se transforma num mar de bebés, coisas de bebés e experiências relacionadas com ser mãe.

Sempre quis ter uma menina.

Sempre disse que, quando fosse mãe, gostava de ter uma menina. O sexo não é, de todo, o mais importante quando pensamos nos filhos. Queremos que sejam saudáveis e lindos. O resto vem por acréscimo, mas eu gostava de ter alguém a quem passar todo o meu espólio de brinquedos, roupas e acessórios. Tal e qual como fizeram comigo. Vou deixar para outro dia as trapalhadas que a Teresa já herdou mesmo sem ter noção, ainda.

Ter meninas significa que o universo das roupas e vaidosices é infinito e tem muito mais piada. Vejam bem, estou aqui mortinha para encher a Teresa de laçarotes, mas quis o destino que me calhasse na rifa uma carequinha. Lá chegaremos. Eu já tinha consciência de que as secções infantis das lojas do costume tinham roupas muito giras e que, por vezes, nos servem.

Não é novidade, que já vos tenho dito ocasionalmente, que compro muitas coisas destinadas aos mais pequerruchos. Agora, tenho a desculpa ideal. Será que o matchy matchy é uma coisa pirosa de mais? De vez em quando, parece-me que pode ser muito giro vestirmo-nos a condizer com as pessoas pequeninas. Ou vesti-las como nós!

Tal filha, tal mãe.

Já tenho estudado umas quantas hipóteses destas combinações de que falo. Se há coisa com que me entusiasmo, é com o vestuário da donzela. Eu até posso andar cansada e com roupa desinteressante, mas ela está sempre feita bonequinha. Quando me aperalto, ainda mais bonequinha ela anda. Por isso mesmo, gostava muito que combinássemos no que vestimos.

Quando a Teresa nasceu, a tia Rita ofereceu-lhe uns Adidas Stan Smith brancos com a parte de trás cor de rosa. Estou seriamente a ponderar comprar uns para mim. O Luís diz que também quer uns para ele. Acho que é esta a primeira peça que podemos ter (até o papá alinha!) iguais uma à outra e deixa-me entusiasmada quanto ao que o futuro nos reserva. Afinal, partilhar estes detalhes também faz parte da cumplicidade que existe na relação mãe-filha!

(Quase) 3 Meses Depois

baby girl
A minha Teresa, já com dois meses e meio, a ficar com muito cabelinho.

Ainda não estou operacional.

O que quero dizer é que, olhem, bem, não sei muito bem o que quero dizer. Estou um bocado (grande!) desorganizada nesta nova logística da maternidade. Até era menina para escrever que admiro muito as mães que conseguem fazer 1001 coisas sozinhas, muitas vezes com mais que um filho, mas já descobri (em boa parte, pelos milhentos baby blogs que existem hoje em dia) que é tudo uma grande peta e que não há cá histórias de milagres e mares de rosas: há poses para as fotografias e, quase sempre, empregadas domésticas pelo caminho.

família

Já nasceu a Teresinha!

Não é novidade para vocês, já que fui minando o Instagram e o Facebook com fotografias que acusam a existência da minha pequenina linda. O parto custou um bocadinho, mas correu tudo muito bem, recuperei rápido e tem sido uma alegria. Logo explico tudo, tudo. É que isto de voltar à escrita é muito bonito, mas tenho muito para contar e pouco tempo para escrever. Quem inventou a licença de maternidade deveria ter-lhe chamado licença de adaptação a pequenos seres com muita personalidade e muito dependentes da mamã/mama!

Há meses que digo “é hoje que vou postar”.

Tenho rascunhos e tenho ideias. Quando olho para o relógio, passou mais um dia e eu continuo com muitas tarefas pendentes. Sigam o meu conselho: não combinem mudanças com ter filhos. Guardem estas aventuras para momentos diferentes da vida, ou darão por vós como eu, que já cá tenho a garota e a minha casa ainda parece um estaleiro de obras. Escusado será dizer que a Teresa nasceu em Julho e em Outubro ainda não tem o seu quarto pronto. Sabem que mais? É porque também não lhe faz falta, que ainda dorme comigo e com o papá no nosso quarto.

Resumidamente, muito resumidamente, é isto que vos digo. Os meus dias consistem em cuidar e mimar muito a Teresa, tentar descansar qualquer coisa (acreditem que é muito complicado quando há uma bebé linda mas muito chatinha e que mama exclusivamente e em livre demanda) e fazer algo pela casa. Só agora é que começo a ver tudo mais composto e, ainda assim, escrevo-vos quase às 3 da manhã de um feriado.

Estou de volta!

E espero que vocês não tenham fugido. Muito obrigada pela vossa compreensão.

babywear

O quê, saldos?

Saldos

Devo ter emigrado para outra galáxia e agora que estou de regresso à Terra, toda a gente fala de saldos e promoções. Duh! Pois claro que sim, estamos em Julho. Noutras alturas, lá estaria eu à caça de boas pechinchas para complementar o que já tenho e colmatar algumas falhas.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades (ou necessidades): não sei se é temporário, mas este ano está (quase) tudo a passar-me ao lado. Especialmente nos últimos dois ou três meses, já que há demasiadas coisas para fazer e tratar a cada dia e o resultado é chegar à hora de dormir completamente estoirada.

Para ajudar à festa, quando mudamos de casa ou vamos ter um bebé (por aqui, incluo-me em ambos os grupos), parece que a nossa cabeça fica automaticamente programada para só olhar para as tralhas do lar ou coisinhas fofas para crianças. Ah, que sou um bocadinho egoísta e não estou preparada para deixar de pensar em compras para mim para pôr as de outra pessoa à frente – se é este o (ou um dos) argumento que vos leva a adiar a maternidade, minhas amigas, deixem-se de tretas.

E querem saber mesmo se tenho, sequer, vontade de olhar para montras de roupa, sendo que pouco posso comprar com este barrigão, desconhecendo o que o futuro próximo me reserva? E os cosméticos? Sinto-me pegajosa com este calor, para além de que descobri (mentira, só não quis ver o que esteve sempre à minha frente!) que os tenho em demasia e não há nada que me faça falta.

E é isto: o que em tempos foi, para mim, um grande turn on, agora está a passar-me completamente ao lado. Saldos? Só se forem nos domínios da decoração, em especial para o quarto da miss.

Estarei a perder grandes oportunidades? Por favor, elucidem-me!

Bebé A Caminho – 37 Semanas

Onde é que tinha ficado na história da minha gravidez?

Gravidez 36 Semanas
Fotografia tirada às 36 semanas + 6 dias.

Já passaram quase 10 semanas desde que fiz o último post deste género. Na verdade, a minha ausência foi predominante aqui pelo blog, mas foi por uma boa causa – finalmente, entrámos no processo de mudança de casa e no meio de obras, restauros, desarrumos e arrumos (mais tarde, falarei melhor deste processo), não tenho tido tempo para escrever. De todo! Nem Internet, mais ou menos. As velocidades são uma treta e por vezes nem sequer consigo dar aquele olá básico nas redes sociais, que ajuda a deixar toda a gente mais descansada. Mais uns dias, mais uns dias e parece-me que tudo volta a entrar nos eixos. Por quanto tempo? Não sei.

Ora, está tudo muito longe de estar pronto e a minha filhota estará aqui connosco a qualquer momento. Dizem que as últimas semanas são as que mais demoram a passar, mas a mim parece-me que o tempo continua a voar.

Tendo em conta todos os sintomas e queixas habituais desta fase, deixem-me que vos diga que tenho vivido uma gravidez santa: nada de enjoos, há várias semanas que não sei o que é a azia, nada de incontinência e durmo na maior, com excepção feita a algumas cãibras (que já eram minhas conhecidas anteriormente) e viagens à casa de banho.

Ecografia 3º Trimestre
Imagem da ecografia do último trimestre, às 32 semanas.

Sabem que mais? Das 33 semanas para agora, até perdi peso e volume. Ainda assim, não consegui escapar ao edema de que vos falei. Agravou-se, e embora tenha algum controlo, os meus pés parecem paiolas.

Com a miss Teresa, também não há muitas novidades.

Não, ainda não nasceu. Assim que acontecer, estejam descansad@s, eu aviso! Continua a mexer-se muito, é uma crescida (na ecografia das 32 semanas, tinha uma estimativa de peso de 2130g), está posicionada nos conformes para nascer e tem umas grandes bochechas, tal mãe, tal pai. CTG? Só para depois das 38 semanas.

O quarto dela não está pronto, nem perto disso. Não estou muito preocupada porque, quando ela nascer, não é lá que dorme. A cómoda está pronta e arrumada, o ovo a jeito e o saco pronto. O dela! O meu ainda está a ser arrumado.

Gravidez 35 Semanas
Fotografia tirada às 35 semanas + 4 dias.

Contrariamente ao que podem pensar pelas fotos, se fiz 3 horinhas de piscina este ano, já foi muito. Gostava de ter tempo para mais, que a água fresca sabe que nem ginjas!

Estou a atravessar um dilema: por um lado, o calor é insuportável e começo a sentir alguns entraves à mobilidade habitual. Por outro, dava mesmo muito jeito que a miúda se mantivesse cá dentro, no seu T0 amniótico, até às 40 semanas.

Pés de Balão

Ora, contei-vos que estava a conseguir controlar bem o edema dos membros inferiores, não foi? Partilhei um montão de dicas preciosas sobre o assunto e até vos falei das meias que tenho utilizado e que se revelam muito eficazes.

Edema Pés

Imaginem, então, se não tivesse o menor cuidado. A rondar os 8 meses de gestação, posso dizer que ostento umas belíssimas paiolas no lugar dos pés. Diziam vocês, grávidas e mães de serviço, que a coisa só se tolera com chinelos Havaianas? Balelas, não tenho outra forma de vos responder. São do mais desconfortável que se pode calçar nesta fase, por serem tão rasos.

Só estou bem com uns ténis Adidas Zx Flux que comprei há uns meses, mas não posso calçar sempre a mesma coisa e muito menos passar estes dias escaldantes com os pés fechados.

Tinha esperança que os meus pés aumentassem, efectivamente, um tamanho. Aliás, tenho sido salva por modelitos no tamanho acima do habitual que tinha na colecção (com palmilhas ou porque sim, mesmo não calçando), que continuam a ser compridos de mais. Tenho pés maiores, sim, mas só para cima e para os lados! Ao ponto de, adivinhem – algumas das minhas Havaianas nem sequer servirem!

Impera o desespero e o desconforto, e seja o que Deus quiser durante o próximo mês. Já falta pouco, é o que vale.

Meia cá, meia lá.

casa nova

Querem um resumo dos meus últimos dias? Ora, cá vai ele: eu e a Teresinha estamos bem, mas andamos envolvidas em grandes empreendimentos e a alta velocidade. Tento manter-me calma, mas nem sempre é fácil.

Faltam menos de 10 semanas para a madame nascer e só na sexta-feira passada é que iniciámos as limpezas e mudanças para o palácio. Imaginam o caos? Mais tarde, falarei melhor sobre esta odisseia. Não me envolvo em esforços enormes, mas tenho de fazer o máximo dentro daquilo que ainda consigo e é claro que a família tem sido imprescindível e impecável ao longo do processo.

Ando cansada e toda marreca, mas também consigo dormir melhor. E estou confiante e optimista, e sei que tudo estará nos conformes quando for altura de a Teresa nascer. E se eu consigo, fica aqui o meu incentivo para quem está a passar por situações semelhantes (de voltas muito drásticas na vida que nos levam a questionar se somos capazes de dar conta do recado): vocês também conseguem, que com jeitinho e boa vontade tudo se compõe. Força!

E é isto. Basicamente, o que vos queria transmitir é que está tudo bem mas que mal tenho tido tempo para escrever, concluir rascunhos, enfim… Dar conta do recado! Obrigada por estarem desse lado ♥

Fofinhices La Redoute

Moda Bebé Menina

Isto dos cookies e afins é o último e fatal golpe para quem não resiste a fazer compras online. Está uma pessoa muito descansadinha a dar uma vista de olhos no Facebook e, pimbas, toma lá com anúncios daqueles que sabemos que te interessam.

Promoções em produtos de beleza? Resisto, na boa. Saldos de roupa de adultos? Tendo em conta que agora quase nada serve e que tenho mesmo muito vestuário (querem apurar se têm muitas ou poucas coisas? Experimentem fazer mudanças), passo. Agora, coisas de bebé cutxi-cutxi fofinhas? La Redoute, não se faz!

Não há aqui marosca nem ninguém me pagou para partilhar isto (mas se quiserem mandar uns trapinhos cá para casa, sintam-se à vontade!). Bastou aparecer uma imagem com o primeiro vestido que está na montagem. Nem precisavam de falar em descontos. Involuntariamente, a pessoa dá por si a navegar no site e a encontrar as coisas fofinhas que aqui podem ver e a preços tão parvinhos que quase nem se acredita. Não dá vontade de comprar logo tudo?

E sim, eu sei que a Teresa não vai fazer praia este ano, mas não posso deixar de babar para um fato de banho com melancias todo fofinho com tamanhos a partir de 1M. Não me digam, que eu já sei: a minha filha vai ser uma grande pirosa vaidosa.

Será que vai sair à mãe?

Moda Bebé
Eu, na minha primeira visita ao Zoo de Lisboa. Fotografia tirada em 1991.

Há coisas na vida que não podemos escolher ou prever.

Calham-nos na rifa, tal e qual como nas quermesses das festas populares, sem que tenhamos grande voto na matéria. Saiu-nos o bibelote, ora temos que ficar com ele. É assim com a genética, com a que temos e com a que passamos aos nossos descendentes.

Tenho de vos confessar que estou cada vez mais curiosa com a minha Teresinha. O pai é lindo, creio que também não estou nada mal. E o feitio, será que vai puxar ao mau humor de ambos? A quem se vai assemelhar mais?

Eu sei que o que importa é que seja saudável e feliz.

Mas gostava muito que se assemelhasse a mim nalgumas coisas. É uma questão prática! Eu estimo muito o que tenho e guardo muitas relíquias na ânsia de um dia poder passá-las à descendência. E se agora a miúda me sai gigante e não pode vestir e calçar o mesmo que eu? Já viram o transtorno?

Seria tão giro poder partilhar o closet daqui a uns anos como insustentável arranjar espaço para armazenar mais outro tanto de vestuário e acessórios de mulher. Que eu vou ser uma mãe fixe, e bem sei que precisamos de muito espaço para as nossas coisas.

Eu sei que penso muito à frente, mas alguém tem de o fazer. E não levem isto a peito, que bem sei que é uma questão trivial. Mas que me deixa a imaginar muita coisa, deixa! Será que a minha filha vai ser como eu?