Meia cá, meia lá.

casa nova

Querem um resumo dos meus últimos dias? Ora, cá vai ele: eu e a Teresinha estamos bem, mas andamos envolvidas em grandes empreendimentos e a alta velocidade. Tento manter-me calma, mas nem sempre é fácil.

Faltam menos de 10 semanas para a madame nascer e só na sexta-feira passada é que iniciámos as limpezas e mudanças para o palácio. Imaginam o caos? Mais tarde, falarei melhor sobre esta odisseia. Não me envolvo em esforços enormes, mas tenho de fazer o máximo dentro daquilo que ainda consigo e é claro que a família tem sido imprescindível e impecável ao longo do processo.

Ando cansada e toda marreca, mas também consigo dormir melhor. E estou confiante e optimista, e sei que tudo estará nos conformes quando for altura de a Teresa nascer. E se eu consigo, fica aqui o meu incentivo para quem está a passar por situações semelhantes (de voltas muito drásticas na vida que nos levam a questionar se somos capazes de dar conta do recado): vocês também conseguem, que com jeitinho e boa vontade tudo se compõe. Força!

E é isto. Basicamente, o que vos queria transmitir é que está tudo bem mas que mal tenho tido tempo para escrever, concluir rascunhos, enfim… Dar conta do recado! Obrigada por estarem desse lado ♥

Fofinhices La Redoute

Moda Bebé Menina

Isto dos cookies e afins é o último e fatal golpe para quem não resiste a fazer compras online. Está uma pessoa muito descansadinha a dar uma vista de olhos no Facebook e, pimbas, toma lá com anúncios daqueles que sabemos que te interessam.

Promoções em produtos de beleza? Resisto, na boa. Saldos de roupa de adultos? Tendo em conta que agora quase nada serve e que tenho mesmo muito vestuário (querem apurar se têm muitas ou poucas coisas? Experimentem fazer mudanças), passo. Agora, coisas de bebé cutxi-cutxi fofinhas? La Redoute, não se faz!

Não há aqui marosca nem ninguém me pagou para partilhar isto (mas se quiserem mandar uns trapinhos cá para casa, sintam-se à vontade!). Bastou aparecer uma imagem com o primeiro vestido que está na montagem. Nem precisavam de falar em descontos. Involuntariamente, a pessoa dá por si a navegar no site e a encontrar as coisas fofinhas que aqui podem ver e a preços tão parvinhos que quase nem se acredita. Não dá vontade de comprar logo tudo?

E sim, eu sei que a Teresa não vai fazer praia este ano, mas não posso deixar de babar para um fato de banho com melancias todo fofinho com tamanhos a partir de 1M. Não me digam, que eu já sei: a minha filha vai ser uma grande pirosa vaidosa.

Trouxe dos 90s – Anita

Anita

Hoje é dia de trazer à ribalta outro clássico para quem cresceu nos anos 90, ou nas décadas anteriores. Na verdade, ainda hoje as meninas deliram com os livros da Anita. Ou Martine, como lhe quiseram chamar há uns tempos.

Bom, há que dar a mão à palmatória aqui: afinal, a Anita sempre se chamou Martine. As histórias originais, em francês, surgiram em 1954 pelas mãos de Gilbert Delahaye e Marcel Marlier (escritor e ilustrador das histórias). Em Portugal, a Editorial Verbo foi responsável pela circulação dos livros a partir de 1966 e foi aqui que a protagonista das histórias mudou de nome para nos soar mais familiar.

Anita

No ano passado, a Zero a Oito decidiu devolver o nome original à menina das histórias e é claro que passados quase 50 anos ninguém achou piada à ideia. É a Anita e não se fala mais nisso!

Devo ter dado muitos dos meus livros às minhas primas mais novas e fiquei com pena porque agora bem que gostava de os ter para a minha Teresinha. O que vale é que, pelos vistos, ainda estão disponíveis sem a nhanha do nome “novo”, ainda que não sejam os livros antigos e bonitos (com capas e algumas ilustrações diferentes das de hoje em dia) a que estava acostumada.

E vocês, ainda guardam as aventuras da Anita?

O dia em que o meu irmão quis adoptar um mini porco

Mini Porco

Porquinho fofo. Imagem de origem desconhecida.

Reza a história que, há uns dias, o meu irmão chegou a casa com ideias de trazer um mini porco. Que era pequenino, fofinho, de tamanho mini, que era um colega que tinha uma quinta e que lhe dava um se quisesse. A minha mãe não se opôs muito à ideia (aiii, que diz que não fica muito grande!). O meu pai, por sua vez, ditou logo que tal bicho só poderia habitar no panelão.

Faça-se aqui uma pausa: eu também sou doidivanas e garanti ao meu irmão que, caso trouxesse o piglet fofo, que eu não o deixaria ficar desalojado. O L. disse logo que um porco é um bom “investimento”, que sempre se aproveita para febras e enchidos. Claro que eu nunca deixaria que tal catástrofe acontecesse, parece-me que até deixaria de comer carne de porco.

Até fiz logo o baptismo do bicho mesmo sem o ter por cá: por que não chamar-lhe Jámon, ou Kevin (ai o trocadilho…)? Chouriço também era uma boa hipótese, e se fosse fêmea sempre haveria a possibilidade de chamar-se Febra ou Bochecha. Por que não Dobradinha?

Não sendo um cão, e sendo um filhote, aposto que até a Nina se derretia com o porquinho e ainda o adoptava. Imaginei-me a levá-lo à veterinária: ela já deve pensar que somos doidos, que já tivemos dois coelhos bravos. Já sugeriu que ficássemos com dois “exóticos” que lá foram parar, uma gaivota e um porco espinho. A Nina, sendo um dos casos mais antigos e bicudos por lá, já faz furor. Imaginem se aparecesse com um mini porco!

No fim da história, houve aquela parte chata em que nos enchemos de bom senso e decidimos que não podia ser e que não iria ser justo para o suíno fofo. Iria precisar de um quintal, que não temos. Iria precisar de muito método na sua alimentação e educação, que não temos. Já estou mesmo a ver no que daria deixar um animal pequenino dormir nas nossas camas para depois lhe dizer, em crescido, que já não pode ser. Iria de precisar de muito espaço dentro de casa, que não temos. E um mini pig é bicho para pesar, no mínimo, 40 ou 50kg em adulto (ronda só o meu peso habitual!).

Talvez um dia, quando for uma velhota do campo reformada, ou quando me sair o Euromilhões e puder, efectivamente, viver numa zona mais rural na periferia de Lisboa se concretize esta ideia…

Produtos Botilicious

Isto de estar grávida e ter as hormonas todas aos pulinhos tem muito que se lhe diga. Por norma, existem produtos cosméticos que de tão apetitosos para os restantes sentidos, dão vontade de comer. Agora, tem sido de mais. E um dos grandes responsáveis por estas vontades surreais é O Boticário, quem mais faz produtos tão gostosos?

O Boticário

Se tiverem atenção às lojas por estes dias, verão que tenho razão: já viram o Mel Esfoliante da linha Nativa Spa Terapia dos Óleos Indianos? Pois, é de coisas assim que falo. Ainda não o vi ao vivo, ainda não o cheirei, mas só o nome dá vontade de lhe espetar a colher. Gostava de vos deixar aqui o link, mas ainda nem está na loja online (que por sinal está com um desconto de 25% em tudo até dia 6 de Maio). Passem por uma loja física, que eu logo farei o mesmo.

Mas pensam que é coisa nova, esta de nos darem vontade de comer o que foi feito para alimentar a pele? Então, eu avivo-vos a memória com alguns dos produtos que O Boticário já teve (ou tem) nas lojas e que são um autêntico atentado ao nosso juízo porque dão vontade de comer.

O Boticário

Na edição limitada Fun Tropical, havia o Hidratante Frescor de Coco. Já vos tinha dito que tenho muitas saudades dele, e aposto que vocês também têm. Parecia uma espécie de sobremesa fresquinha e gelatinosa de Verão. Aliás, toda a colecção tinha um aspecto bastante comestível!

O Boticário

E da Calda Hidratante Exótica de Castanha de Kukui e Tâmaras, quem gosta? Também já falei dela aqui e acho que não é preciso dizer mais nada, porque com um nome destes só poderia tratar-se de um produto docinho e guloso.

O Boticário

A linha Nativa Spa tem sido, definitivamente, aquela que mais texturas, cores e aromas traz que lembram comida. Isso e nomes! Por quê? Porque… Pitaya: vejam bem isto, há Açúcar Esfoliante e Souflé Hidratante. Caso não se lembrem, até mostrei fotos das texturas. Devo dizer que nunca tinha comido uma pitaya antes desta linha existir, que fiquei muito curiosa e que quando finalmente experimentei fiquei mesmo muito desiludida porque não sabe a nada comparando com o cheiro docinho e bom destes produtos.

O Boticário

Mais recentemente, foi na linha de Flor de Ameixa que surgiu um Iogurte Esfoliante Exótico. Iogurte. Iogurte, senhoras! Depois não querem que uma pessoa tenha apetites estranhos.

O Boticário

E deste, quem se lembra? Era um dos meus favoritos. Embora não tivesse nome de comida, o Creme Hidratante Água de Coco + Baunilha tinha um aroma e consistência que lembravam pudim. Mas sem ser excessivamente doce!

Digam-me lá, não vos trouxe uma sobremesa boa?

Bebé A Caminho – 28 Semanas

Gravidez 28 Semanas

Fotografia tirada às 28 semanas + 2 dias.

É muito esquisito pensar que, neste momento, faltam menos de 12 semanas para chegar ao fim desta aventura e ter a minha Teresinha cá fora comigo. Não sei bem se continuo a achar que o tempo passa depressa demais (que passa!), se me parece que Julho nunca mais chega porque o último trimestre de gestação chegou com grande pompa e circunstância.

Tem sido um martírio tentar dormir: não encontro uma posição confortável, estou sempre a destilar e perco a conta às viagens ao quarto de banho. E as litradas de água que bebo por dia? A isto, juntem os pontapés da madame, que começam a ser muito pouco simpáticos.

Fora esta parte menos boa, tudo corre bem. Finalmente, o tempo tem dado chances de sair de roupa mais fresca sem parecer doente, praticamente deixei de inchar que nem um balão desde que fiz das meias compressivas as minhas melhores amigas, mantive o peso e sinto-me gira com este barrigão muito redondo.

Gravidez 28 Semanas

Fotografia tirada às 28 semanas + 2 dias.

O L. tem sido impecável, como é costume, atura as minhas macacadas todas e está sempre presente para tudo e mais alguma coisa. Podia ter pedido mais ou melhor? Nem pensar! A nossa Teresa concorda comigo e já reage, e bem, à presença do pai.

Vejam bem, eu que sou uma pessoa extremamente nervosa e ansiosa, até me tenho portado muito bem perante a lentidão do processo de mudanças e com a possibilidade de ter um problema de saúde mais ou menos complexo. Não sei onde fui buscar tanta calma, mas espero permanecer assim, serena, e que para a semana já esteja tudo resolvido e pelo melhor!

Medos, medos e mais medos.

Uma dica para quem nunca passou pela gravidez mas quer filhos um dia: abstraiam-se de leituras exaustivas sobre o assunto. Evitem os fóruns de mães e grávidas. Não dêem ouvidos às histórias más que vos possam contar.

Mesmo que saibam algumas coisas sobre o processo da gravidez e do parto, ou que decidam consultar algumas fontes teóricas, tentem não matutar muito nas dores, problemas e detalhes desengraçados.

É que, senão, dão por vós a sofrer por antecipação quando na verdade até podem nem passar por 1/100 do que vos é descrito.

Se eu consigo fazer o que acabei de vos dizer, perante um potencial diagnóstico chato? Isso já é outra história…

The Wet Brush #3 – Pop Fold

Wet Brush Pop Fold

Não é novidade que sou a fã número 1 da Wet Brush. Tenho duas no modelo original (mostrei a primeira aqui), uma Shine de tamanho mais pequeno que mostrei aqui e andava fartinha de barafustar porque queria à força toda que a marca lançasse um modelo mais maneirinho para trazer na mala.

Parece que fui ouvida e, finalmente, chegou ao mercado a versão Pop Fold. Como é habitual, vende-se na Pluricosmética, o plástico é preto mas existem várias opções de cor para a borracha e cerdas. Eu, claro, escolhi a versão cor-de-rosa.

Wet Brush

O tamanho é o habitual das escovas clássicas, mas o cabo é dobrável e tem uma extremidade arredondada mais larga, que ajuda a resguardar as cerdas (que recolhem ao centro da escova para fechar, ao fazer pressão na parte central da borracha).

A funcionalidade é a do costume: cabelos desembaraçados e sem puxões em menos de nada, tal como qualquer outra Wet Brush.

Para ficar meeesmo perfeita, só faltava encolher um bocadinho. Sim, já houve progresso na concepção deste formato, mas continua a ser enorme. Ainda assim, não é dramático e a minha já ganhou o seu lugar cativo na minha mala.

Orly Red Carpet

Red Carpet Orly

Há anos que ando a catrapiscar um certo verniz da Orly. É o Red Carpet, um vermelho aberto com purpurinas qb. Na minha opinião, é txanã sem ser pindérico. Mesmo com os brilhantes, acaba por ser relativamente discreto.

Se podia tê-lo comigo há mais tempo? Podia, mas pensei cá para mim que tenho vernizes vermelhos a mais. Não se justificava o investimento, até porque quando o encontrava por cá, era sempre no tamanho maior (não se justificava mesmo, repito: tenho milhentos vernizes vermelhos).

Já o tinha experimentado uma vez e a qualidade não decepcionava: boa pigmentação e durabilidade, secagem rápida (embora esta questão seja irrelevante porque uso um topcoat especial para o efeito)… Que mais se pode pedir?

Sendo um capricho, fui esperando, esperando, mas nunca esqueci o bendito colorito. Na Expocosmética, procurei por ele. Sem sucesso. Acabei por encontrá-lo na Fapex (o pequenino de 5ml), e já que estava a bom preço, comprei também o Thinner (o conjunto ficou abaixo dos 12€). O Thinner é uma espécie de óleo de banana, mas mais sofisticado e elaborado para garantir que os vernizes não se estragam.

Lá me rendi, e não me arrependo. Agora, se gastar o frasquinho inteiro talvez (talvez!) invista no tamanho maior do verniz. E vocês, gostam da cor?

Red Carpet Orly Thinner

Sem Assunto – Meia Dúzia de Dicas que Geram Ideias

miffy

É sexta-feira à noite, não há vontade de sair e a lontrice doméstica deu para actualizar o blog. Mas há um problema: sobre o que escrever?

Sim, este é um post para os meus leitores e leitoras que também gostam de escrever e partilhar online.


Estão com falta de inspiração? Eu também.


E assim decidi aproveitar um não-assunto e transformá-lo num assunto. Porque, com jeitinho, tudo o que vos possa passar pela cabeça pode dar um post daqueles. A sério, é um grande desafio à criatividade e pode parecer estranho debitar umas linhas sobre, hipoteticamente, a maçaneta da porta, mas desde que haja vontade e algum brain storming, tudo é possível.

Quem sabe, a partir daqui, ficam com um montão de ideias de posts. Eu explico!


Peguem no computador, num caderno, post its e numa caneta. Ou lápis.


O que se pretende não é desatar a encher chouriços como se não houvesse amanhã. É dar uma ajudinha a quem gosta de escrever mas não tem uma gaveta de ideias. O que aqui partilho é o que funciona comigo e que fui aprendendo por conta própria e através da observação de outros blogs. Sigam as dicas:

  1. Léxico. Peguem numa palavra ou tema, preferencialmente dentro do que costumam abordar habitualmente. Agora, tentem lembrar-se de outras palavras relacionadas e o que poderiam dizer sobre elas.
  2. Recombinar. Já se perguntaram se disseram tudo o que havia a dizer, ou tudo o que tinham para partilhar sobre um determinado assunto? Existem imensas abordagens e interpretações diferentes para o mesmo foco.
  3. Perguntar. Se têm um blog, têm audiência. O mais provável é terem presença nas redes sociais. Criam interacção (que é óptima para o crescimento do vosso projecto!) e ao mesmo tempo têm a ajuda dos leitores. Mesmo que não queiram perguntar directamente, consultem as estatísticas relativas à vossa audiência e aposto que vão descobrir dados interessantes que vos darão novas ideias.
  4. Tags. Sem exagero! Sabem aquelas “correntes” em que fulano nomeia beltrano para responder a uma série de perguntas de ordens diversas? Há algumas engraçadas e dão pano para mangas.
  5. “Bengalas” online. Não subestimem o poder do Google Trends, e se não conhecem o Gerador de Ideias da Portent (um bocadinho como o que vos disse no ponto 2, mas mais eficiente!) e o Gerador de Assuntos do Hubspot, está mais que na hora de darem uma vista de olhos.
  6. Inspiração espontânea. Aqui a conversa é outra: tragam sempre papel e caneta convosco. Durmam com papel e caneta ao vosso lado. É quando menos esperamos que surgem algumas das nossas melhores ideias, e se não as registamos logo, muitas vezes vamos esquecer-nos. Não pode ser!

miffy

Experimentem fazer como sugeri e depois contem-me se teve ou não resultado. Aqui, há uma pasta cheia de papelinhos e rascunhos com ideias que nunca mais acabam. Por vezes, o difícil é gerir o tempo e escolher no que pegar.

Boa escrita!

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