Verão Rio Sixties

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Apesar de este ano o Verão estar bastante tímido por terras lusas, não podia ter começado de melhor forma que em companhia de grandes amigos, num óptimo dia de convívio. O que pode ser melhor do que uma grande festa de celebração do Verão e da beleza em modo sixties, com tanta gente que comunga do mesmo interesse?

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Foi assim que começou a minha estação do ano preferida, nas Portas do Sol (café/bar super fancy!), a convite d’O Boticário. Na ordem dos trabalhos, se é que me entendem, esteve a apresentação/demonstração da linha Make B Rio Sixties pelo grande Fernando Torquatto, maquilhador responsável pela criação de toda a linha Make B e consultor da rede Globo.

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A linha de maquilhagem em si já chegou a Portugal há mais tempo, mas nem por isso ficou descontextualizada, já que é inspirada no calçadão do Rio de Janeiro e nas tendências dos anos 60, pelo que é a cara do Verão. Foram feitas demonstrações de looks de maquilhagem na Vanessa Martins (actriz), na Margarida Almeida (blog Style it Up) e, oh yeah, na vossa Guida. Euzinha mesma! Já posso gabar-me de ter sido maquilhada pelo super maquilhador das estrelas, e ainda tirámos uma selfie. Foi um grande privilégio, e apesar de eu ter ido vestida e maquilhada a preceito para a ocasião, as sombras utilizadas no meu look foram a cereja no topo do bolo.

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Entre conversa, abraços, e muita diversão, seguiu-se um almoço bastante descontraído. Deu para rever tantas amigas e matar saudades, que já se sabe que nem sempre a correria do dia-a-dia e a distância (sim, as giraças do Porto também vieram!) nos permitem ver as pessoas de quem tanto gostamos com frequência. A família O Boticário cresce, mas nem por isso se perdem os bons hábitos típicos de quem cultiva sempre o carinho e a beleza nas pessoas. Duvidam? Ora vejam o vídeo abaixo, mas não me responsabilizo se depois desejarem ter lá estado.

Vêem por que é que gosto tanto desta família?

Vestido – Vintage, feito pela minha avó

Sandálias – Mel

Brincos – Vintage

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Cinética das Unhas

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Não fosse a Ana Rita ter chamado a atenção da malta para o stand da Kinetics na Expocosmética, ter-me-ia passado despercebido tamanho tesouro. Em primeiro lugar, nunca tinha ouvido falar da marca. Depois, à primeira vista, pareceu-me só mais uma banca de produtos demasiado complexos para a comum utilizadora de verniz. Enganei-me. Bastou aproximar-me para perceber que tinham uma panóplia de cores e acabamentos incomuns e, melhor, é tudo baratíssimo e tive de me conter muito para trazer só uma ou outra coisa para experimentar.

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A marca ofereceu-me o Raspberry Cream, que faz parte da colecção de Verão de vernizes de cores neón mate, e comprei: o All-nigher, que é um topcoat de purpurinas que faz parte de uma colecção com vernizes semelhantes tão bonitos quanto ele; o Jackpot, que faz parte de uma colecção com efeitos tipo areia com purpurinas, sabem? Acho que consegui captar na fotografia o aspecto da coisa, e só lamento que não aguente mais que dois dias nas minhas unhas; trouxe também o topcoat de secagem rápida Kwik Kote e tenho adorado, só me arrependo de não ter feito stock porque custou 3€ e picos e porta-se muito melhor do que muitos produtos semelhantes bem mais caros.

Infelizmente, creio que só existe uma loja que os vende no Porto. É uma pena, bem sei que seriam muito apreciados por Portugal fora. Fica a dica: se conseguirem apanhar a Kinetics numa feira de estética (em Outubro vai haver a In Beauty na Meo Arena), dêem uma espreitadela que não se vão arrepender.

Victoria, Victoria

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Não se acaba a história porque ainda mal começou. Sendo eu uma pessoa que não nutre especial carinho por ténis e sapatilhas, sempre consegui tolerar modelos mais ligeirinhos e versáteis, compatíveis com o meu vestuário diário. Há sempre muitas cores bonitas para escolher, mas opto sempre pelas mais básicas porque, na verdade, eu gosto mesmo é de modelos incomuns e à falta deles prefiro jogar pelo seguro.

Gosto da espanhola Victoria, que é barata e a qualidade não desilude, e apesar de até ter uns dunks super coloridos da marca, o modelo tradicional era dos tais mais básicos. Sempre em lona, de cores lisas e sola branca. De há uns tempos para cá, finalmente, há novidades nas cores e materiais e eu já conto com alguns modelitos na minha colecção.

Fui espreitar o que há actualmente (com os saldos no ar, quem é que não aproveitou para procurar itens da wishlist?) e se, por um lado, em três pares gasto o mesmo que gastaria nuns ténis semelhantes de outras marcas, por outro não há justificação para comprar três pares de ténis de uma só vez. Por isso, estou aqui com as minhas indecisões. Qual é o modelo que mais vos agrada da imagem acima?

InstaxDay Barcelona – Passatempo Instax Mini 8

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Eu bem disse que tinha trazido um recuerdo da minha ida a Barcelona para vocês, e está na hora de o dar a um sortudo ou sortuda que o deseje e que cumpra os requisitos que a seguir vou propor. Tenho uma Instax Mini 8 branca com uma carga Rainbow (10 fotos, com molduras coloridas) para vos oferecer. Quem é amiga, quem é? É a Fuji. Vá, e eu também.

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Para participar, já sabem como é: necessitam de preencher, no mínimo, as entradas obrigatórias na caixa acima. É obrigatório tornarem-se seguidores da página do blog e da Fujifilm Instax PT no Facebook. Também podem ganhar entradas extra conforme as partilhas, interacção e subscrições noutras redes, não há nada mais simples. O passatempo termina no dia 15 20 de Julho (foi prolongado!) e o vencedor será escolhido aleatoriamente. São válidas as participações de Portugal Continental e Ilhas.

Boa sorte!

Antes que me batam

Eu não estou esquecida de vocês, pelo contrário! Não se vão ver livres de mim por hoje já, mas aproveitemos o tempo em que desapareceu tudo para ver o jogo da selecção (temo pela saúde dos nossos meninos, que já se viu que a malta do Gana é perita em correr tudo à paulada) para deixar assuntos urgentes em dia.

Passatempos, ora, já consegui dar um lamiré nas entradas e já há fumo branco. Deixem-me que vos diga que gosto muito mais quando mandam mensagens fofinhas do que quando desatam a perguntar se já saíram as vencedoras do passatempo x ou y, duh. Não há nada como procurar no blog, e se não existe é porque ainda não foi lançada. Ainda assim, gosto muito de vocês.

Sem mais floreados, a vencedora do relógio menta foi a Cláudia Santos e a vencedora do vale do Showroomprive foi a Li Neves. Já entrei em contacto com ambas! Às restantes leitoras, não desanimem, que o próximo post é algo que tenho a certeza que vão adorar.

Belas e Amarelas

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Deviam ver a minha felicidade quando as marcas que adoro me surpreendem com novidades algo incomuns. Hoje em dia, já é mais fácil encontrar maquilhagens ousadas nas lojas do costume, mas ainda assim pode ser difícil encontrar cores arrojadas.

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Recentemente, foram-me apresentadas as sombras Colour Crush 190 Sunshine Love (amarelo torrado mate) e 240 Gorgeous Gold (diz que é dourado, cintilante, mas para mim também é amarelo e eu adoro!) da TBS.

Não sei qual é a vossa opinião sobre o assunto, mas eu cá não tenho preconceitos com cores ousadas e, se querem que vos diga, a sombra amarela mate é daqueles confortos, daquelas preguiças que eu gosto de ter quando não há paciência para fazer algo elaborado mas, mesmo assim, há vontade de ter algo que se veja nas pálpebras. Experimentem, que vão ver que não é nada assim tão extravagante como parece inicialmente. Pelos vistos, querem que eu aprimore este meu affair com a sombra amarela e, vai daí, acham que o ouro é capaz de ajudar a esbater os limites da sombra mate de forma harmoniosa. Gosto e uso, especialmente nesta fase em que não me apetece mesmo nada perder muito tempo com maquilhagens!

Já o disse noutras oportunidades, mas não custa lembrar que as sombras Colour Crush são excepcionalmente boas, especialmente vindas de uma marca cujos principais sucessos não eram a maquilhagem: são muito pigmentadas, finas, macias, fáceis de trabalhar e duradouras. O formato, sem grandes floreados, é perfeito para termos uma ou outra sombra na necessaire.

Sei que há por aí preconceitos com sombras amarelas, mas… A sério, experimentem!

Verão Andreia

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Entramos agora no Verão, eu sei que até já há mais uma colecção da Andreia que saiu por estes dias. Eu sou da opinião que cada coisa deve vir a seu tempo, e o Verão tem de vir agora. Tinha algum jeito falar das sensações do tempo quente quando estava frio e a chover? Pois.

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As cores são três, e servem todos os gostos. Há o 138, que é um laranjão lindo que pede praia; o 139, que para mim é um azul-todo-o-ano; e o 140, que é um rosinha porcelana para que toda a gente fique satisfeita. É uma colecção democrática! Os vernizes são fluidos qb, fáceis de aplicar e pigmentados, e duram cerca de uma semana nas unhas sem quaisquer problemas. Têm uma característica bizarra na minha opinião: o cheiro. Não estava familiarizada com os vernizes Andreia, e quando experimentei um destes pela primeira vez tinha a Nina ao meu lado e já estava a meter-me com ela, que vir arrotar para perto de mim não era coisa que se fizesse. Alguma vez ouviram a expressão “arrotar a bife”? Nunca fez tanto sentido. E está presente em todas as cores. Mas o cheiro desaparece, valha-nos isso, e não deixam de ser vernizes low cost que se portam melhor que muitos de marcas mais caras.

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Mas a Andreia não se ficou pelos vernizes coloridos, e lançou uma base (que também pode ser top coat), um top coat com efeito de verniz gel e um top coat de efeito mate. Só experimentei a base, para esse mesmo propósito, e deixou-me satisfeita na medida em que adere bem à unha. Quanto aos topcoats, ando mais entretida a experimentar uns quantos de secagem rápida. Contudo, se já alguém os experimentou, gostava de saber qual é a vossa opinião!

Impossível x Acessível?

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Se há paletas de cores na maquilhagem que não chamam a minha atenção na maior parte dos casos, são as paletas de neutros. Vocês sabem que sim, e que nunca nutri grande interesse pelas Naked da Urban Decay. Assim sendo, obviamente, nunca as comprei. Não faço questão de as ter, de todo, e estou bem servida de produtos semelhantes.

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Sucede que a Makeup Revolution tem três paletas que, consta por aí, são muito semelhantes às badaladas Naked. E cada uma custa cerca de 5€. Assim, por que não experimentar? São uma boa e segura alternativa para quem não tem como gastar quase 50€ numa paleta de sombras. Para mim, serviram para tentar perceber qual é o encanto destes leque de cores e se têm muito uso ou nem por isso.

Encomendei as três no Maquillalia e chegaram dois dias depois. Fiquei muito satisfeita com o serviço prestado, porque nunca tinha encomendado na loja, mas adiante. Já trabalhei com as três Naked e conheço bem as texturas e acabamentos. Contudo, não as tendo lado a lado com as paletas Iconic da Makeup Revolution, não posso fazer comparações entre cores para vos dizer que são mesmo, mesmo irmãs. E é por isso que no título deste post há uma interrogação. Podem sempre procurar imagens de comparações no Google, que elas existem, mas eu gosto mesmo é de poder comparar por mim mesma.

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Por 5€, não esperem que a qualidade das sombras seja tão fenomenal como a de uma paleta de mais de 40€. Vê-se a diferença especialmente nas sombras mate, que não são tão pigmentadas como seria desejável. Fiquei surpreendida com a textura das sombras, ainda assim, sendo que só uma esfarela de forma preocupante: a segunda sombra da paleta Iconic 3.

Apesar de tudo, considero que as três paletas têm uma qualidade bastante satisfatória. As sombras são fáceis de trabalhar, a pigmentação é o que podem ver nas fotografias e em termos de resultados finais eu diria que não ficam a dever nada às paletas caras.

Arrisquem sem medos e digam-me de vossa justiça. Como vêem, não há quaisquer motivos para comprar falsificações fabricadas sabe-se lá de que forma e com que origem e colocarem em risco a vossa saúde quando até já as marcas low cost criam alternativas idênticas aos produtos mais caros e conhecidos.

Já cheira a férias!

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E cheira mesmo bem, se me permitem que vos diga. Não é novidade para ninguém, mas para mim só faz sentido trazer a pitaya à baila agora. É que, minhas amigas e meus amigos, custa muito passar o Inverno com as férias de Agosto entaladas no nariz e a linha Nativa Spa Pitaya d’O Boticário só me lembra isso mesmo: o cheiro da frutaria do sítio onde passo férias, logo pela manhã. É tortura!

Sinceramente, a pitaya é um fruto que não me diz muito. Ou as que provei não eram as melhores, ou há frutas mais cheirosas e gostosas (como as que me surgem na cabeça quando cheiro estes produtos todos). Seja como for, agora que chega o calor e que se aproximam as tão aguardadas férias, esta linha cai que nem ginjas… Erm… Pitayas.

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Em primeiro lugar, já se sabe que tudo o que vem de uma loja O Boticário cheira bem por eternidades. Depois, não fossem já as texturas algo para lá de agradável, a Pitaya saiu refinada. O creme de mãos é “normal”, não é nada diferente do que é habitual, à excepção do facto de ter FPS. Já se sabe que este é um aspecto muitas vezes ignorado, e a verdade é que não nos podemos esquecer que as mãos também precisam de protecção solar.

O Açúcar Esfoliante Exótico tem características que, para mim, até há pouco tempo eram coisa rara e difícil de encontrar: em termos de efeito, faz o expectável para um produto deste tipo, mas sem ser demasiado agressivo. Apetece comer à colher, como se vê na imagem. Faz todo o sentido de acordo com o nome, tem grãos de açúcar. Quando aplicamos e massajamos o esfoliante no corpo, no duche, ele vai-se “derretendo” e deixa a pele lisinha mas, ao mesmo tempo, hidratada.

A Espuma de Banho Exótica tem um formato interessante: lembra as espumas de barbear. Para mim, tem o seu quê de decepção porque não faz assim tanta espuma. Mas não faz mal, porque é engraçado utilizá-la na mesma, e apesar de a espuma ser consistente, não deixa a pele a repuxar.

O Souflé Hidratante Exótico é tal e qual como indica o nome. É um hidratante corporal que parece um souflé. É super leve, a textura é inusitada e os efeitos são os do costume. Bons, portanto!

Escusado será dizer que se, por um lado, fico animada quando uso esta linha porque me lembro da proximidade das férias, por outro, lembro-me que ainda tenho toda uma época de exames pela frente. E custa, custa muito, mas tem de haver motivação. Já cheira a férias!

Estarei doente?

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Vá-se lá entender. Sempre fui muito vaidosa, vocês sabem, e sempre nutri muito interesse pelos cremes e maquilhagens. Desde pequenina, que se apanhasse algum batom a jeito fazia questão de o usar. A seu tempo, seja isso o que for, comecei a sair à rua com alguma maquilhagem. E nunca mais parei. Hoje em dia, creio que tenho uma afronta à miséria só em cosméticos.

Como há coisas injustas e irónicas na vida, estou a atravessar uma fase em que sinto que não necessito de utilizar tanta maquilhagem. Passo a explicar: gosto das cores das sombras e dos batons, gosto de usar um blush cor de saúde, não dispenso o rímel e, eventualmente, o eyeliner (que, com o calor, também tem tido muitas folgas), mas não ando com grande paciência para bases e correctores. Em boa verdade, creio que nem necessito deles no dia-a-dia.

A que é que tudo isto se deve? Tenho cá para mim algumas teorias e não sei se aposte em todas, ou se calhar é só tontice minha. A minha pele está longe de ser perfeita, mas não é manchada e até tem estado muito lisinha. Os hidratantes com cor (que nem sempre uso) costumam ter cobertura suficiente para me deixar satisfeita. Adicionando a isto o facto de, eventualmente, haver tendências para maquilhagens naturais, mais não seja pelo calor, creio que há-de estar aqui alguma justificação.

Será que é só comigo que isto está a acontecer? É que não dá jeitinho nenhum, nenhum com tanta cor e tanta tinta para gastar. Bolas! (E não, não se aflijam, que por aqui continuamos com as temáticas e padrões de qualidade do costume.)