Natura Renovada

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No sábado passado, fui convidada para assistir e celebrar uma série de mudanças boas que têm acontecido com a Natura (obrigada Vanessa, Marta e Helena!).

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O “nosso” grupinho: eu, Sara Meess (Diary of Fashion), Sara Cabido (Little Tiny Pieces of Me), Silvana Querido (In Vogue), Helena Magalhães (The Styland), Vanessa Ferreira (Chic Diary) e Marta Martins (Pegada Feminina)

Juntou-se um bom grupo de bloggers amigas e, todas juntas, rumámos ao Meco para ver e experimentar as peças da nova colecção da marca, festejar a nova loja online e conversar e dançar muito.

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Houve tempos em que vivi amuada com o fofo do urso. Hoje em dia, ele está mais crescido e amadureceu. As mudanças estão à vista: a Natura apresenta produtos de qualidade, bonitos e a bom preço. Foi uma surpresa agradável descobrir todas as novidades. E sabem o melhor? Os tamanhos das peças foram feitos para pessoas normais, isto é, com medidas razoáveis. Por exemplo, sabem daqueles vestidos de Verão, e calças, com comprimentos astronómicos? Por aqui não há disso, não há peças de tamanhos pequenos com comprimento digno de gigante. As novidades têm chegado às lojas esta semana, e eu aconselho-vos mesmo a dar uma espreitadela. Por aqui, nos próximos tempos poderão ver algumas das minhas escolhas.

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A apresentação decorreu no bar Gula do Meko e, como tal, é óbvio que a festa não se ficou pelo recinto interior e pelas peças de roupa veraneantes. Cocktails, gelados e músicas – com as amigas, é o que se pede numa tarde atípica de muito calor em Maio. Os DJs André Henriques e Filipe Gonçalves foram responsáveis pela banda sonora que animou a nossa tarde. O fotógrafo Pau Storch esteve lá sempre connosco para capturar momentos bonitos como os que podem ver neste post. A diversão faz-nos felizes. Queremos mais tardes assim, queremos mais tardes Natura!

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Cuidados que são uma jóia!

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A nossa pele vale ouro. É ela que, em primeiro lugar, nos protege de tudo o que é agreste neste mundo. Faz parte do nosso cartão de visita, e boa parte da nossa beleza depende dela.

O segredo para que a nossa pele brilhe ao máximo passa essencialmente por investir numa boa saúde (através da prática de estilos de vida saudáveis, sem esquecer a alimentação e que a água também faz falta!) e em bons cuidados.

Longe vão os tempos em que os bons produtos ficavam restritos a um grupo de pessoas com maior poder económico. Querem melhor evidência que os estudos que têm saído sobre produtos que facilmente encontramos nas grandes superfícies?

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Com certeza, já terão ouvido falar nos famosos hidratantes de rosto Cien, que são brilhantes no entender da Deco Proteste. E se vos disser que a partir do dia 21 de Maio chega ao Lidl uma linha premium preciosa? Se a nossa pele vale ouro, por que não tratá-la com ouro? A linha Cien Gold trará produtos cujos preços variam entre os 3,99€ e os 5,49€ e que contêm 1% de ouro na sua constituição. Um luxo, não é verdade?

Recebi para testar o Sérum Anti-rugas e o Hidratante Triplo Efeito e a experiência promete – creio que a minha mãe beneficiará mais da utilização destes produtos do que eu, pelo que se disponibilizou (oh, que sacrifício!) para utilizar tudo como deve ser e partilhar connosco a sua opinião. Eu estou de olhos postos na máscara e no esfoliante, que pretendo adquirir assim que encontrar.

Assim que tiver feedback, venho a correr contar-vos como correu. Até lá, gostava muito que partilhassem comigo as vossas opiniões se experimentarem algum produto desta linha.

Entendidos em mochilas, onde andam?

Imagem de fonte desconhecida
Imagem de fonte desconhecida

Chega o sol e o calor, aproximam-se as férias, e o drama de fazer malas é uma realidade daquelas que assustam muito. Tento ser organizada e prática quando organizo as bagagens, mas nem sempre consigo. Habitualmente, prefiro mochilas a malas ou trolleys porque posso transportar mais facilmente a carga sem estar dependente de terceiros.

As mochilas têm as suas desvantagens e a principal, no meu entender, é o facto de boa parte delas não ter divisórias práticas e funcionais. Os fechos, muitas vezes, também não ajudam. A qualidade dos materiais também é questionável e só damos valor a esta variável quando já temos as costas todas desfeitas.

Avizinha-se uma época de acampamentos e viagens e começo a ver a minha vida a andar para trás quando percebo que a minha mochila de campismo, velhinha que só ela, está a pedir a reforma. Nunca fui grande fã dela, mas tem muitas histórias para contar. E é gira, em tons de tijolo e amarelo.

Agora, instala-se a questão: onde é que encontro uma mochila como deve ser, gira e funcional? Não precisa de ser gigantesca, até era bom que desse para ser funcional no dia-a-dia. Mas tem de ser compatível com carga para um fim-de-semana em viagem/campismo, incluindo a possibilidade de levar uma esteira e um saco-cama.

Sou fã da North Face, mas não me apet€ce muito ir por aí. Não sei se as opções das lojas mais comuns (Decathlon,  Sport Zone, …) compensam. Gosto das Camelbak mas não sei se dão para o que pretendo. Se alguém puder ajudar, agradecia mesmo muito!

[Ah, também tenho andado a bisbilhotar sacos-cama como deve ser, múmia, mas deixemos essa conversa para outra altura…]

Bem-vinda, Primavera!

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Que seja desta que os dias mais amenos chegam para ficar. Temos sido presenteados com anos sem meias estações, ultimamente, mas 2015 até tem sido um ano simpático. Os primeiros dias de Janeiro não deram grande margem para erros (espero eu!) e, salvo excepções, até que nem estamos mal de todo.

Uma das novidades a condizer com a estação vigente é a linha Nativa Spa Bem-vinda Primavera d’O Boticário, inspirada nas flores que nascem por esta altura. Já cá anda há duas semanas, sensivelmente, mas só agora é que me parece que faz sentido falar dela. Houve ali uns dias esquisitos com tempo que nem era da Primavera, e estava mais que visto que ainda voltaria o frio e a chuva. Assim, não há jeito, porque ou bem que dizemos verdades ou então andamos a espalhar falsos alarmes e depois anda toda a gente triste porque criou expectativas altas relativamente à meteorologia e afinal saem baldes de água e granizo. Nem pensar. Agora sim, seja muito bem-vinda e bem aparecida, dona Primavera!

Esta linha é constituída por quatro produtos: um creme de mãos, uma loção hidratante corporal, um sabonete líquido e uma água de colónia. Nos últimos tempos, a linha Nativa Spa tem assistido à adição de novos elementos surpreendentes pelos cheiros, pelas texturas e pelos formatos. Esta edição limitada, embora não traga nenhuma novidade extravagante (os produtos são excepcionais, como é habitual, e encaixam-se nos formatos já existentes e a fragrância não é de nenhum fruto exótico especial de corrida), merece uma atenção especial.

Há que salientar que não sou pessoa de cheiros florais em produtos cosméticos. Habitualmente, tenho outras preferências. A minha primeira impressão quando cheirei e apliquei os produtos desta linha na loja não foi extraordinária. Sim, cheiram a flores. Cheiram a Primavera! Não tenho outra descrição para este primeiro impacto. O que me surpreendeu e cativou foi o facto de, ao longo do dia, a fragrância ir mudando completamente na minha pele. Permanece, cheira efectivamente a flores, mas vai mudando. E as notas, conforme se vão evidenciando, são absolutamente deliciosas! 

Não sei se me fiz entender, mas se ainda não foram receber a Primavera de braços abertos, aconselho-vos a passarem n’O Boticário mais próximo e a fazerem a experiência. Nem é preciso pulverizarem a colónia, experimentem com o creme de mãos e vejam se tenho ou não razão.

Etiquetagem

Estava para aqui a gatafunhar um texto sobre o assunto dos padrões de beleza e estereótipos para publicar um dia destes. Não era urgente, até porque pretendia meditar mais sobre uma conversa que se desenrolou hoje de manhã. Não só matutei muito no assunto, como agora me deparei com o vídeo que vos mostro, de uma campanha da Dove, pelo que me parece que este post estava premeditado para agora.

Nós, pessoas, nós, mulheres, somos tão ruins connosco próprias que dá dó. Dizia uma senhora baixinha e obesa algo como “Sou simpática e inteligente, tinha de ser feia. As coisas têm de se equilibrar, não ganhei a lotaria genética, não sou alta, magra nem loira, mas tenho bons dons”. Foi no contexto académico, e o tom era de brincadeira, mas mesmo assim fiquei cheia de comichões. Olha que gaita, então agora só somos bonitas se formos altas, magras e loiras? Se formos top models? Era o que mais faltava! Não falem por mim, que eu não deixo.

Ainda não consegui compreender como é que pessoas que, aparentemente, são inteligentes e bem formadas depois são tão fúteis e se espalham com as questões da autoconfiança, do autoconceito e da autoimagem. A sério, duh, a sério que não se valorizam? A sério que não vêem beleza na diversidade, ou vêem mas só nos corpos alheios? É que isto de dizermos a quem gostamos que está muito bem fisicamente e que tem de se deixar de parvoíces é muito giro, mas muitas vezes não fazemos o mesmo por nós. E, acreditem, o amor próprio faz milagres e traz-nos as melhores ferramentas de beleza.

O vídeo da Dove é de dar cabeçadas na parede. Contra mim falo, possivelmente, que também tenho os meus piripaques pontuais, mas não gostava de encarnar em mais ninguém. Estou bem como estou, brinco e tiro partido do que tenho. Pergunto-me até que ponto estas inseguranças todas não derivam da maldade e mesquinhez da sociedade e dos media. Vivemos num mundo cruel, mas sou da opinião que em muitos casos a capacidade de assertividade poderia ser suficiente para resolver os dramas de muito boa gente.

Embora respeite a decisão, fico espantada com a quantidade crescente de pessoas que têm assumido as suas inseguranças e feito drásticas e perigosas modificações de cariz estético. Para quê? Será que é mesmo para agradarem a si próprias? Desde os “namorados” calhaus que são ofensivos e tecem comentários desnecessários, passando pelas famílias que tanto metem o nariz nos nossos pratos, é claro que algo não está bem na nossa cultura. Não podemos deixar que nos afectem com coisas tão parvas, nem podemos fazê-lo a outrem. Parece que, de repente, temos de obedecer a certos padrões e estereótipos (mais do que nunca, e que vão mudando velozmente), senão somos o “intruso” no meio do grupo.

É uma questão de educação: de todas as partes e para todas as partes. Se somos confiantes, somos fúteis, arrogantes e presunçosas. Se não somos, somos umas fracas. Cobram muito de nós. Parece-me que quanto mais se fala do assunto, piores são os resultados e maiores são os dramas! É vivermos felizes como somos e com o que temos e deixarmo-nos de lamúrias da treta. Pode ser?

Como é que nunca dei por isto antes?

No meio dos meus afazeres, volta e meia lá vou dando uma vista de olhos nos blogs do costume. Tenho um problema grave: por vezes, quando me deparo com muita informação nova ao mesmo tempo, bloqueio e não assimilo nada. Defeito meu, bem sei, mas ou bem que há foco dentro do meu caos ou está o caldo entornado. Toda a gente fala muito da Kiko Milano, eu tenho imensa curiosidade por que vou vendo coisas bonitas, mas cada vez que entro numa loja é o descalabro porque há tantas, mas tantas coisas bonitas ao dispor que nunca sei por onde começar, o que ver e o que trazer.

A propósito do post da Ana Rita sobre as Cream Crush Lasting Colour Eyeshadow (produto excelente a preço joli, quem não quer?), lá dei por mim a bisbilhotar no site da marca e a deparar-me com um montão de itens que não me importava nada de ter nas minhas mãos.

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Sei que já não é uma edição limitada de agora, mas fiquei com vontade de ter as paletinhas e eyeliners da colecção Daring Game, alusiva a jogos de azar, dos quais não percebo nada e cujas regras não interessam para a nossa história, mas que têm elementos bonitos. E o pincel? Isto lembra-me de imediato o último filme do 007, o Skyfall, e o papel da Berenice Marlohe como bond girl. Alguém concorda?

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O pior é que, por já ter algum tempo e até já ter atravessado a época dos saldos, já não há nada do que quero. Pelo menos online. Ainda encontro disto nas lojas? Os blushes? Alguém me sabe dizer?

Eu sei que sou uma cabeça de vento, mas quando virem destas coisas por aí à solta, por favor, avisem-me. É que é chato só dar pelas coisas já depois de desaparecerem e de forma involuntária.

Clube de Bloggers Artistry

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Há umas semanas, a convite da Tânia, desloquei-me ao Just A Showroom para ficar a par do que de bom produz a Artistry. Não estava por dentro de todas as novidades, mas o pouco que conhecia (que quem experimenta não tem queixas a fazer, pelo contrário!) deixava-me curiosa e disponível para estes momentos de convívio e experimentações.

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Fiz uma análise à pele sob luz ultra-violeta, numa máquina especial, que mostrou o que já sabia: a minha zona T é uma pequena fritadeira, sendo o restante rosto bastante seco. A desidratação reina, e se não tiver cuidado, há manchas em formação que poderão surgir em grande força. Bendito seja o protector solar, que uso religiosamente todos os dias.

Posteriormente, experimentei o Gel de Limpeza Equilibrante, que é bastante suave e igualmente eficaz na limpeza da pele; o Remodelador Suavizante, que é uma espécie de máscara com efeito peeling que deixa a pele super lisa sem qualquer desconforto ou vermelhidão pelo caminho; o Tónico Equilibrante; a Loção Equilibrante.  Fiquei bastante surpreendida pela positiva com a sensação da aplicação dos produtos. É claro que, com uma utilização, não dá para apurar grandes resultados mas a verdade é que o facto de não terem provocado nenhuma reacção de desconforto ou alergia na minha pele já foi algo a destacar.

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Não viria embora com cara de bicho, e também pude ser maquilhada com produtos Artistry. Já conhecia alguns dos produtos da marca, nomeadamente a base Ideal Dual Powder, da qual já tinha falado há muito tempo aqui e que adoro.

Resumidamente, foi o que se passou nesta tarde no Just A Showroom e que tod@s vós podem experimentar gratuitamente sob marcação. É uma boa oportunidade de ter mimo e de conhecer bons produtos e, quiçá, iniciar um novo negócio. Ah, caso desejem fazer comprinhas com desconto, avisem. É que consta que há condições especiais para os leitores cá do sítio!

Para casa, trouxe um goodie bag do qual falarei mais tarde porque tive agradáveis surpresas que merecem destaque noutro post. Fazem ideia do que poderá estar dentro do saco?

Estou aqui!

Marlene Dietrich em Seven Sinners (1940)
Marlene Dietrich em Seven Sinners (1940)

Haverá namoro pior que aquele onde as palavras falham e as ausências se vão prolongando? Eu não sou pessoa de pedir tempos, e tenho a certeza que a nossa história não acabou, mas sei que não tenho sido uma boa parceira. Encaremos este nosso compromisso virtual, onde escrevo e vocês procuram ter o que ler e o que ver, como uma espécie de poliamor. Modernices.

Nestas coisas dos projectos, dos amores e das famílias, creio que todos concordamos que têm de existir princípios de equidade. A atenção deve ser distribuída de forma justa e conforme as necessidades existentes. Neste momento, a Enfermagem, essa chata, requer de mim muito mais investimento. Eu própria, que tenho passado bocados complicados, chego ao ponto de quase arrancar cabelos e preciso de gostar mais de mim e dedicar mais tempo ao meu sossego.

Não quero que vocês vão embora. Isto não é o nosso fim! Quero que se lembrem que sempre depositei muito de mim neste projecto, e até tenho trabalhado (embora eventualmente não reparem) nos detalhes e floreados do nosso blog. Será pedir de mais que continuem por aqui?

Ah, no meio do turbilhão que tem sido a minha vida, ainda vou apanhando no ar algumas histórias das que vão acontecendo. Ouvi, por estes dias, umas poucas baboseiras ditas por tolinhos que afirmam ter blogs e serem bloggers. Houve quem ficasse ofendido, mas a verdade é que o melhor é nem passar bilhete. Logo lhes passa a febre, tal como acontece com as crianças quando se lhes dá a última novidade do mundo dos brinquedos e já pouco querem saber deles passado três dias. Aos que julgam ser o Sol, basta deixá-los sozinhos no seu universozinho de poeira e cotão rosa-piroso.

Quem gosta de escrever para os outros genuinamente não deve sentir-se diminuído com parvoíces destas. Quem gosta de ler vai sempre saber quem pode visitar. Por mim, com toda a humildade possível, garanto que enquanto houver Internet, terão de me aturar. Nem que, por uns tempos, seja assim em modo relâmpago!

Rio, eu te amo!

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Gostava de poder proferir as palavras do título com legitimidade, mas ainda não chegou o dia de visitar a cidade maravilhosa. Enquanto sonho, O Boticário trouxe até nós uma panóplia de fragrâncias inspiradas no Rio, da colecção com o mesmo nome que este post. São três fragrâncias femininas (Rio que Anima, Rio que Encanta e Rio que Curte) e uma masculina (Rio que Vibra) e aposto que ninguém fica esquecido no que toca às preferências olfactivas. São colónias agradáveis de várias famílias, que agradam facilmente, na minha opinião:

O Rio que Anima é um floral ambarado, com bergamota, pêra, gengibre, pimenta rosa e lima nas notas de saída. No seu corpo, temos maçã Gran Smith, frésia, açafrão, licha e lírio-do-vale. Na base, há sândalo, âmbar, baunilha, fava tonka, cedro e almíscar cativo.

O Rio que Encanta é um floral frutal com notas de saída compostas por frutas aquosas, framboesa e kiwi. No corpo, há peónia, frésia, galbano e acordes da floresta da tijuca. Na base temos cedro, âmbar e cumarina.

O Rio que Curte é um floral gourmand, com pêra, frutos vermelhos, pimenta rosa e bergamota nas notas de saída, flor de laranjeira, rosa vermelha e flor de íris nas notas de corpo, e acorde gourmand, almíscar branco, âmbar e patchouli na base.

Para os homens, há só uma opção, o Rio que Vibra, que é um fougère aromático. Na saída, tem notas de citrinos frescos, limão, bergamota e frutas verdes. O corpo é composto por rosmaninho, lavanda, noz moscada e fougère aromático. No fundo, tem sândalo, guáiaco, musco, almíscar e âmbar.

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Não me importava de ter os quatro perfumes, que os frascos são lindos e aposto que ficam a matar num toucador ou quarto de banho, como elementos decorativos. Todavia, há que ter bom senso e por isso tenho um favorito que adoro e uso,  o Rio que Curte. É o que tem o cheiro mais intenso e pesado, mas ainda assim feminino e delicado, sofisticado, a lembrar umas quantas fragrâncias a que estamos muito habituadas na Europa e que até há pouco tempo era difícil encontrar em marcas do outro lado do oceano. E que bem sabe curtir estes dias de Primavera antecipada com um cheirinho tão bom!

Será exagero?

Imagem recolhida do Tumblr. Fonte desconhecida.
Imagem recolhida do Tumblr. Fonte desconhecida.

Sou exagerada e friorenta em proporções quase iguais. Durmo de botija e, se preciso for, em Agosto não esqueço as meias de lã. Ninguém merece ter os pés frios. Contudo, não posso sentir no ar os aromas da Primavera nem ver um raio de sol, que quero logo andar de perna ao léu e pés semi-descalços.

É simples: não gosto da cor de lula do tempo frio e tampouco me sinto confortável de meias que se colam à pele. E os collants terríveis que teimam em esburacar-se num ápice? Não há quem aguente.

Consta que até ao final da semana as temperaturas serão amenas durante o dia. Preocupa-me estagiar num local mais fresco que a restante Lisboa, mas para o tempo que levo a sair de lá e deslocar-me para qualquer outro sítio, acho que já dá para arriscar.

Eu bem sei que ainda regressará o tempo frio, mas nos tempos que correm há que aproveitar as abébias que o São Pedro nos dá, certo? Tenho tantas sandálias e sabrinas bonitas, já para não mencionar as sapatilhas de lona, que pedem tempo assim para poderem sair à rua. Estou farta de botas, que martírio. Serei a única? Será exagero?